ANAPAR DESMENTE MATÉRIA DA REVISTA ISTO É E SOLICITA DIRETO DE RESPOSTA NA PRÓXIMA PUBLICAÇÃO

ANAPAR | Associação Nacional dos Participantes de Fundos de Pensão
16 de novembro de 2015 Boletim Anapar nº 547
ANAPAR solicita direito de resposta
Diante do conteúdo falso e ofensivo a imagem da entidade da matéria “Os esquemas do ministro motoqueiro”, publicada pela Revista ÍSTO É em 13 de novembro de 2015, a ANAPAR formalizou junto à editora o pedido de publicação do texto abaixo, conforme estabelecidio na Lei 13.188, de 11.11.2015, que regulamentou o DIRETO DE RESPOSTA:

A Anapar e seu vice-presidente, José Ricardo Sasseron, refutam com veemência todas as afirmações envolvendo seus nomes na matéria “Os esquemas do ministro motoqueiro”, publicada na Edição 2398 da Revista Isto É. Tais informações são ilações mentirosas e improcedentes, sem qualquer fundamento em fatos ou provas concretos.

Esclarecemos, a fim de que não paire qualquer dúvida quanto à conduta dos ofendidos na referida matéria, que:

  1. Nenhum dirigente da ANAPAR foi procurado previamente pelo jornalista ou pela Revista para se manifestar sobre o conteúdo da matéria.
  2. Os dirigentes da ANAPAR são eleitos pelos seus associados, participantes ativos e aposentados de fundos de pensão, sem a interferência ou apadrinhamento de nenhum órgão ou gestor público.
  3. A ANAPAR e José Ricardo Sasseron, na condição de seu Vice-presidente, não conhecem nem tem relação com as empresas citadas na matéria (VIS Investimentos, Oliveira Romano Associados e Consist Software) e nunca participaram de sistemas de arrecadação para partidos políticos, conforme sugere a matéria.
  4. Dirigentes de fundos de pensão são indicados por suas respectivas patrocinadoras ou eleitos pelos participantes e assistidos. A ANAPAR não participa ou interfere em processos de nomeação de dirigentes de fundos de pensão indicados por qualquer empresa patrocinadora, pois esta competência é exclusiva das patrocinadoras, nos termos da lei complementar que regulamenta a matéria.
  5. Intervenções em fundos de pensão são decretadas por decisão autônoma da Superintendência Nacional de Previdência Complementar – PREVIC, órgão fiscalizador do sistema. A ANAPAR nunca “deu o aval” a qualquer intervenção em fundo de pensão – ao contrário, sempre defendemos soluções negociadas para impasses. Não houve intervenção na PETROS. A PREVIC apenas decretou administração especial nos Planos Petros Copesul e Petros PQU para garantir o pagamento das reservas aos participantes em processo de retirada de patrocínio da empresa Braskem, pagamentos que vinham sendo protelados há mais de três anos. A administração especial não se confunde com intervenção, e não implica no afastamento dos diretores e conselheiros do fundo de pensão.
  6. A ANAPAR e seu vice-presidente não participam de “filtragem de irregularidades”, como afirma a matéria. A ANAPAR é a entidade que mais protocola junto à PREVIC denúncias formais de irregularidades praticadas no âmbito dos fundos de pensão, e combate permanentemente em âmbito nacional os ataques aos direitos e interesses dos participantes.
  7. A ANAPAR, em razão de sua legitimidade, indica um dos sete membros da Câmara de Recursos da Previdência de Recursos da Previdência Complementar (CRPC), órgão julgador dos recursos interpostos por dirigentes de fundos de pensão contra penalidades aplicadas contra si em primeira instância pela PREVIC. Os processos administrativos, decisões e votos são públicos e estão à disposição para verificação junto à CRPC. Os representantes da ANAPAR têm votado pela condenação de dirigentes de vários fundos de pensão em virtude de irregularidades por eles praticadas.
  8. A ANAPAR mantém relações institucionais com a PREVIC e com o Ministério da Previdência Social desde 2001, ano de sua fundação, sempre exigindo dos agentes públicos o cumprimento do seu dever constitucional de proteger os interesses dos participantes.

Em razão da gravidade do conteúdo da matéria ofensiva requeremos a publicação desta resposta na próxima edição semanal da Revista Isto É, conforme garante a Lei 13.188, sem prejuízo da ação civil reparatória cabível.

O documento transcrito acima foi assinado pela presidente da ANAPAR Claudia Ricaldoni e pelo Vice-Presidente José Ricardo Sasseron e protocolado na sede da Editora em São Paulo e em sua sucursal de Brasília.

ANAPAR – Associação Nacional dos Participantes de Fundos de Pensão 
SCS Qd. 06 Bl. A Ed. Carioca sala 709, Brasília-DF | Fones: (61) 3326-3086 / 3326-3087 | anapar@anapar.com.br

DEPOIS DA CHAMADA REVITALIZAÇÃO DO PAMA, SISTEL INICIA A DISTRIBUIÇÃO DE BENESSES COMO FIM DO FINANCIAMENTO DE DESPESAS E CANCELAMENTO DO PCE POR INADIMPLÊNCIA DE 60 DIAS

Vejam as “vantagens” oferecidas pela Sistel logo após a Diretoria Executiva ter decidido, com apoio e voto dos conselheiros designados pelas pseudo patrocinadoras e de um único conselheiro eleito pelos participantes, a questionada transferência das sobras do PBS-A ao PAMA.Seguem os Informes enviados respectivamente aos assistidos do PAMA puro e PAMA-PCE:

Brasília, 12 de novembro de 2015

Caro (a) Assistido do PAMA puro,
Recentemente informamos sobre a transferência de recursos do Plano PBS-A para o PAMA. Dessa forma, preservamos a assistência à saúde dos nossos Assistidos e de seus familiares.

Embora a insuficiência financeira do PAMA esteja hoje resolvida, são muitos os fatores que contribuem para o crescente e constante aumento dos custos médicos. Nesse sentido, a Sistel, na busca de melhor adequação do seu Plano de Saúde, intensificou ainda mais seus controles e reavaliou seus processos operacionais para manter a saúde financeira do PAMA e assegurar a prestação dos seus serviços.

Em função disso a partir do dia 1º de janeiro de 2016 o financiamento da coparticipação deixará de existir. Isso significa que a sua parte no valor das despesas realizadas no mês será cobrada em parcela única, ou seja, à vista. O valor será descontado do seu benefício Sistel e/ou cobrado via boleto bancário. Essa medida evita que as dívidas não pagas prejudiquem o Plano.

Por fim, com o objetivo de prestar cada vez mais um melhor atendimento, informamos que no primeiro trimestre de 2016 a Central de Relacionamento que atualmente conta com atendentes terceirizados, passa a ter apenas Colaboradores da Sistel, criando assim, maior proximidade com nossos Assistidos e Participantes.

Estamos à disposição por meio de nossos canais de relacionamento: Fale Conosco: área restrita do Portal Sistel (www.sistel.com.br) e Central de Relacionamento 0800 887 7005.

Caro (a) assistido do PAMA/PCE,

Recentemente informamos sobre a transferência de recursos do Plano PBS-A para o PAMA.

Embora a insuficiência financeira do PAMA esteja hoje resolvida, são muitos os fatores que contribuem para o crescente e constante aumento dos custos médicos. Nesse sentido, a Sistel, na busca da melhor adequação do seu Plano de Saúde, intensificou ainda mais seus controles e reavaliou seus processos operacionais para manter a saúde financeira do PAMA-PCE e assegurar a prestação dos seus serviços.

Conheça as medidas que adotaremos e quando entrarão em vigor.

1. Reajuste da contribuição do PCE – o reajuste das contribuições mensais será realizado anualmente com base em estudos técnicos e tendem a ficar próximos ao índice de reajuste dos Benefícios.

2. Facectomia (cirurgia de catarata) – a sua parte nas despesas realizadas a partir de 28/10/2015 estão isentas, ou seja, o valor será pago integralmente pelo PAMA-PCE.

3. Contribuição de Pensionistas na adesão ao PCE – o Pensionista que aderir em até 90 dias após o óbito do Aposentado permanecerá com as mesmas condições do Aposentado.

4. Cancelamento por 60 dias de inadimplência – a partir de 1º de janeiro de 2016 será cancelada a inscrição do usuário, que deixar de efetuar os pagamentos por período superior a 60 dias, a contar desta data, consecutivos ou não, no decorrer de 1 ano. Essa regra está prevista no Artigo 11 do Regulamento do PAMA-PCE.

5. Despesas do PAMA-PCE não serão mais financiadas – a partir de1º de janeiro de 2016 a sua parte no valor das despesas processadas no mês, será cobrada em parcela única, ou seja, à vista. O valor será cobrado via boleto bancário. Essa medida evita que as dívidas não pagas prejudiquem o Plano.

6. Contribuição única para casais que são Assistidos da Sistel – os casais de aposentados dos Planos PBS vinculados ao PCE, que antes pagavam duas contribuições mensais, poderão optar por pagar apenas uma contribuição mensal para o Plano.

São ações como essas que visam manter o equilíbrio financeiro do Plano.

Por fim, com o objetivo de prestar cada vez mais um melhor atendimento, informamos que no primeiro trimestre de 2016 a Central de Relacionamento, que atualmente conta com atendentes terceirizados, passa a ter apenas Colaboradores da Sistel, criando assim maior proximidade com nossos Assistidos e Participantes.

Cordialmente,
Diretoria Executiva

PORTAL www.sistel.com.br CENTRAL 0800 887 7005
Fonte: Sistel (13/11/2015) e Blog Aposentelecom

SUPERAVIT PBS-A: NOSSO INCANSÁVEL ASSISTIDO RUBENS TRIBST QUESTIONOU O MINICOM , VIA DEPUTADO SIBÁ MACHADO, SOBRE O SUPERÁVIT

Seguem Ofícios trocados entre o deputado Sibá Machado, o Minicom e a AGU sobre a destinação do superavit do plano PBS-A da Sistel. O requerimento inicial foi idealizado pelo nosso incansável colega e assistido, Rubens Tribst (clique no texto para aumentá-lo):

Fonte: Assistido do PBS-A, Rubens Tribst (09/11/2015) e Blog Aposentelecom

ASTELPAR – Encontro sobre Previdência Complementar Fechada

No dia 05 de Outubro a ASTELPAR e ANAPAR com o apoio do SENGE-PR, promoveram um encontro sobre Previdência Complementar Fechada.

Compareceram ao evento, vários Participantes e Assistidos do Setor de Telecomunicações do Paraná. Debateram-se os casos de maior interesse dos Aposentados do Setor, os Casos das Fundações Atlântico e Sistel, a saber:

Atlântico: Eleições de 2015 e Superávit do PBS-TCS e PBT-BrT;

Sistel: Plano de Saúde PAMA e seu programa PCE e Superávit do PBS-A.

Veja o Resumo da Reunião.

Fonte: Site da Fenapas

SISTEL: ENTIDADE VAI REALIZAR NOVA PESQUISA DE SATISFAÇÃO JUNTO A SEUS CLIENTES E FENAPAS ENVIA OUTRO INFORME SOBRE O MESMO TEMA

A Sistel divulgou o seguinte Informativo

Brasília, 5 de novembro de 2015
Caros Participantes e Assistidos,

No período de 9/11/2015 a 23/12/2015, será realizada a Pesquisa de Satisfação Anual Sistel.

A realização da pesquisa visa à melhoria contínua do desempenho da Sistel e o aperfeiçoamento dos serviços prestados pela Entidade.

A execução da Pesquisa de Satisfação 2015 está a cargo da empresa Opinião Informação Estratégica, que foi contratada pela Sistel.

O sorteio dos entrevistados é feito de forma aleatória por meio de sistema.

Caso você tenha sido sorteado, receberá uma ligação telefônica da empresa Opinião, convidando para responder o questionário. As respostas serão mantidas em sigilo.

Conhecer sua opinião, suas sugestões e sua visão em relação às atividades desenvolvidas pela Sistel é muito importante para o aprimoramento dos nossos processos de trabalho.

Contamos com sua colaboração, participe!

Cordialmente,

Ana Cristina de Vasconcelos
Gerente de Relações Institucionais

A FENAPAS enviou o seguinte informe aos assistidos do PBS-A:

Colega,
Você sabia que:
1) É com base na pesquisa de satisfação junto aos participantes e assistidos que a SISTEL é avaliada?
2) O resultado da pesquisa é um dos itens utilizados para o cálculo do bônus anual pago à Diretoria da SISTEL?
3) Quando as Associações ou Conselheiros Eleitos levam reclamações à Diretoria da SISTEL sempre recebemos como resposta que tudo está muito bem, pois assim as pesquisas apontaram?
Fazemos um alerta: Sempre que a SISTEL fizer pesquisas de satisfação é importante que se de muita atenção às respostas.
As pesquisas são demoradas, tenha paciência, pois o tempo que você levará para responder é fundamental para que a avaliação corresponda com a realidade.
Reflita se você está satisfeito(a) com:
1) O descumprimento da sentença que diz ““1) reconhecido o direito dos aposentados e assistidos de continuarem usufruindo do PAMA, como foi constituído, ….”, que confirma a responsabilidade das patrocinadoras pelo custeio do plano de Saude?
2) A rede credenciada do plano de saúde?
3) Os reajustes do PCE 140,98% (últimos três anos) ou 113,5% (últimos dois anos)?
4) A transferência dos 3 bilhões e 42 milhões de Superávits de 2010/11/12 e futuros para pagar a conta do PAMA, cuja responsabilidade é das patrocinadoras?
5) Que não foi dada nenhuma garantia de que esta fortuna será suficiente!
ENTÃO, NA PRÓXIMA VEZ QUE VOCÊ PARTICIPAR DA PESQUISA, NÃO ESQUEÇA: RESPONDA COM FIRMEZA E EXPRESSE O QUE REALMENTE VOCÊ PENSA!
Fonte: Sistel e Fenapas (05/11/2015) e Aposentelecom

FUNDAÇÃO ATLÂNTICO INSISTE EM ELEIÇÕES INDIRETAS

A Fundação Atlântico insiste em dar continuidade à eleição indireta, para os representantes dos participantes e Assistidos nos Conselhos Deliberativo e Fiscal. Insiste em aplicar um Regulamento Eleitoral que não garante o direito de voto dos Participantes e Assistidos, que tem várias inconsistências, um simulacro que se destina a perpetuar os Conselheiros que foram indicados em 2005 pela patrocinadora.

Estes conselheiros foram derrotados em eleições diretas em 2006, mas continuaram nos cargos por conta de liminar contra o Processo Eleitoral que eles mesmos conceberam e aprovaram. Talvez aí resida o medo a Eleições Diretas!
A Fundação Atlântico em reunião na PREVIC com a ANAPAR e a FENAPAS propôs-se a negociar o Regimento Eleitoral e a fazer novas reuniões na PREVIC, mas FALTOU à reunião com a PREVIC, que ela mesma propôs e lançou o “processo eleitoral”, sem nenhuma alteração. Na última reunião afirmou que o processo eleitoral está correndo muito bem e que será mantido!
Nesta prova renovada de AUTORITARISMO a Fundação Atlântico desrespeita o seu Estatuto (Artigos 13 e 14), os PARTICIPANTES, ASSISTIDOS e a PREVIC (órgão fiscalizador!) e insiste em eleições de Delegados para os Colégios Eleitorais, que elegerão os Conselheiros representantes dos Participantes e Assistidos nos Conselhos Deliberativo e Fiscal.
No novo Regimento Eleitoral, por Eleição Indireta, os Eleitores do CD e CF, são escolhidos (eleitos?) um para os ativos para cada estado, um para os assistidos em cada estado. A escolha ou eleição é feita em Assembleias de Sindicatos e de Associações (até em Assembleia da Atlântico), ou por voto pelo correio. A seguir os Eleitores escolhidos (se houver) é que elegem os Conselheiros. Se num dado estado não existir candidato, os participantes e ou assistidos deste estado não terão o seu direito a voto garantido!
A Fundação Atlântico prova que o Setor de Previdência Complementar, não está apto à Auto Regulação como a ABRAPP vem defendendo!
Veja o Boletins nº541 e 544 da ANAPAR
Fonte: ASTELPAR (31/10/2015)

Notícias do superávit do PBS-A dada pela ASTELPAR

 

Depois de tantos anos decorridos nossa paciência se esgotou. Não dava mais para esperar. Foram muitas idas e vindas sem que se vislumbrasse uma solução.

O alto valor do Superávit despertou a cobiça das patrocinadoras. Empresas que nunca contribuíram para o plano, que querem apoderar-se da metade, melhor dito, de todo o Superávit do PBS-A, para cobrir as suas responsabilidades de Custeio do Plano de Saúde PAMA.

A SISTEL joga no time das patrocinadoras. Afinal, seus Diretores são nomeados por elas. Lá, só podemos contar com os Conselheiros Eleitos pelos aposentados, que são minoria nos Conselhos.

O Fundo de Compensação e Solvência é ilegal e o uso pretendido pela sistel é ilegal, logo no dia 25 de setembro, a FENAPAS Ajuizou uma Ação para fazer valer o direito dos Aposentados e Pensionistas do PBS-A. Sabemos que a justiça é lenta e nem sempre justa. Porém, negociar com Oi, Vivo/Telefônica, Telebrás, etc., em nada resultou, não foi dada alternativa.

Se a Sistel e patrocinadoras tiverem propostas menos leoninas, podemos ouvi-las!

Fonte: Site da ASTELPAR

FUNDAÇÃO ATLÂNTICO PAGA SUPERÁVIT AO PBS-TCS E PBT-BRT

No pagamento do mês de maio/2015 a Atlântico iniciou o pagamento do Beneficio Adicional Temporário (BAT) que é o Superávit referente a 2010/2012. O BAT e a nova versão do Regulamento do TCSPREV foram autorizados pela Portaria PREVIC 195. A portaria e o Regulamento, não esclarecem as premissas utilizadas.

Após vários questionamentos à Atlântico, conseguimos saber que o BAT será recebido pelos Grupos PBS-TCS (470assist+100part) e PBT-BrT (25assist), que a Reserva Especial Individual é proporcional à Reserva Matemática do Assistido, que o BAT será pago à razão de 50% do beneficio mensal, que não será pago com o 13º, sendo que o BAT se extinguirá quando terminar a Reserva Especial Individual. Se ocorrer queda no retorno dos investimentos o pagamento do BAT pode ser suspenso ou seu valor alterado, logo recomendamos que não sejam assumidos compromissos contando com os valores a receber.

Conseguimos saber que a proporção contributiva apurada é de 56,04% para as patrocinadoras e 43,96% para os assistidos, o que deixa dúvidas, pois desde 1998 a contribuição para o PBS foi paritária.

Pergunta da Astelpar: “Todos os Assistidos dos grupos aos quais será destinada a Reserva Especial receberão o BAT?”

Resposta da Atlântico: “De acordo com as orientações da PREVIC – Superintendência Nacional de Previdência Complementar o critério para a destinação da parcela da reserva especial que cabe aos participantes e assistidos considera apenas as reservas matemáticas individuais na modalidade de Benefício Definido, haja vista que somente estas reservas geram resultado (superavitário ou deficitário) ao Plano. Neste sentido, os grupos PBS-TCS e PBT-BrT que contribuíram para a cobertura dos benefícios constituídos nessa modalidade, no período de apuração da proporção contributiva para efeito de destinação, foram alcançados nesta destinação. Os demais grupos não são elegíveis, uma vez que o Patrocinador é integralmente responsável pela cobertura de eventual déficit técnico, conforme prevê o Regulamento do Plano”.

As Fundações só são obrigadas a responder questionamentos formais realizados por Participantes Ativos ou Assistidos. Se você quer maiores esclarecimentos da Fundação Atlântico, precisa fazer uma solicitação formal, pessoalmente. Busque orientação da Astelpar de como fazê-la.

Fonte: ASTELPAR (31/10/2015)

ASTELPAR (PR) PUBLICA ARTIGO SOBRE O PAMA: SOLUÇÃO OU FUGA DE RESPONSABILIDADES?

PAMA: Solução ou fuga da responsabilidade?

Que a situação do Plano de Saúde dos Sistelados não era boa todos nós sabíamos. Que os recursos financeiros estavam se esgotando também era de nosso conhecimento. Que o Regulamento do Plano determina que a responsabilidade de custeio dos gastos de saúde é das patrocinadoras também é do conhecimento de todos. Que essa responsabilidade ardilosamente estava sendo transferida para os aposentados todos nós constatávamos, pois as mensalidades do Programa de Coberturas Especiais – PCE estavam sendo reajustadas a níveis insuportáveis.

Em face disto tudo a ASTELPAR entrou com uma Ação Civil Pública para que nosso direito fosse preservado. Da mesma forma, a FENAPAS e outras Associações procuraram o remédio jurídico para sanar o problema.

A SISTEL decidiu criar um Grupo de Trabalho para buscar uma solução para o PAMA. Os quatro Conselheiros Eleitos participaram dos estudos, juntamente com quatro Conselheiros indicados pelas patrocinadoras e a Diretora de Saúde da SISTEL, Adriana Meirelles. Ao final de dois meses de discussão o que se tinha de resultado era uma proposta indecorosa: Utilizar o superávit existente no plano previdenciário (PBS-A) para cobrir o déficit do Plano Assistencial (PAMA), sem cancelamento de reajustes, sem retorno de suspensos! Pela proposta, R$ 3.042.000.000,00 (Três Bilhões e quarenta e dois milhões, você não leu errado, é isto mesmo) serão transferidos para o PAMA. São aproximadamente R$ 160.000,00 por aposentado. É um valor altíssimo para um plano de saúde de baixa qualidade, devido à má administração.

Na reunião do Conselho Deliberativo, realizada em 30 de setembro, o Diretor Presidente da Sistel, informou que o equacionamento do déficit do PAMA, será resolvido criando-se o Fundo de Compensação e Solvência ao qual se transferirá o Superávit do PBS-A, apesar de que medidas referentes ao PAMA, são de definição exclusiva da Diretoria Executiva da Sistel e não estarem sujeitas a aprovação do Conselho. Os Conselheiros Eleitos Burlamaqui, Cleomar e Ezequias manifestaram-se formalmente contra a decisão, ilegal da Diretoria Executiva da Sistel e os oito Conselheiros indicados pelas patrocinadoras manifestaram-se a favor, juntamente com o Conselheiro de São Paulo.

A SISTEL usou como justificativa para utilizar o superávit do PBS-A, a sentença de uma Ação Judicial que a FENAPAS impetrou em 2001, mas esqueceu da primeira parte da sentença: “1) reconhecido o direito dos aposentados e assistidos de continuarem usufruindo do PAMA, como foi constituído, …..2) …. 3)……. providenciar a transferência de valores do Fundo de Compensação e Solvência para o PAMA, até suprir eventual déficit.”. No Regulamento do PAMA como foi constituído e no Regulamento do PBS-A, esta bem claro que a responsabilidade do Custeio é das patrocinadoras e a sentença não manda constituir o FCS, mas como o FCS só existe no “Acordo de Patrocinadoras”, a sentença confirma a responsabilidade das patrocinadoras no Custeio do PAMA, o que nada tem haver com o superávit do PBS-A.

É importante destacar que a FENAPAS entrou, no dia 25 de setembro, com uma Ação Judicial para a liberação de 100% do superávit para os aposentados, portanto não se pode afirmar que o assunto está encerrado.

Veja a Manifestação dos Conselheiros Burlamaqui, Cleomar e Ezequias.

Fonte: Aramburo e ASTELPAR (31/10/2015)

Nota da Redação: Muito estranho e duvidoso a Sistel, passados 12 anos da promulgação da sentença, implementar somente um de seus 3 itens e mesmo este contestável.
Logicamente ninguém deseja as multas, mas por que não implementaram o primeiro item da sentença, ou seja, o PAMA como foi constituído, sem contribuições de assistidos, sem coparticipações, com todos usuários que estavam previstos e com custeio integral das patrocinadoras, pelo menos que fosse de agora em diante.
Mas o que se vê, e cada dia fica mais claro, é que as patrocinadoras isentam-se de qualquer responsabilidade presente e futura com seus planos, mesmo se auto denominando “patrocinadoras” e mandantes dos conselhos da Sistel, sempre com a anuência desta última.

Fonte: Blog Vida de Aposentado em Telecom

Reunião Conselho Deliberativo da Sistel – Relato dos Conselheiros

Na Reunião do Conselho Deliberativo da Sistel, de 28/10/15, foram abordados:

1- A gerência de Auditoria Interna apresentou o andamento dos trabalhos. Foi sugerido que a AI acompanhe as premissas adotadas (RODARTE) para o PAMA através de testes de aderência.

2- Estudos para melhoria do PCE – Matérias aprovadas:

  •     Casal Sistelado: O impacto financeiro é irrelevante. O casal pode optar para que apenas um pague o PCE. O que tem a contribuição maior é o que deve permanecer como contribuinte.
  •     Isenção em cirurgias de facetomia (catarata). Não haverá coparticipação. Impacto de 6,2 milhões.
  •     Contribuição do Pensionista: impacto de 40,8 milhões. O cônjuge sobrevivente permanece com a mesma mensalidade.

As propostas positivas acima foram aprovadas por unanimidade. A SISTEL analisará outras possíveis melhorias para o plano, a serem posteriormente apresentadas.
O Conselheiro Burlamaqui apresentou proposta para cancelamento do artigo 14 do Regulamento do PCE que exclui do PAMA o assistido inadimplente com o PCE.

3- Ampliação do VIVER MELHOR: Quem gerencia o programa é a AXISMED. É um acompanhamento individualizado com o objetivo de reduzir custos através de monitoramento e orientação individual para doentes crônicos.
A proposta é incluir mais 2200 doentes crônicos no programa. O contrato prevê remuneração através de taxa de sucesso. Em nenhuma hipótese haverá perda para a SISTEL.

4- Alterações no Regulamento do PBS-SISTEL: O principal objetivo é a inclusão de menores sob a guarda do participante. E salvaguardar o plano em casamentos ou uniões estáveis após a concessão, cobrando-se um aporte de recursos, se for o caso.

NATUREZA INFORMATIVA:
5- Foi aprovado o Calendário de Reuniões de 2016, com reuniões bimestrais.

6- Foi apresentado Estudo de reestruturação do call-center. O Conselheiro Ezequias propôs que a SISTEL incrementasse a parceria operacional já existente com as ASSOCIAÇÕES, no sentido de melhorar o atendimento aos participantes, bem como economia no processo.

7- Desempenho de Planos: As metas atuariais não foram atingidas mas os resultados são positivos. O PBS-A teve um retorno de 8,49% no ano, os demais PBSs 9,37% e os planos PREV 7,64%. O demonstrativo dos resultados, plano a plano, está no Portal da SISTEL.

8- Transferência de Recursos para o PAMA: Desconstituiu-se a destinação do superávit e constituiu-se o Fundo de Compensação e Solvência no valor de R$ 3,042 Bilhões. Sobraram R$ 154 Milhões para serem destinados.

NOTA: A FENAPAS entrou com Ação para a destinação Legal do Superávit do PBS-A, portanto não se pode afirmar que o assunto está encerrado!

Fonte: FENAPAS (29/10/2015)