Procedimentos em caso de óbito.

“A APAS-RJ preparou as instruções a seguir, para auxiliar os familiares do assistido, em caso de óbito. Não é agradável falar deste assunto, mas é de muita utilidade, nesta hora tão difícil.”

 

RESUMO PARA PEDIDO DE PENSÃO / PAMA/ DESIGNADO – SISTEL,   INSS  E  SEGURO ICATU

 

A)  SISTEL -  PEDIDO  PENSÃO 

-  No telefone da Sistel 0800 602 1801, solicitar os formulários de PENSÃO PBS-A e de ADESÃO AO PAMA-PCE, ou procure a APAS-RJ que forneceremos os formulários.

- Tirar certidão atualizada de casamento no cartório – certidão tirada após o óbito do assistido(a) – ou certidão atualizada de casamento que tenha sido tirada até seis meses antes do óbito do assistido(a);

- Preencher os formulários de pedido de pensão para a(o) viúva(o), que vai figurar no formulário como beneficiária(o) – datar e assinar as duas páginas;

- Preencher o formulário de adesão ao PAMA-PCE (plano saúde da Sistel/Bradesco/Unimed). A viúva(o) vai figurar no formulário como titular do plano PAMA-PCE; – lembramos que é a viúva(o) que está solicitando a adesão ao PAMA-PCE -;  datar e assinar todas as três páginas e com duas testemunhas na última página. Caso não queira fazer a adesão ao PAMA-PCE, a viúva(o) será inscrita somente no PAMA e não precisa preencher e enviar o formulário de adesão ao PAMA-PCE;

- Escanear o formulário de pedido de pensão e o formulário de adesão ao PAMA-PCE;

- Escanear a certidão de casamento atualizada e a certidão de óbito do falecido;

- Escanear os seguintes documentos da(o) viúva(o): CPF, identidade, comprovante de residência, extrato de conta corrente bancária individual de um dos seguintes bancos:  Itau, Bradesco, Santander e Brasil – (não pode ser conta poupança);

- Após todos os documentos escaneados, enviar para a Sistel para o seguinte email:   atendimentosistel@sistel.com.br , você pode enviar alternativamente a documentação para a Sistel, em Brasília pelo correio.

- OBSERVAÇÕES:

1- Enviar toda a documentação acima para a Sistel,  dentro de 30 dias da data do óbito do(a) assistido(a), para não ter carência do plano de saúde para cirurgia, internação, quimioterapia, etc;

2- Quando for aprovada a pensão pela Sistel, a(o) viúva(o) vai receber a pensão todo mês referente a  60% do que o(a) assistido(a) recebia. Vai receber também o PECÚLIO de uma só vez e vai ser inscrita(o) no PAMA ou no PAMA-PCE (caso tenha feito a adesão);

3- Quando do falecimento do(a) assistido(a) e, se a beneficiária(o) já estiver falecida(o) anteriormente, as pessoas que tiverem sido “designados”, receberão o pecúlio. Recomendamos que o(a) assistido(a), em vida, preencha e envie para a Sistel o formulário para “inclusão de designados”, de quaisquer pessoas de seu conhecimento, para receber o pecúlio; esta é a única condição do pecúlio ser pago. Ressaltamos que, a prioridade para receber o pecúlio é sempre da viúva(o), os designados só vão receber o pecúlio caso a beneficiária(o) já tenha falecido;

4- Na data do falecimento do(a) assistido(a), a beneficiária(o), fica temporariamente sem o plano de saúde, até que a pensão seja aprovada pela Sistel, quando o plano de saúde ficará ativo;

5- Caso exista alguma dívida com o PAMA do(a) assistido(a) que vier a falecer, a Sistel vai descontar do pecúlio a ser pago a viúva(o) ou aos designados o valor da dívida.

6- A Sistel não paga o funeral de assistido(a).

7- Caso o assistido(a) tenha algum empréstimo, com pagamentos descontados em folha do benefício da Sistel, quando ocorrer o seu falecimento, o empréstimo ficará quitado automaticamente e nada mais será cobrado.

             Em caso de dúvida procure a APAS-RJ nos telefones 2262-7466 ou 2157-3566.

                                 - Pensionistas para sua proteção se associem a APAS-RJ -

 

B)  INSS – PEDIDO PENSÃO

- Documentação idêntica a necessária para a Sistel. De posse do número do BENEFÍCIO do INSS do assistido(a) falecido(a), agendar pelo telefone 135 e verificar se necessita autenticar os documentos;

 C)  SEGURO DE VIDA ICATU

-  Após o óbito do assistido(a) obter informações pelo telefone 4002-0042 (capitais) ou 0800 286 0110 ou 0800 285 3000. O seguro Icatu tem como estipulante a Sistel.

Anapar debate projeto de mudanças do marco legal no dia 10/09, próxima sexta-feira, às 14h

Fundos de Pensão: Como articular a reação `a proposta do IMK de mudanças nas Leis Complementares 108 e 109/ 2001

 

Anapar debate projeto de mudanças do marco legal no dia 10/09, próxima sexta-feira, às 14h

 

Debate promovido pela Associação Nacional dos Participantes de Fundos de Pensão e de Beneficiários de Saúde Suplementar de Autogestão (Anapar) com a deputada federal Erika Kokay (PT-DF) e os ex-superintendentes da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) Ricardo Pena, presidente da Funpresp, e José Roberto Ferreira, sócio-diretor na Rodarte Nogueira & Ferreira, para discutir o anteprojeto que prevê alterações nas leis complementares 108 e 109/2001, proposto pelo grupo de trabalho chamado Iniciativas de Mercado de Capitais do Ministério da Economia (IMK/ME), e como os participantes de fundos de pensão podem fazer o enfrentamento.

Se havia alguma dúvida sobre a política de favorecimento da transferência dos recursos dos fundos de pensão aos bancos e seguradoras em curso no governo, não há mais motivos para iludir-se. Basta analisar a proposta de revisão das Leis 108 e 109 de 2001 IMK/ME, que está circulando entre as entidades fechadas de previdência complementar (EFPC). A começar pela composição desse Grupo que conta com a participação do Banco Central (BACEN), da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), da Secretaria de Planejamento Econômico, da Secretaria Especial da Fazenda, do Tesouro Nacional, da SUSEP, da PREVIC, de 13 Associações do mercado bancário, de capitais, de seguros e previdência, incluindo a Bolsa (B3), para que se atente ao viés tendencioso desse debate.

Valendo-se da justificativa de dar provimento às alterações implementadas pela Emenda Constitucional nº 103, de 12 de novembro de 2019 (Reforma da Previdência Social), o documento amplia o escopo inicial para introduzir todas as propostas demandadas pelo sistema financeiro, sob o questionável argumento de promover fomento do Sistema Fechado de Previdência Complementar. Para isso propõe-se a propalada harmonização das regras aplicáveis às entidades abertas e fechadas que, em síntese, só favorece às primeiras, uma vez que a equiparação do tratamento tributário, único beneficio que se poderia listar em favor das entidades fechadas, não foi sequer apreciado.

Tratam-se de profundas e sensíveis mudanças na legislação de previdência complementar, que pode representar enorme retrocesso na governança e na operação dos planos previdenciários, bem como na relação dos patrocinadores públicos com as EFPC. Atentem-se às principais alterações defendidas pelo IMK/ME.

Os ajustes a serem promovidos na legislação de regência deveriam limitar-se ao atendimento do comando constante da Emenda Constitucional n° 103/2019, uma vez que há prazo para regulamentação do citado dispositivo constitucional – novembro/2021. Todas e quaisquer outras alterações poderá ser objeto de ampla e profunda discussão, com participação dos diversos segmentos representativos da sociedade civil, e tratados em momento adequado, que certamente não é agora.

Inscrições feitas clicando aqui, pelo Sympla

Fonte: Anapar (06/09/2021) e Blog Aposentelecom

FUNDAÇÃO ATLÂNTICO

DESEMPENHO DOS PLANOS – JULHO 2021

 

 Desempenho relativo aos compromissos de Contribuição Definida 

Planos TelemarPrev e TCSPREV   0,35% (no mês)                                                                                                                 1,93% (acumulado 2021)                                                                                                   4,95% (acumulado últimos 12 meses)

Plano CELPREV                            0,35% (no mês)                                                                                                                 1,96% (acumulado 2021)                                                                                                    5,00% (acumulado últimos 12 meses)

PLANO FAMÍLIA 

Perfil Conservador                        0,32% (no mês)                                                                                                                 1,73% (acumulado 2021)

Perfil Moderado                             0,38% (no mês)                                                                                                                  2,94% (acumulado 2021)

 Perfil Arrojado                            0,67% (no mês)                                                                                                                  5,54% (acumulado 2021)

 

Desempenho relativo aos compromissos de Benefícios Definido

Plano TelemarPrev                        0,75% (no mês)                                                                                                                  5,85% (acumulado 2021)                                                                                                13,01% (acumulado últimos 12 meses)

Plano TCSPREV                          -0,45% (no mês)                                                                                                                  3,10% (acumulado 2021)                                                                                                  9,73% (acumulado últimos 12 meses)

Plano PBS-Telemar                       0,31% (no mês)                                                                                                                  4,93% (acumulado 2021)                                                                                                11,66% (acumulado últimos 12 meses)

Plano PBS-TNC                            -0,65% (no mês)                                                                                                                 2,98% (acumulado 2021)                                                                                                   9,27% (acumulado últimos 12 meses)

Nossos números

 R$ 11,5 BI – Patrimônio Social

182 – Adesões (ano)

R$ 53,3 MI – Folha de pagamento de benefícios

450 – Benefícios concedidos (ano)

 Participantes: 9.872

Assistidos: 15.167

Empréstimos concedidos: 298 (junho)

Valor financeiro dos empréstimos concedidos em junho:

R$ 1.445.648,82

 

 

 

SISTEL: ADIANTAMENTO DE 50% DO 13º BENEFÍCIO (ABONO ANUAL) SAIRÁ ESTE MÊS

  

Informamos que haverá a antecipação de 50% (cinquenta por cento) do Abono Anual e o pagamento desta primeira parcela será realizado no dia 30 de junho, juntamente com o benefício mensal da Sistel. Este pagamento antecipado não é obrigatório, mas a Sistel entende a importância dessa antecipação, principalmente nesse momento tão atípico que estamos vivenciando.

Qualquer dúvida, estamos à disposição para te atender por nossos canais de Relacionamento!

Fonte: Sistel (07/06/2021)

AGRADECIMENTO

A  APAS-RJ vem a público agradecer aos eleitores pela expressiva votação aos nossos candidatos Nominando e Burlamaqui, respectivamente aos Conselhos Deliberativo e Fiscal da Fundação Sistel.

Foi uma demonstração de confiança e reconhecimento pelo trabalho em defesa dos interesses dos Sistelados, executado ao longo dos anos pela nossa Associação.

Não foi fácil. Tivemos que enfrentar uma batalha de sucessivos ataques de outra Associação não filiada à Fenapas, que se utilizou de meios escusos para tentar angariar votos para os seus candidatos. Felizmente, os eleitores não se deixaram levar por intrigas e prestigiaram os candidatos que ao longo dos anos sempre participaram na defesa de nossos direitos por meio de trabalho voluntário em nossa Associação.

Mais uma vez manifestamos nossa gratidão e reforçamos que estamos a serviço de todos, procurando sempre o que for melhor para os Aposentados e Pensionistas da Fundação Sistel.

Os momentos estão difíceis com a pandemia, mas, esperamos que em breve, tenhamos nosso atendimento presencial normalizado na nossa Associação.

DIRETORIA DA APAS-RJ

ELEIÇÃO CONSELHEIROS SISTEL: ELEIÇÕES CONFUSAS SÃO ADIADAS PARA INÍCIO EM 31 DE MARÇO. SISTEL ALEGA DIFICULDADES DA CONTRATADA DEVIDO PANDEMIA E OMITE-SE QUANTO AS DIFICULDADES DE OPERACIONALIZA-LA

 

 

Veja na íntegra comunicado da Sistel divulgado na noite de ontem sobre o adiamento da eleição e posteriormente, nas Notas da Redação, sobre como se chegou ao ponto de inviabiliza-la nesse mês  : 

 

Estamos passando por situações difíceis em tempos de pandemia e, por motivos de força maior, fomos obrigados a alterar o cronograma nas Eleições 2021. 

O período de votação divulgado anteriormente será alterado. O novo período de votação terá início em 31 de março de 2021.

Conforme estabelecido no Regulamento, o processo eleitoral deve ser realizado por empresa especializada contratada para esse fim, com intuito de manter a imparcialidade das eleições.

Ocorre que a empresa contratada para condução do processo foi severamente afetada pela pandemia da Covid 19, impossibilitando a continuidade aos serviços contratados.

É importante frisar que a referida empresa é referência no segmento de Previdência, tendo sido utilizada por muitos fundos de pensão do País em suas eleições, e atuou nos dois últimos processos eleitorais da Sistel, com segurança e qualidade. Essa situação circunstancial, que está afetando a Sistel, também afetou o processo eleitoral de outras Entidades de Previdência Complementar.

Diante do ocorrido, para fins de possibilitar a continuidade do processo eleitoral, se faz necessária a contratação de outra empresa especializada, o que demandará um prazo adicional para que o novo fornecedor prepare o sistema de acordo com as regras estabelecidas no Regulamento Eleitoral da Sistel.

Confira o que não sofrerá alteração:

- As regras estabelecidas no Regulamento Eleitoral.

- As chapas homologadas e seus respectivos números de identificação.

- As senhas de votação.

A comissão eleitoral irá divulgar novo cronograma eleitoral, com a oficialização das novas datas até o dia 22 de março.

As informações aos eleitores e candidatos continuarão a ser divulgadas no aqui no Portal Sistel.

Fiquem atentos aos e-mails, mensagens de celular e aos comunicados aqui no Portal Sistel.

A Comissão Eleitoral lamenta o ocorrido e está trabalhando intensamente para manutenção da normalidade do processo eleitoral, reiterando que os eventos que implicaram nos ajustes ora apresentados, decorreram de força maior, alheia à vontade ou interferência da Sistel.

Para conferir o regulamento, currículos dos candidatos e números das chapas clique aqui.

Fonte: Comissão Eleitoral Sistel (11/03/2021)

Notas da Redação: Com um Regulamento Eleitoral tão estapafúrdio e complicado, como o proposto por um conselheiro eleito e também candidato, com a possível intenção de se beneficiar em seu estado e também prejudicar os participantes e assistidos do CPQD, e que mesmo assim foi posteriormente aprovado pelo Conselho Deliberativo da Sistel com votos contrários apenas do conselheiro representante do CPQD e dos 3 conselheiros eleitos apoiados pela Fenapas, Regulamento esse em que se mistura planos previdenciários e locais de residência para a designação da Região de votação, não podia-se esperar outra coisa!

Desde o início desse ano (11/01), esse blog (vide esta postagem) vem alertando sobre a dificuldade do eleitor no entendimento de quais chapas estarão disponibilizadas para sua escolha em função de seu plano e de seu local de residência contidas nesse Regulamento Eleitoral completamente disparatado e que portanto naturalmente dificulta sua implementação e operacionalização por qualquer empresa especializada e experiente.

Fonte: Blog Aposentelecom

Sistel: Em quem votar?

Colega,

A Eleição da Sistel de 2021 tem sido caracterizada pelos “fakes” (Mentiras e Calunias), por respeito com os Sistelados não entraremos neste jogo sujo!

Os Conselheiros dos Participantes são eleitos para defender o que é importante para os Participantes, enquanto os Conselheiros das patrocinadoras (oi, vivo, telefônica, etc) defendem os interesses das patrocinadoras, quanto menos obrigações, melhor! Para elas os nossos direitos representam gastos e compromissos.

Temos que eleger gente nossa, antigos companheiros do Sistema Telebrás, que tem trabalhado pelos Aposentados nas Associações Afiliadas à Fenapas ou em Entidades Parceiras. Não podemos colocar em risco o que é nosso!

Há muito mais considerações sobre a importância do voto, mas a principal é que você é o maior interessado. Votar nos nossos candidatos ou deixar que as patrocinadoras decidam tudo por você! Você decide.

Estes Candidatos têm um histórico de dedicação à defesa dos direitos dos Sistelados, nas Associações, na Federação e nos Conselhos:

 

CD – Região 1 e CF – Região 1: Veja as propostas

CONSELHO DELIBERATIVO

Germar Pereira da Silva – Titular (11)98292-4851

Osvaldo Rossato – Suplente

Região 1: GO, MS, PA, SP

CHAPA 13

CONSELHO FISCAL

Carlos Alberto de O. C. Burlamaqui -Titular(21)98847-2186

Luiz Omar Amerio Monteiro – Suplente

Região 1: GO, MS, PA, SP, RJ, MT.

CHAPA 20

CASO TENHA ALGUMA DÚVIDA, LIGUE PARA SEU CANDIDATO

 

CD – Região 2 e CF – Região 1: Veja as propostas

CONSELHO DELIBERATIVO

Nominando Martins da Silva – Titular (21)99636-4098

Paulo Sergio Longo – Suplente

Região 2: RJ, MT

CHAPA 14

CONSELHO FISCAL

Carlos Alberto de O. C. Burlamaqui -Titular(21)98847-2186

Luiz Omar Amerio Monteiro – Suplente

Região 1: GO, MS, PA, SP, RJ, MT.

CHAPA 20

CASO TENHA ALGUMA DÚVIDA, LIGUE PARA SEU CANDIDATO

 

CD – Região 3 e CF – Região 2: Veja as propostas

CONSELHO DELIBERATIVO

Flordeliz Maria de Moura Rios – Titular (31)99954-2954

Alexandre Roberto das Neves Moreira – Suplente

Região 3: CE, ES, MG, PR, RN, RS, SC

CHAPA 16 

CONSELHO FISCAL

Cleomar Justiniano Gaspar – Titular (41)99205-2295

Bemvindo Fiamoncini – Suplente

Região 2: CE, ES, MG, PR, RN, RS, SC, AC, AL, AM, AP, BA, DF, MA, PE, PI, PB, RO, RR, SE, TO, Assistidos e Participantes dos Planos PBS-CPqD, CPqD PREV, INOVAPREV.

CHAPA 21

 CASO TENHA ALGUMA DÚVIDA, LIGUE PARA SEU CANDIDATO

 

CD – Região 4 e CF – Região 2: Veja as propostas

CONSELHO DELIBERATIVO

Ezequias Ferreira – Titular (61)99177-2400

Ronaldo Arruda – Suplente

Região 4: AC, AL, AM, AP, BA, DF, MA, PE, PI, PB, RO, RR, SE, TO, Assistidos e Participantes dos Planos PBS-CPqD, CPqD PREV, INOVAPREV.

CHAPA 15

CONSELHO FISCAL

Cleomar Justiniano Gaspar – Titular (41)99205-2295

Bemvindo Fiamoncini – Suplente

Região 2: CE, ES, MG, PR, RN, RS, SC, AC, AL, AM, AP, BA, DF, MA, PE, PI, PB, RO, RR, SE, TO, Assistidos e Participantes dos Planos PBS-CPqD, CPqD PREV, INOVAPREV.

CHAPA 21

CASO TENHA ALGUMA DÚVIDA, LIGUE PARA SEU CANDIDATO

Fonte: site FENAPAS

Entrevista de CLAUDIA RICALDONI

Entrevista de CLAUDIA RICALDONI, membro do Conselho Deliberativo da Forluz e diretora da Anapar, FALA SOBRE O PAPEL DO CONSELHEIRO ELEITO

Cláudia Ricaldoni, membro do Conselho Deliberativo da Forluz, o fundo de pensão dos empregados da Cemig, diretora da Anapar e ex-representante dos participantes e assistidos no Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC), conversa sobre a importância do Conselho Deliberativo nas entidades fechadas de previdência complementar (EFPC) e sobre o papel do conselheiro eleito.

A entrevista concedida à jornalista Patrícia Cunegundes, da Anapar.

Confira:

Cunegundes – Cláudia, antes de entrarmos no papel do conselheiro, você poderia nos explicar o que é o Conselho Deliberativo e o que compete a ele?

Cláudia Ricaldoni – O Conselho Deliberativo é o órgão máximo de governança da entidade fechada de previdência complementar, ou do fundo de pensão, para simplificar. Ele é responsável pela definição da política geral de administração da entidade e dos planos de benefícios.

Algumas das competências do Conselho Deliberativo estão definidas na Lei Complementar nº 108, de 29/05/2001, cujas normas incidem sobre os fundos de pensão patrocinados pela União, pelos estados, pelo Distrito Federal e pelos municípios, suas autarquias, fundações, sociedades de economia mista e outras entidades públicas. Nos demais fundos, regidos pela Lei Complementar nº 109, de 29/05/2001, as competências do Conselho devem constar nos estatutos.

Entre as principais atribuições dos conselheiros deliberativos estão nomear (e exonerar, em caso de condenação por processo administrativo) os membros da Diretoria Executiva; deliberar sobre a política de investimentos dos recursos garantidores dos planos de benefícios e acompanhar a sua execução; verificar se a política de investimentos está em conformidade com as premissas atuariais e com o fluxo de ativos e passivos dos planos de benefícios; aprovar o plano anual e plurianual de atividades e acompanhar a sua execução; deliberar sobre investimentos e desinvestimentos com valor igual ou superior a 5% de cada plano de benefícios, ou percentual menor deliberado pelo próprio Conselho Deliberativo; deliberar sobre alterações no estatuto e nos regulamentos dos planos de benefícios; deliberar sobre o plano de custeio dos planos de benefícios; deliberar sobre o orçamento anual de despesas administrativas e acompanhar a sua execução; deliberar sobre a política de informação e relacionamento com os participantes e assistidos, orientada pela transparência e pelo dever de informar exigido pela legislação de regência da Previdência Complementar.

Cunegundes – E qual o papel do conselheiro deliberativo eleito?

Cláudia Ricaldoni – O conselheiro eleito para o Conselho Deliberativo nunca pode esquecer sua dupla função de gestor de Entidade Fechada de Previdência Complementar e de representante dos participantes e assistidos, o que lhe exige maior rigor e atenção no desempenho das funções de gestão e controle na entidade, com transparência, atendendo aos melhores princípios da boa governança.

É no Conselho Deliberativo onde os assuntos de interesse dos participantes e dos assistidos são apresentados, discutidos, analisados e decididos; portanto, o Conselho Deliberativo é a instância na qual o processo de análise e decisão determina o caráter da gestão, ou seja, em prol de quem se realizam as políticas, as diretrizes e atividades operacionais da entidade que administra os planos previdenciários.

Nesse sentido, ele tem que ter em mente que recebeu um mandato dos participantes e assistidos para tomar as deliberações estratégicas da entidade, e sempre, antes de tomar uma decisão, apresentar à sua base o que está sendo discutido, observando, claro, que há informações que devem ser preservadas, como informações sobre investimentos que podem ser estratégicas e que podem ser privilegiadas, o que é contra lei.

Cunegundes – Quais os desafios?

Cláudia Ricaldoni – Há um movimento que tenta impedir que os conselheiros eleitos levem as informações aos participantes e assistidos, uma lei da mordaça – devemos ficar atentos a isso e não ceder. O conselheiro eleito tem responsabilidade com a governança e também com os participantes e assistidos, que também são “sócios do negócio”, vamos dizer assim.

E, claro, o conselheiro eleito deve estar sempre consciente de que, ao se eleger, recebeu um mandato limitado, isto é, não recebeu autorização para promover alterações nos estatutos e regulamentos sem as rigorosas análises dos efeitos e das consequências, sobretudo das que recaem sobre os participantes e assistidos e que afetam os seus direitos e interesses, no curto ou no longo prazo, razão pela qual devem ser sempre ouvidos.

Essa tarefa pode ser feita pelos meios de comunicação da entidade, assim como, quando possível, das entidades representativas dos participantes, isto é, sindicatos e associações de aposentados, entre outras,  onde pode e deve ocorrer o mais amplo debate, com a efetiva participação dos dirigentes dessas entidades.

O conselheiro eleito tem mandato para deliberar sobre os planos de benefícios administrados pela entidade, mas não o tem para transacionar direitos em nome dos participantes e assistidos, ou alterar as condições do contrato previdenciário onde estão inscritos os seus direitos. Assim, o conselheiro eleito não deve, de maneira alguma, deliberar sobre estes temas de maneira isolada, sem consultar os participantes ou suas entidades representativas.

Cunegundes – Mas não é apenas a questão da representatividade que importa, né, Cláudia?

Cláudia Ricaldoni – Claro. Além do compromisso com quem o elegeu, há que se dedicar, e muito, ao acompanhamento e supervisão das atividades de investimentos dos recursos garantidores, da gestão dos planos de benefícios, aí incluídas as avaliações das premissas atuariais que conformam o conjunto de obrigações dos planos previdenciários com seus participantes e assistidos, abrangidos pela avaliação atuarial anualmente. É com a máxima atenção a essas questões estratégicas que se podem preservar os fins da entidade, o patrimônio dos planos previdenciários e, sobretudo, proteger os direitos e a confiança de quem o elegeu – os participantes e assistidos.

FONTE: recontaai.com.br:

 

GUIA PARA VOTAÇÃO NOS CONSELHEIROS DA SISTEL

 - A Sistel já disponibilizou no seu site no dia 08/02/2021, a senha para votação nos representantes dos assistidos nos Conselhos Deliberativo e Fiscal.

- Você também vai receber da Sistel no dia 03/03/2021, a senha por e-mail, ou SMS pelo celular para poder votar.

- Guarde esta senha. Para votar você vai precisar também de seu CPF.

- A votação será realizada entre os dias 15/03/2021 a 24/03/2021 e você poderá votar pelo portal da Sistel ou pelo telefone 0800 602 7550.

- Os representantes da APAS-RJ, são:

CONSELHO DELIBERATIVO – REGIÃO 2

CHAPA Nº 14

Nominando Martins da Silva (titular)

Paulo Sergio Longo (suplente)

Joantonio de Magalhães Pereira (substituto)

- Os representantes da APAS-RJ, são

CONSELHO FISCAL – REGIÃO 1

CHAPA Nº 20

Carlos Alberto Burlamaqui (titular)

Luiz Omar Amerio Monteiro (suplente)

João Carlos Fonseca (substituto)