Entrevista de CLAUDIA RICALDONI

Entrevista de CLAUDIA RICALDONI, membro do Conselho Deliberativo da Forluz e diretora da Anapar, FALA SOBRE O PAPEL DO CONSELHEIRO ELEITO

Cláudia Ricaldoni, membro do Conselho Deliberativo da Forluz, o fundo de pensão dos empregados da Cemig, diretora da Anapar e ex-representante dos participantes e assistidos no Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC), conversa sobre a importância do Conselho Deliberativo nas entidades fechadas de previdência complementar (EFPC) e sobre o papel do conselheiro eleito.

A entrevista concedida à jornalista Patrícia Cunegundes, da Anapar.

Confira:

Cunegundes – Cláudia, antes de entrarmos no papel do conselheiro, você poderia nos explicar o que é o Conselho Deliberativo e o que compete a ele?

Cláudia Ricaldoni – O Conselho Deliberativo é o órgão máximo de governança da entidade fechada de previdência complementar, ou do fundo de pensão, para simplificar. Ele é responsável pela definição da política geral de administração da entidade e dos planos de benefícios.

Algumas das competências do Conselho Deliberativo estão definidas na Lei Complementar nº 108, de 29/05/2001, cujas normas incidem sobre os fundos de pensão patrocinados pela União, pelos estados, pelo Distrito Federal e pelos municípios, suas autarquias, fundações, sociedades de economia mista e outras entidades públicas. Nos demais fundos, regidos pela Lei Complementar nº 109, de 29/05/2001, as competências do Conselho devem constar nos estatutos.

Entre as principais atribuições dos conselheiros deliberativos estão nomear (e exonerar, em caso de condenação por processo administrativo) os membros da Diretoria Executiva; deliberar sobre a política de investimentos dos recursos garantidores dos planos de benefícios e acompanhar a sua execução; verificar se a política de investimentos está em conformidade com as premissas atuariais e com o fluxo de ativos e passivos dos planos de benefícios; aprovar o plano anual e plurianual de atividades e acompanhar a sua execução; deliberar sobre investimentos e desinvestimentos com valor igual ou superior a 5% de cada plano de benefícios, ou percentual menor deliberado pelo próprio Conselho Deliberativo; deliberar sobre alterações no estatuto e nos regulamentos dos planos de benefícios; deliberar sobre o plano de custeio dos planos de benefícios; deliberar sobre o orçamento anual de despesas administrativas e acompanhar a sua execução; deliberar sobre a política de informação e relacionamento com os participantes e assistidos, orientada pela transparência e pelo dever de informar exigido pela legislação de regência da Previdência Complementar.

Cunegundes – E qual o papel do conselheiro deliberativo eleito?

Cláudia Ricaldoni – O conselheiro eleito para o Conselho Deliberativo nunca pode esquecer sua dupla função de gestor de Entidade Fechada de Previdência Complementar e de representante dos participantes e assistidos, o que lhe exige maior rigor e atenção no desempenho das funções de gestão e controle na entidade, com transparência, atendendo aos melhores princípios da boa governança.

É no Conselho Deliberativo onde os assuntos de interesse dos participantes e dos assistidos são apresentados, discutidos, analisados e decididos; portanto, o Conselho Deliberativo é a instância na qual o processo de análise e decisão determina o caráter da gestão, ou seja, em prol de quem se realizam as políticas, as diretrizes e atividades operacionais da entidade que administra os planos previdenciários.

Nesse sentido, ele tem que ter em mente que recebeu um mandato dos participantes e assistidos para tomar as deliberações estratégicas da entidade, e sempre, antes de tomar uma decisão, apresentar à sua base o que está sendo discutido, observando, claro, que há informações que devem ser preservadas, como informações sobre investimentos que podem ser estratégicas e que podem ser privilegiadas, o que é contra lei.

Cunegundes – Quais os desafios?

Cláudia Ricaldoni – Há um movimento que tenta impedir que os conselheiros eleitos levem as informações aos participantes e assistidos, uma lei da mordaça – devemos ficar atentos a isso e não ceder. O conselheiro eleito tem responsabilidade com a governança e também com os participantes e assistidos, que também são “sócios do negócio”, vamos dizer assim.

E, claro, o conselheiro eleito deve estar sempre consciente de que, ao se eleger, recebeu um mandato limitado, isto é, não recebeu autorização para promover alterações nos estatutos e regulamentos sem as rigorosas análises dos efeitos e das consequências, sobretudo das que recaem sobre os participantes e assistidos e que afetam os seus direitos e interesses, no curto ou no longo prazo, razão pela qual devem ser sempre ouvidos.

Essa tarefa pode ser feita pelos meios de comunicação da entidade, assim como, quando possível, das entidades representativas dos participantes, isto é, sindicatos e associações de aposentados, entre outras,  onde pode e deve ocorrer o mais amplo debate, com a efetiva participação dos dirigentes dessas entidades.

O conselheiro eleito tem mandato para deliberar sobre os planos de benefícios administrados pela entidade, mas não o tem para transacionar direitos em nome dos participantes e assistidos, ou alterar as condições do contrato previdenciário onde estão inscritos os seus direitos. Assim, o conselheiro eleito não deve, de maneira alguma, deliberar sobre estes temas de maneira isolada, sem consultar os participantes ou suas entidades representativas.

Cunegundes – Mas não é apenas a questão da representatividade que importa, né, Cláudia?

Cláudia Ricaldoni – Claro. Além do compromisso com quem o elegeu, há que se dedicar, e muito, ao acompanhamento e supervisão das atividades de investimentos dos recursos garantidores, da gestão dos planos de benefícios, aí incluídas as avaliações das premissas atuariais que conformam o conjunto de obrigações dos planos previdenciários com seus participantes e assistidos, abrangidos pela avaliação atuarial anualmente. É com a máxima atenção a essas questões estratégicas que se podem preservar os fins da entidade, o patrimônio dos planos previdenciários e, sobretudo, proteger os direitos e a confiança de quem o elegeu – os participantes e assistidos.

FONTE: recontaai.com.br:

 

GUIA PARA VOTAÇÃO NOS CONSELHEIROS DA SISTEL

 - A Sistel já disponibilizou no seu site no dia 08/02/2021, a senha para votação nos representantes dos assistidos nos Conselhos Deliberativo e Fiscal.

- Você também vai receber da Sistel no dia 03/03/2021, a senha por e-mail, ou SMS pelo celular para poder votar.

- Guarde esta senha. Para votar você vai precisar também de seu CPF.

- A votação será realizada entre os dias 15/03/2021 a 24/03/2021 e você poderá votar pelo portal da Sistel ou pelo telefone 0800 602 7550.

- Os representantes da APAS-RJ, são:

CONSELHO DELIBERATIVO – REGIÃO 2

CHAPA Nº 14

Nominando Martins da Silva (titular)

Paulo Sergio Longo (suplente)

Joantonio de Magalhães Pereira (substituto)

- Os representantes da APAS-RJ, são

CONSELHO FISCAL – REGIÃO 1

CHAPA Nº 20

Carlos Alberto Burlamaqui (titular)

Luiz Omar Amerio Monteiro (suplente)

João Carlos Fonseca (substituto)

APRESENTAÇÃO DO CANDIDATO DA APAS-RJ AO CONSELHO DELIBERATIVO DA SISTEL

Rio de Janeiro, 09 de fevereiro de 2021.

Prezados colegas e companheiros,

Olá! Sou Nominando, atual presidente da APAS-RJ. Alguns já me conhecem, pois fui presidente do sindicato dos telefônicos por dois mandatos. Isso na década de 80. Depois de aposentado, passei a militar na nossa Associação, onde estou há mais de 22 anos, ocupando os cargos de Conselheiro, Vice-Presidente e Presidente do Conselho, em seguida, Vice-Presidente Executivo e hoje Presidente da APAS-RJ. 

Tivemos a felicidade de estarmos a frente da APAS-RJ, junto com os nossos atuais representantes nos Conselhos da Sistel, quando o superávit começou a ser distribuído, depois de anos de enfrentamentos.

Sempre estive na luta em defesa de nossos interesses junto a Fundação Sistel, junto aos companheiros da Associação.

Agora, mais experiente, dirijo-me aos nossos associados, e aos demais vinculados aos planos de seguridade da SISTEL, para me apresentar e pedir o seu voto, pois sou candidato a cargo no Conselho Deliberativo da Fundação Sistel de Seguridade Social, na eleição que vai ocorrer de15 a 24 de março de 2021.

Não apresento a formalidade de minhas propostas, mas me comprometo em:

  • lutar por um plano de saúde mais humanizado e com melhor distribuição de médicos, clínicas e hospitais credenciados em nosso Estado;
  • empenhar-me pela diminuição percentual da coparticipação dos assistidos no PAMA/PAMA-PCE;
  • trabalhar pela agilização da liberação e distribuição dos superávits pendentes e dos futuros;
  • lutar para o retorno do financiamento das despesas médicas do PAMA;
  • lutar por empréstimos sem o viés de interesses bancários;
  • empenhar-me na agilização dos processos de concessão de pensão das viúvas e dependentes, sem que haja descontinuidade do plano de saúde.

A Sistel disponibilizará no dia 03/03/2021 para seu e-mail ou seu celular uma senha de votação. Mas você poderá obter a senha de votação no site da Sistel (de 08/02 até 24/03) e votar em nossos nomes para compor o quadro do Conselho Deliberativo da Sistel. Guarde esta senha de votação e você vai precisar também do CPF para votar.

A APAS-RJ sempre esteve na vanguarda da luta por melhores dias para os Assistidos da Fundação Sistel.  Venha participar de nossa luta.

Compõem a nossa chapa para membros do CONSELHO DELIBERATIVO:

  • NOMINANDO MARTINS DA SILVA, titular e os companheiros que atuam na APAS-RJ há muitos anos, o Vice Presidente da APAS-RJ,
  •  Paulo Sergio Longo que será o meu suplente, e o Diretor de Previdência da APAS-RJ,
  • Joatonio de Magalhães Pereira que será o substituto eventual de ambos.

Companheiros temos muita luta pela frente e para isso necessitamos do seu apoio, que está representado no seu gesto de telefonar no 0800 602 7550 e votar na nossa chapa. Você pode votar também pelo site da Sistel.

A votação será realizada entre os dias 15/03/2021 a 24/03/2021

 

CONSELHO DELIBERATIVO – REGIÃO 2

VOTE NA CHAPA N° 14

Forte abraço a todos.

Nominando Martins da Silva

APRESENTAÇÃO DO CANDIDATO DA APAS-RJ AO CONSELHO FISCAL DA SISTEL

Rio de Janeiro, 09 de fevereiro de 2021.

 Prezados colegas e companheiros,

Desde a fundação da APAS-RJ, há cerca de 25 anos, venho trabalhando na Associação, de maneira voluntária, onde exerci os cargos de Diretor de Seguridade, Vice- Presidente e Presidente. Atualmente sou o Presidente do Conselho Consultivo.

Durante todo este período, procurei atuar sempre no sentido de solucionar os problemas e reivindicações de nossos associados e demais assistidos do Estado do Rio de Janeiro.

No período de 2015 até hoje, exerço o mandato de membro do Conselho Deliberativo da Sistel, graças aos votos dos nossos companheiros da antiga Telerj.

Neste período, contribuí para o bom desempenho atuarial, financeiro e assistencial da Fundação, o que, de fato, aconteceu.

Além disso, nós conselheiros eleitos apoiados pela Fenapas, obtivemos as seguintes conquistas, entre elas:

  • Distribuição aos assistidos dos superavits do PBS-A dos anos de 2012, 2014 e 2015
  • Aprovação no Conselho da Sistel, do superavit do ano de 2016, ora em provação na PREVIC
  • Limitação da correção anual do PAMA/PCE aos níveis da variação do INPC
  • da Obrigatoriedade das patrocinadoras arcarem com 100% do ônus de eventuais deficits futuros no plano PBS-A
  • Redução do percentual de co-participação nas despesas do PAMA/PCE ( Ainda em negociação)
  • Liberação de 50% do pecúlio em vida ( Ainda em negociação)

Aproveito esta mensagem para informar aos amigos, que desta feita me candidatei a membro do Conselho Fiscal da Sistel, nas eleições a se realizarem em março deste ano.

Para tanto, convidei os colegas Luiz Omar Amério Monteiro que é nosso representante na área Norte Fluminense e membro do Conselho Consultivo da APAS-RJ, e João Carlos Pinheiro da Fonseca, que além de longa carreira na Telerj, foi Diretor de Informática de APAS-RJ e hoje é membro do Conselho Consultivo.

No dia 08/2/2021, a Sistel fez o sorteio dos números das chapas, com o seguinte resultado:

 

CONSELHO FISCAL – CHAPA nº 20

Carlos Alberto de Oliveira Castro Burlamaqui – Titular

Luiz Omar Amerio Monteiro – Suplente

João Carlos Pinheiro da Fonseca – substituto

Espero continuar contando com a confiança de nossos companheiros e amigos, solicitando que votem nas chapas acima, apoiadas pela APAS-RJ e pela FENAPAS.

Muito obrigado,

Carlos Alberto Burlamaqui

ELEIÇÃO SISTEL – PORQUÊ É IMPORTANTE VOTAR

  1. O Conselho Deliberativo (CD) é o órgão máximo da Fundação SISTEL. É o CD que toma as decisões mais importantes, determina as diretrizes, estabelece metas para a Diretoria e acompanha a administração do patrimônio.  É composto por 12 membros, sendo 8 indicados pelas Patrocinadoras (Oi, Telefônica, Vivo, CPQD, Telebrás, etc.) e 4 ELEITOS PELOS PARTICIPANTES (empregados da ativa e aposentados).
  2. O Conselho Fiscal (CF) está hierarquicamente um degrau abaixo do CD. Tem a grande responsabilidade de acompanhar, analisar e fiscalizar a administração da Fundação. É composto por 6 membros, sendo 4 das Patrocinadoras e 2 ELEITOS PELOS PARTICIPANTES.

VOCÊ NÃO PODE DEIXAR DE VOTAR. É O FUTURO DE SUA APOSENTADORIA QUE ESTÁ EM JOGO. PRECISAMOS DE GENTE NOSSA PARA PROTEGER NOSSO PATRIMÔNIO.

A VOTAÇÃO SERÁ NO PERÍODO DE 15 DE MARÇO DE 2021 A 24 DE MARÇO DE 2021

- A Sistel vai disponibilizar no seu site a partir do dia 08/02/2021, a senha para votação nos representantes dos participantes nos Conselhos Deliberativo e Fiscal.

- Você também vai receber da Sistel no dia 03/03/2021, a senha pela internet, ou SMS pelo celular para poder votar.

- Guarde esta senha. Para votar você vai precisar também de seu CPF.

- A votação será realizada entre os dias 15/03/2021 a 24/03/2021 e você pode votar pelo portal da Sistel ou por telefone, que será divulgado oportunamente.

- Os representantes da APAS-RJ, são:

CONSELHO DELIBERATIVO – REGIÃO 2

Nominando Martins da Silva (titular)

Paulo Sergio Longo (suplente)

Joatonio de Magalhães Pereira (substituto)

 

CONSELHO FISCAL – REGIÃO 1

Carlos Alberto Burlamaqui (titular)

Luiz Omar Amerio Monteiro (suplente)

João Carlos Fonseca ( substituto)

O número das chapas será informado a partir de 09/02/2021, quando a Sistel ira divulga-las.

Ministério da Economia publica portaria que oficializa o reajuste de 5,45% nas aposentadorias e benefícios acima de um salário mínimo

Publicada no Diário Oficial da União no dia 13 de janeiro, a Portaria EPRT Nº 477 estabelece o valor mínimo e máximo do salário de benefício e do salário de contribuição junto ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). A partir do dia 1º de janeiro de 2021, o salário mínimo de benefício (aposentadorias, auxílio-doença, auxílio-reclusão e pensão por morte) não pode ser inferior a R$ 1.100,00 e o salário de contribuições (teto), não pode ser maior que R$ 6.433,57.

Para os beneficiários que recebem um salário mínimo, o valor representa um reajuste de 5,26% em relação aos R$ 1.045 do mínimo de 2020.

Para quem recebe benefício acima do piso da Previdência, o valor representa um reajuste de 5,45% na comparação com o ano anterior. O reajuste acompanha o INPC – Índice Nacional de Preços ao Consumidor, que em 2020 registrou 5,45%, de acordo com o IBGE.

PREVIDÊNCIA PRIVADA: TRÊS MENTIRAS E UMA VERDADE SOBRE A PREVIDÊNCIA

Decidi entrar na brincadeira que está rolando no Instagram: “Diga uma coisa sobre mim e direi se é verdade ou mentira.” Essa é uma brincadeira que tem rolado no Instagram nos últimos dias. O dono ou a dona do perfil em questão abre uma caixa de comentários, e os seguidores escrevem algo que acreditam fazer parte da vida dessa pessoa (“você não gosta de acordar cedo”, “jamais tirou zero na escola” e por aí vai). Para cada frase, a pessoa precisa dizer se tal afirmação é mentira ou verdade, o que sempre rende revelações e algumas risadas.

Então, decidi entrar na brincadeira também nesta semana e resolvi pegar as quatro principais afirmações sobre previdência que eu recebi como resposta à minha primeira newsletter do ano. Meu objetivo é cumprir a promessa que fiz de ajudar você com seus investimentos em 2021. Vamos a elas:

“Os fundos de previdência rendem pouco e são caros.”

Mentira. Os fundos de previdência são apenas veículos, grandes cascas em que o gestor, respeitando as limitações impostas pela regulação, investe os recursos da melhor maneira possível. O que acontece é que muitos produtos antigos eram caros em relação ao resultado entregue, mas, de alguns anos para cá, a indústria de previdência aberta no país se revolucionou, e muitos gestores independentes criaram seus próprios produtos. As taxas de administração foram então readequadas, e a taxa de carregamento, nesses casos, praticamente extinta.

“Toda taxa de carregamento é ruim.”

Mentira. Sei que muita gente fala pra você fugir da taxa de carregamento, mas existem alguns casos em que ela pode fazer sentido, como por exemplo quando não existe cobrança de taxa de administração, mais comum na previdência fechada. Nos primeiros anos, essa conta pode ser mais salgada, mas, quando falamos de investimentos com horizontes de 20 a 30 anos, os seus aportes representam uma fatia menor do que os seus rendimentos quando analisamos a composição do saldo investido, e aí você acaba pagando menos. O problema é pagar caro nas duas pontas.

“Eu posso abater no meu Imposto de Renda deste ano as contribuições feitas no meu PGBL de todos os outros anos.”

Mentira. Dúvida importantíssima de muitos leitores, mas que esclareço já: toda contribuição feita em um PGBL deve ser declarada. Porém, o famoso troco no Leão, de até 12% da renda anual tributável, só acontece quando as contribuições de um ano estão ligadas à declaração referente ao mesmo ano. Por exemplo: aportes feitos em 2020 serão declarados no Imposto de Renda de 2021 (referente ao ano de 2020). Os aportes feitos em 2019, 2018 ou outro ano qualquer não entram aqui.

“Eu preciso declarar minha previdência no Imposto de Renda.”

Verdade. Recebi muitas perguntas sobre se era necessário declarar investimentos no Imposto de Renda, até mesmo para aqueles que são isentos, e a resposta é sim! Você precisar declarar sua previdência, seja na aba Pagamentos Efetuados (no caso de PGBL), seja na aba Bens e Direitos (no caso de VGBL).

Quanta coisa a gente pensou que era verdade, não é mesmo? Espero que a brincadeira tenha esclarecido suas dúvidas e te ajudado a decidir a fazer uma previdência em 2021.

Fonte: Valor Investe (20/01/2021) e Aposentelecom

ELEIÇÃO CONSELHEIROS SISTEL: MAIS UMA VEZ REGULAMENTO ELEITORAL DA SISTEL FOI MODIFICADO PARA DIFICULTAR SURGIMENTO DE NOVAS LIDERANÇAS

Eleição de conselheiros da Sistel em 2021 torna-se um verdadeiro balaio de gatos com discriminação de planos, associações e domicílios, além de facilitar a reeleição reiterada dos atuais conselheiros, um deles sem concorrência  
Até 2012, inclusive, as eleições de conselheiros na Sistel eram nacionais e completamente democráticas, onde qualquer participante ativo ou assistido tinha direito garantido ao voto, poderia se candidatar e formar chapa livremente e onde os eleitores dos diferentes planos da entidade podiam escolher seus candidatos espontaneamente, não importando seu estado de origem, seu plano e se reside ou não fora do país. Os 4 candidatos ao conselho deliberativo (2 do fiscal) mais votados nacionalmente eram eleitos como titulares do conselho deliberativo (fiscal) e os 4 seguintes (2 do fiscal) eram eleitos como suplentes, independentemente de suas origem, chapa, estado e país de residência ou mesmo ao plano a que pertencem.

A partir de 2015, com o surgimento de novas lideranças ativas no seio das Associações de Aposentados regionais vinculadas a Sistel e da própria Fenapas, a Sistel iniciou o cerceamento de escolha tanto dos participantes eleitores, como dos próprios candidatos, através da formação de chapas regionalizadas, em função do estado de domicílio de cada candidato, mesmo sendo a Sistel uma entidade de atuação nacional.

Com isso um candidato residente no sul não poderia fazer chapa com um candidato do nordeste e tão pouco um eleitor do norte poderia votar em um candidato do sudeste. Com isso o eleitor participante residente fora do país perdeu seu direito ao voto, ou seja, ficou impedido de exercer a escolha do seu candidato democraticamente, mesmo remotamente através da internet, apesar de ser ele participante ativo ou assistido que contribui ou contribuiu durante toda sua vida profissional com seu plano na Sistel.

Começava nesse ano de 2015 a quebra da personalidade jurídica nacional da Sistel com pseudos dirigentes regionais que nunca atuaram dessa forma, tudo em função de dificultar o surgimento de novas lideranças nos dois conselhos e de forma a manter o status quo da entidade, através da facilitação à reeleição sucessiva dos antigos conselheiros representantes dos participantes, alguns desses até com posicionamentos por vezes duvidosos em relação a fidelidade dessa representação.

Na última eleição de 2018 as dificuldades para uma renovação dos conselheiros eleitos da Sistel aumentou mais ainda com a imposição regulamentar dos candidatos a conselheiros eleitos suplentes pertencerem a mesma chapa dos candidatos efetivos, dentro de uma mesma região eleitoral.

Como consequência, o que se viu ao longo dos últimos mandatos dos conselheiros da Sistel foi um racha entre os eleitos e entre esses e suas bases eleitorais, que deveriam ser o núcleo de sustentação desses conselheiros eleitos, divisão essa que tornou-se mais evidente por ocasião da formação de uma nova federação representativa dos participantes centralizada no estado de SP,  em clara oposição a atuação nacional da Fenapas. Não é necessário discorrer aqui sobre os problemas ocorridos com essa representação, pois todos sistelados já os conhecem muito bem.

Recentemente, no final de 2020, surge um novo regulamento eleitoral da Sistel visando a eleição de conselheiros em 2021. Mais uma vez observa-se novas regras casuísticas no regulamento com a evidente finalidade de discriminar e inibir candidaturas de novas lideranças, principalmente em SP, onde atuam duas Associações antagônicas, uma delas filiada a Fenapas e outra de dissidência a essa federação. Refiro-me no primeiro caso à APOS (Associação de Aposentados do CPQD), entidade que entre outras ações monitora, analisa e divulga a todos sistelados do Brasil os resultados dos principais planos da Sistel, função essa que naturalmente deveria ser exercida pelos conselheiros eleitos.

Coincidentemente ou não a essas últimas alterações implantadas sobre o regulamento eleitoral da Sistel, constata-se que a APOS vem ganhando a cada dia mais adeptos entre os sistelados, principalmente por suas posições coerentes e transparentes, além de sua missão de formar e renovar seus dirigentes, sempre engajados com a defesa permanente dos sistelados de todos os planos (e não apenas do PBS-A), e isso passou a preocupar e ameaçar aqueles que querem manter a situação atual eternamente.

Em termos de projeção futura de crescimento, a APOS é a única associação que representa tanto o único plano da Sistel aberto a novas adesões de participantes (InovaPrev), que, por sinal, já possui mais de mil participantes ativos, como de outro plano (CPqDPrev) que possui mais de 350 participantes ativos, fatores esses conclusivos para demonstrar que a APOS é a única Associação capaz de crescer nos próximos anos, enquanto na outra associação do estado de SP ocorre justamente o oposto, quer seja pela idade avançada de seus associados, pelo desinteresse desses ou pela forma de atuação dessa associação. Com essa projeção fica evidente que em curto prazo a APOS se tornará hegemônica no estado de SP e isso ameaça e apavora muita gente.

Em oposição a essa evidente tendência de crescimento da APOS e de sua representação, a Sistel modificou seu regulamento eleitoral, de acordo com uma proposta estapafúrdia e interesseira elaborada pelo atual conselheiro eleito de SP, em conjunto com a nova federação que ele criou, que, por incrível que pareça, teve o apoio de 7 conselheiros nomeados pelas patrocinadoras (exceto do CPQD e dos 3 outros conselheiros eleitos).

Esse regulamento já aprovado no CD e que de tão mal elaborado já teve até de ser alterado, mas não na sua essência, discrimina abertamente não somente a APOS, mas também o CPQD e suas empresas patrocinadoras coligadas, seus 3 planos exclusivos de benefícios, seus respectivos participantes e seus eventuais novos candidatos a conselheiros vinculados a APOS, da forma mais sórdida e segregada possível, ou seja, retirando os sistelados dos planos do CPQD e, consequentemente, seus respectivos eleitores participantes e os possíveis candidatos da APOS da região 1 (que sempre foi caracterizada como todo estado de SP) e colocando-os em uma pseudo região 4, inexistente em qualquer ordenamento geográfico a que se tem conhecimento, ou seja, retirando os 3 planos exclusivos do CPQD de SP e juntando-os com os estados da BA, SE, AL, PE, PB, PI, MA, AM, AC, RO, RR, AP, TO e do DF, alocação e arranjos esses coincidentemente propostos pelo maior interessado e beneficiário em detonar a APOS e os sistelados do CPQD.

O novo regulamento eleitoral discriminado por regiões e planos é tão estapafúrdio que chegará ao cúmulo de obrigar dois sistelados que sempre trabalharam juntos na mesma patrocinadora e residem na mesma cidade, mas participantes de diferentes planos da Sistel (ex. PBS-A e CPqDPrev), a votarem ou se candidatarem em diferentes chapas.

Dessa forma não é preciso ser vidente para concluirmos que a Sistel, com seu novo regulamento eleitoral tendencioso elaborado no tapetão, acaba de restringir a possibilidade de haver uma renovação no seu quadro de conselheiros eleitos nos próximos anos, especialmente para os provenientes do CPQD / APOS, impedindo dessa forma qualquer progresso e renovação na gestão da Sistel, que naturalmente seria concomitante ao crescimento de sistelados vinculados ao CPQD.

Se o desejo de reformulação eleitoral fosse para segregar planos de benefício, como fizeram com os do CPQD, o mais correto e justo seria alocar vagas de conselheiros eleitos específicas a esses planos e nunca manter a vinculação mista de domicílios e planos.

Da forma como foi proposto e aprovado o regulamento eleitoral da Sistel, SP passará a reeleger permanentemente seu candidato, autor do presente engodo, pois eliminou-se qualquer concorrência naquele estado (região 1), a não ser os possíveis 54 assistidos do plano PBS-A que se aposentaram pelo CPQD.

Em resumo: mediante uma tendência e possibilidade de mudanças nos conselhos da Sistel, alteram-se as regras do jogo para que tudo permaneça da mesma forma e com os mesmos representantes. Isso é jogo limpo e democrático?

Fonte: Blog Aposentelecom

ASSOCIAÇÃO DOS EMPREGADOS, APOSENTADOS E PENSIONISTAS DO SETOR DE TELECOMUNICAÇÕES DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO.

                                                                                                         Comunicado 02/2020

Novo Sistema WhatsApp/E-mail

Caro Associado,

Estamos passando por momentos inimagináveis. Tudo agora vem em função do COVID19. Ainda não estamos fazendo atendimento presencial na nossa Sede, atendendo a orientação das autoridades de saúde, por sermos do grupo de risco, entretanto, a Secretaria está funcionando nas terças e quintas, em horário reduzido de 10 às 14 horas e, as demandas dos assistidos são enviadas pela secretária para os nossos voluntários orientarem os associados por telefone.

A APAS-RJ continua sua trajetória do olhar voltado para o associado, protegendo-o, defendendo-o, atualizando-o. Os assuntos do PBS-A (para a maciça participação dos assistidos da Sistel), PAMA, os diversos cenários e muitas incertezas com a venda da OI e os reflexos em nossos planos de previdência. Tudo isso tem sido preocupação de nossa Diretoria.

A Sistel, alegando a Lei de Proteção aos Dados, alterou a forma de atuação das Associações junto aos assistidos. Para se adequar ao novo procedimento, é necessário que o assistido preencha e assine uma Autorização à APAS-RJ para obtermos boletos e outras demandas dos assistidos.

É muito importante que você se mantenha conectado conosco. Não deixe de atualizar seus dados na APAS-RJ. Para isso, ligue para nosso plantão telefônico nas 3ªs e 5ªs-feiras, de 10 às 14 hs, e forneça o número do seu telefone celular e seu e-mail. Você vai estar conectado ao novo sistema WhatsApp/E-mail que a Associação está implantando e ficará sabendo o que está ocorrendo com o PAMA, com o seu benefício, com o superávit…

Não deixe para amanhã. Atualize seus dados na APAS-RJ. Ligue para os telefones:

(21) 2262-7466 ou (21) 2157-3566, às terças e quintas de 10 às 14hs,  ou envie e-mail para apasrj@apasrj.com.br

A DIRETORIA