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| ANAPAR – Associação Nacional dos Participantes de Fundos de Pensão SCS Qd. 06 Bl. A Ed. Carioca sala 709, Brasília-DF | Fones: (61) 3326-3086 / 3326-3087 | anapar@anapar.com.br |
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Arquivos da Categoria: Fundos de Pensão
Prorrogação do prazo de realização do Pacote de Exames Preventivos

ASTELPAR convoca AGE para ação coletiva sobre PAMA
EDITAL DE CONVOCAÇÃO DE ASSEMBLÉIA
Pelo presente EDITAL a ASSOCIAÇÃO DOS APOSENTADOS, PENSIONISTAS E PARTICIPANTES DE FUNDOS DE PENSÃO DO SETOR DE TELECOMUNICAÇÕES NO PARANÁ – ASTELPAR, em conformidade com as disposições constantes do Capítulo IV de seu Estatuto, convoca os associados para Assembleia Geral Extraordinária, a ser realizada na sede da Associação, na Avenida Luiz Xavier nº 68, 5º Andar, sala 519, Centro, Curitiba/PR, no dia 10 de Setembro de 2014, sendo que a AGE será instalada às 14:00 horas, em primeira convocação e, na falta de quórum mínimo estabelecido pelo Estatuto Social, trinta minutos depois, em segunda convocação, com qualquer número de presentes, para discussão e deliberação sobre a seguinte ordem do dia:
1) Discussão e aprovação do ingresso de ação coletiva em face de Oi S/A, Tim Celular S/A e Fundação Sistel de Seguridade Social, tendo como objeto assegurar o cumprimento das obrigações referentes ao Plano de Assistência Médica do Aposentado (PAMA) em favor dos associados, bem como autorizar a contratar advogados e aprovar custos e despesas processuais.
2) Outras deliberações correlatas.
Fonte: Site da ASTELPAR
Anapar: Curso Básico de Finanças e Investimentos no RJ, dias 8 e 9 de setembro
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Sistel Presente em Curitiba: Superávit do PBS-A, PAMA e PCE.
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A Diretora de Seguridade da Sistel, Sra. Adriana, apresentou a situação do Superávit (Sobras) do PBS-A e a situação do PAMA e PCE, temas que são as principais preocupações dos Sistelados. Sobre o Superávit fez um histórico dos acontecimentos, informando que a SISTEL havia conseguido um fato inédito: superar a exigência inicial da TELEBRÁS que queria 68,8% do superávit, correspondente à parte que lhe caberia como patrocinadora, mediante a complementação do valor pelas demais patrocinadoras. Assim, as patrocinadoras pós-privatização ficariam com 50% do total, menos os 18,8% adicionais pretendidos pela TELEBRÁS e os aposentados ficariam com 50%. Depois de tudo acertado a TELEBRÁS voltou atrás e passou a exigir 68,8% do total e não mais somente sobre a parte correspondente aos PBS-A ex-funcionários da Telebrás. A nova Diretoria da TELEBRÁS está reavaliando a situação e espera-se o seu pronunciamento após a reunião do seu Conselho de Administração, agendada para Setembro. A Sistel pleiteou junto à PREVIC a liberação de 31,2% para os participantes, mas o órgão de fiscalização não concordou, pois não existe a distribuição parcial de superávit. Ou é o todo ou não é nada! A Sra. Adriana afirmou que foi um erro da SISTEL divulgar a intenção de realizar a distribuição voluntária do superávit de 2009 antes da aprovação final do processo, pois foi gerada uma expectativa que não se concretizou e gerou uma grande frustração dos Aposentados e Pensionistas. Respondendo aos presentes, informou que o valor aproximado que caberia ao participante seria aproximadamente algo em torno de 8 suplementações, sendo 4 à vista e 4 em 35 parcelas e declarou: “A Sistel esta aguardando a posição da Telebrás e do DEST, sobre o Superávit. Não existe prazo para manifestarem-se!” Sobre o PAMA e PCE a Sra. Adriana lembrou que foram realizados altos reajustes das mensalidades em Dez/2012 (12,86%) e Dez/2013 (32,6%). Segundo ela, a criação do PAMA foi uma estratégia para possibilitar uma renovação do quadro de pessoal, pois os funcionários postergavam a aposentadoria para não ficar sem plano de saúde. O Fundo Garantidor do PAMA foi iniciado em 1991 com a contribuição das patrocinadoras de um percentual sobre a folha de pagamento. Com a privatização, as empresas reduziram drasticamente o quadro de pessoal por meio de demissões, PDV e PDI. Consequentemente, as contribuições baseadas na folha de pagamento, praticamente zeraram. De 2001 até o ano de 2012 o Fundo Garantidor do PAMA manteve-se em equilíbrio, mas em 2013 o fundo caiu quase pela metade em razão da péssima rentabilidade dos investimentos. A Diretora de Seguridade afirmou que se o assunto fosse judicializado ela não teria dúvidas de que um juiz sempre adotaria decisões favoráveis aos aposentados, mas que não se pode esquecer de que existe um Artigo no Regulamento do PAMA que autoriza a SISTEL a reduzir a rede e as coberturas. A referência foi ao Artigo 13 do regulamento, que realmente prevê essa possibilidade. Sobre a possibilidade de utilização do SUPERÁVIT do PBS-A para suprir o PAMA, ela fez as seguintes observações: - Consultaram a PREVIC e a mesma disse NÃO. São coisas diferentes que não se misturam. - Entretanto, a PREVIC afirmou que havendo uma concordância de todos isto pode ser feito. - A Sra. Adriana colocou: “Como fazer acordo com 35.000 pessoas?” - Ainda nas palavras da Sra. Adriana: “Não é uma solução simples. Alguns irão contestar. Basta uma única pessoa discordar que torna o processo de transferência inviável!. Qualquer pessoa pode iniciar uma ação judicial!” Sobre os controles do PAMA e do PCE fez as seguintes colocações: - O total de R$ 345 milhões do fundo é do todo, PAMA e PCE. - A contabilidade é a mesma e, portanto, única. - Só o gerenciamento é separado. - O PCE não subsidia o PAMA pois o perfil dos usuários é diferente, o Aposentado do PCE gasta uma média de R$ 500,00 por ano e o do PAMA menos de R$ 200,00 por ano. Associado, esta matéria não faz juízo de valor. É apenas um breve relato do que foi apresentado. Reflita sobre o assunto e, na dúvida, procure a Astelpar. Fonte: Site da ASTELPAR |
RENDIMENTOS DOS PLANOS DA SISTEL NO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2014 MOSTRAM RECUPERAÇÃO. DESTAQUE VAI PARA O PAMA E PBS-A QUE SUPERARAM A META ATUARIAL
Vejam os rendimentos de junho de 2014 e nos seis primeiros meses deste ano dos 5 planos relativos ao pessoal do CPqD / APOS e as metas:
| Planos | Rentabilidade Junho 14 | Rentabilidade Ano 2014 |
| CPqDPrev | 1,12% | 3,55% | |
| InovaPrev | 1,12% | 5,66% | |
| PBSCPqD | 1,07% | 3,65% | |
| PBS-A | 1,15% | 8,39% | |
| PAMA | 0,08% | 12,10% |
Importantíssimo – Plano de Saúde
No Fórum do Rio de Janeiro existe um Plantão Judiciário, 24 horas (inclusive finais de semana e feriados ) somente para resolver problemas relativos a atendimento de PLANOS DE SAÚDE.
Exemplo: Na necessidade de uma cirurgia de emergência ou colocação de prótese, e seu plano de saúde não quer liberar a cirurgia. Pode recorrer a esse Plantão Judiciário. Eles darão todas as orientações de como proceder e, se for necessário, eles mesmos farão contato com o hospital e o plano de saúde para solucionar o problema.
Anotem os telefones, e coloquem na memória dos celulares:
(21) 3133-4144 e 2588-4144
Podemos precisar a qualquer momento, ou alguém de nossa família.Repasse para seus amigos do Rio de Janeiro e de outras localidades para seguirem o exemplo
Alerta: golpista frauda documento e tenta ludibriar participantes
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Nova carta enviada pelo assistido Rubens Tribst à Sistel, PREVIC e Telebras sobre os superavits do plano PBS-A e sobre a cisão do PBS de jan2000
O nosso Colega Rubens Tribst encaminhou nova Carta, em 30/07/2014, à Sistel, com cópia à PREVIC e à Telebras:
RESPOSTA AOS DESAFIOS
A segunda metade do ano começa agora de verdade e a nossa agenda reflete, especialmente nesse final de julho e ao longo de agosto, a quantidade de oportunidades e desafios que vamos enfrentar nesse segundo semestre. São mudanças que envolvem ou não alterações nas normas, as vezes implicam mais no apregoar de novas atitudes, mas todas requerem discussões e o alinhamento de argumentos que as sustentem tecnicamente. Por exemplo, na próxima quinta-feira (31), acontece a primeira reunião da Comissão Mista que reúne a Abrapp, ICSS e Sindapp e está voltada para o desenvolvimento de uma proposta de autorregulação, um gesto dessa vez notadamente efetivo da parte de um sistema que muito tem crescido em sua gestão, governança e uso dos mais adequados controles.
No mesmo dia, na parte da manhã, estará reunido o CEI (Comitê de Estratégia e Integração), um fórum que favorece o alinhamento das políticas seguidas pela Abrapp, ICSS e Sindapp. Como é regularmente ressaltado, as nossas três entidades atuam sempre de forma integrada, ainda que mantendo as especificidades de seu pensamento e ações, uma vez que cada uma têm um papel diferente a desempenhar.
Ainda em agosto é esperado que a Comissão Ad Hoc de Precificação de Ativos, Passivos e Solvência da Abrapp encaminhe suas propostas e justificativas das sugestões apresentadas, como subsídio que ofereceremos aos trabalhos da Comissão Temática 4 do CNPC. Nesta última é travada uma discussão crucial para o nosso sistema, por envolver a busca de uma solução definitiva para as cobranças que sofremos, por mais que sejamos reconhecidos como voltados para o longo prazo, por conta de desequilíbrios circuntanciais como efeito de conjunturas atípicas.
Oportunidades - Agosto traz uma agenda de muitas oportunidades, chances de entender melhor tudo que acontece trocando ideias e experiências com profissionais das demais entidades e especialistas convidados para em suas palestras oferecer um olhar novo sobre questões que ainda pedem aprofundamento na análise. É que o mês que vem tem agendado três eventos em relação aos quais as expectativas são as maiores: já nos dias 11 e 12 São Paulo será sede do 9º Encontro Nacional dos Advogados das EFPCs (ENAPC); no dia 13 o Rio de Janeiro vai receber o quinto seminário A Sustentabilidade e o Papel dos Fundos de Pensão no Brasil e nos dias 26 e 27 a capital fluminense estará recebendo o seminário O Desafio da Gestão de Investimentos dos Fundos de Pensão.
As inscrições já estão abertas para o primeiro desses eventos, o 9º Encontro Nacional de Advogados das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (ENAPC), que a cada ano atrai um número crescente de profissionais do Direito. Já na abertura será oferecida uma ampla visão de como a previdência complementar figura na jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça – STJ, tema mais que fundamental no cotidiano das áreas jurídicas de nossas associadas.
Questões novas, como a forma pela qual dirigentes percebem a importância das áreas jurídicas de suas entidades, vão ser abordadas com a riqueza de informações que só a presença de tantos profissionais experientes e conhecedores da matéria torna possível. A chamada “Lei Anticorrupção”, que entrou em vigor no início deste ano, estará sendo explicada em suas muitas implicações.
Ética, transferência de riscos e ato regular de gestão também estão na grade temática, ao lado das cautelas jurídicas nos investimentos e no relacionamento com os participantes. Outros temas, já tratados em encontros anteriores, continuam muito atuais e vão merecer um novo olhar.
O 9º ENAPC está com sua programação disponível emhttp://sistemas.abrapp.org.br/educaprev/eventos/enapc.htm e conta com patrocinadores como Bocater, Camargo Costa e Silva Advogados; Bothomé Advogados Associados; Caldeira Lobo; Cruz de Oliveira; FSTK – Feiden, Salerno, Traverso e Kvitko Advogados Associados; JCM&B; Martinelli Advogados; Messina, Martins e Lencioni Advogados; Nelson Wilians; Pagliarini; Pinheiro Neto Advogados; Raeffray; Reis Advocacia, Zamari Marcondes, Mollo e Silva Sociedade de Advogados e IRB-Brasil.
No nosso caso, o evento seguinte, o 5º seminário A Sustentabilidade e o Papel dos Fundos de Pensão no Brasil , patrocinado pela BRAM – Bradesco Asset Management, assume um caráter bastante prático. Sua motivação está longe de funcionar como um espaço para mostrar boas intenções, uma vez que o nosso sistema, até por suas preocupações sociais, está mais obrigado do que outros a revelar uma imagem positiva, mas para as nossas entidades há outros tipos de razões concretas a considerar. Uma delas é que os fundos dependem de ativos sustentáveis para manterem as suas atividades no longo prazo. Outra motivação é que por sua natureza precisam estar mais alinhados às demandas da sociedade, que cada vez mais é capturada pela ideia da sustentabilidade.
E sem esquecer que diversos estudos internacionais já mostraram que investimentos em ações de empresas social e ambientalmente responsáveis produzem um retorno acima do oferecido pelos papéis de companhias que não são nem uma coisa nem outra.
O terceiro, o seminário O Desafio da Gestão de Investimentos dos Fundos de Pensão, patrocinado pela Bloomberg, BRAM, Hancock Asset e Vinci Partners, é um daqueles eventos cuja importância e oportunidade são algo evidente. Será uma chance e tanto de ampliar a visão dos gestores, no momento em que estes estão às voltas com desafios talvez nunca antes enfrentados. Embora a um prazo mais longo os fundos de pensão continuem exibindo resultados perfeitamente compatíveis com as obrigações expressas no passivo, no ano passado e neste percebe-se dificuldades conjunturais, cujas causas estão no mercado e não na gestão e que se refletem nos números contabilizados. São esses obstáculos a vencer que tornam o seminário de agosto uma oportunidade a não ser desperdiçada.
Fonte: Diário dos Fundos de Pensão
