NOTA DE FALECIMENTO

Com muita tristeza, a APAS-RJ participa o falecimento de um de seus fundadores e único Diretor de Comunicação, Renato Francalanci Gonçalves, ocorrido ontem, 14 de outubro. Viúvo, deixa filha e netos.
Renato foi um colaborador dedicado e, por muitos anos, Diretor assíduo e diligente. Criador do jornal da Associação, o Informe APAS,foi incansável para tornar realidade a primeira edição do Informe, em junho de 1998. Sua laboriosa luta jornalística, em prol da Associação, deixa-nos lições de companheirismo e um legado de nobre luta pelos associados menos favorecidos, foco de suas matérias.
Renato deixa no coração de todos, aqui da APAS-RJ, uma imensa saudade.
Neste instante de muita tristeza e saudade, a Diretoria da APAS-RJ, em nome de todos os associados, se solidariza com a família e amigos do inesquecível companheiro Renato Francalanci.

Informe Superávit PBS-A

Setembro 2019

Prezado Associado,
Muitos são os textos que circulam entre os Associados sobre o superávit do PBS-A/ Sistel.
Os acontecimentos passados já foram relatados em nossos Informes. Agora, registramos para seu conhecimento as últimas posições adotadas pela Sistel, pela Previc e pelos Conselheiros eleitos.
Antes, vamos lembrar que a APAS-RJ, em Assembleia passada, no Clube de Engenharia, aprovou a distribuição dos superávits, da época, na proporção de 50% para os Assistidos e 50% para as Patrocinadoras. Esta tomada de posição visou a liberação daqueles superávits, considerando a avançada idade média do grupo. E, infelizmente, por motivo do conhecimento de todos e alheios à nossa vontade, não foi possível concretizar nossos objetivos.
A partir de 2015, novo processo foi iniciado, referente aos anos de 2012/14/15. E a APAS-RJ, em comum acordo com os Conselheiros eleitos, participou de ações que culminaram com o que abaixo relatamos.
Quando da remessa do processo da Sistel para a Previc, a mesma fez exigências e, com base em informações recebidas da Sistel, os Conselheiros eleitos protocolaram carta à Previc com as ponderações necessárias ao esclarecimento do assunto.
O item de maior relevância desta correspondência era manter e registrar no Regulamento PBS-A a responsabilidade das Patrocinadoras, na cobertura de 100% do equacionamento de eventuais déficits do nosso Plano, conforme acordado entre Patrocinadoras e Sistel, no momento da cisão do PBS, ocorrido em 31/01/2000.
Em paralelo a esta correspondência, também os Conselheiros eleitos agendaram reunião com o Superintendente da Previc e equipe técnica para apresentarem os argumentos sobre os itens analisados pelo órgão fiscalizador.
Depois da argumentação dos Conselheiros eleitos, a Previc, aceitou manter o artigo, pois, caso houvesse omissão formal dessa cláusula, recairia sobre os Assistidos o compromisso de se efetuar o pagamento paritário (50%) de eventual déficit futuro do plano.
Neste encontro dos Conselheiros eleitos com a Previc, esta argumentou que o valor do pagamento do Superávit deve ser efetuado em 36 parcelas iguais, atualizadas mensalmente, conforme prescreve a Resolução 30, Art.26, a fim de que não haja desequilíbrio do Plano e, se houver qualquer imprevisto no meio do caminho (déficit), a distribuição será interrompida conforme determina a legislação vigente.
Esperançosos em que tenhamos êxito, a APAS-RJ, continuará acompanhando o processo e, caso tenhamos outros fatos relevantes, faremos nova comunicação.
Atenciosamente,
A DIRETORIA

ELEIÇÕES FUNDAÇÃO ATLÂNTICO

No dia 12 de março, foi realizada a reunião dos Colégios Eleitorais para a eleição dos novos membros dos Conselhos Deliberativo e Fiscal da Fundação Atlântico representantes dos participantes ativos e assistidos.

A participação das Associações afiliadas à Fenapas nesta forma de eleição, não foi suficiente para dar uma representatividade razoável ao pleito. Consideramos está eleição eivada de lacunas e antidemocrática por não garantir o direito de voto a todos os participantes, ficando grande parcela de eleitores quer ativos ou assistidos privados de votar, à margem do processo. Não foi cumprida a obrigação de garantir o direito de voto a todos os participantes quer sejam ativos ou assistidos como prevê o regramento legal.

Aos participantes ativos dos estados de AL, CE, GO, MT e RS e aos participantes assistidos dos estados de AL, AP, GO e TO, não foi possibilitado o exercício do voto, mesmo de forma indireta, pois não houve candidatos a delegados nestes estados. Isto significa que não foi garantido o direito de voto a estes participantes ativos e assistidos.

Para verificar a falta de representatividade dos Colégios Eleitorais, nesta forma de eleição, basta solicitar a Fundação Atlântico a quantidade de votos que os delegados aos Colégios Eleitorais, receberam de participantes ativos e assistidos.

Veja abaixo os Conselheiros eleitos pelos Colégios Eleitorais, neste processo eleitoral que não atende à legislação vigente.

CONSELHO DELIBERATIVO

Conselheiro: Alvimar Marques Camacam (DF) (Participante Ativo)

Suplente: Maria Altinizia Santos de Santana (AC) (Participante Ativo)

Conselheiro: Rogério Pereira Lobo (SP) (Assistido)

Suplente: Ailton Cesar Ferreira Reis (RJ) (Assistido)

 

CONSELHO FISCAL

Conselheiro: Edvaldo Miron da Silva (SP) (Participante Ativo)

Suplente: Pedro Vitor Dias da Rosa (PR) (Participante Ativo)

RETIFICAÇÃO DO INFORME DO PRESIDENTE DE 08/03/19

Prezados colegas,

Esclareço e retifico o item 3 do Informe divulgado em 08/03/19:

 3) De acordo com a legislação vigente, a PREVIC tem o prazo para aprovação de processo de distribuição de superávit, de 60 a 90 dias úteis. Este prazo de acordo com o cronograma da Sistel terá início em 30/04/19 e somente após o seu término, poderemos vislumbrar o início da distribuição dos tão esperados superávits.
De qualquer forma atuaremos junto com a Sistel, no sentido de tentar abreviar este prazo.”

Rio, 09/03/2019

Carlos Alberto Burlamaqui

Presidente

INFORME DO PRESIDENTE

Caros Colegas,

Para o conhecimento de todos, informo o seguinte:

1)      Superávits de 2012, 2014 e 2015 -> Foi aprovada em 18/2/19, a alteração do Regulamento do PBS-A, que permite a distribuição na proporção de 50% para os assistidos e 50% para as patrocinadoras;

2)      Tal alteração regulamentar precisa ser aprovada por todas as patrocinadoras e posteriormente pela PREVIC;

3)      A Sistel acredita que estas providências sejam concretizadas até 30/04/19, o que permitirá a distribuição logo em seguida;

4)      Caso alguma das patrocinadoras ou a PREVIC não aprove, o processo volta à estaca zero;

5)      Quando for efetivada a distribuição, a contribuição do assistido, que conta dos contracheques da maioria dos assistidos, deixará de existir, o que representa um ganho adicional;

6)      A Sistel se comprometeu a reduzir o limite das coparticipações do PAMA, em 10% nas despesas médicas.

 

Rio, 08/03/2019

Carlos Alberto Burlamaqui

Presidente

IMPOSTO DE RENDA NA APAS

IMPOSTO DE RENDA 2018
(NA SEDE DA APAS-RJ)

Dias/horário – 28/3, 4/4, 11/4 e 18/4
(das 8hs às 15:30hs)
Associado – R$ 110,00 no ato
Necessário agendar: Tel: 2157-3566 ou 22627466
Aos proprietários de imóveis:
Endereço completo com CEP
Área do(s) Imóvel(eis)
Matrícula do(s) Imóvel(eis)
Nome do Cartório onde se encontra registrado o Imóvel

SISTEL: COM RESULTADOS DE OUTUBRO, TODOS PLANOS, EXCETO INOVAPREV, SUPERAM META ATUARIAL DO ANO. PAMA RENDE 44% ACIMA DE SUA META NESTE ANO. PBS-CPQD E CPQDPREV TÊM RENDIMENTO ACUMULADO DE 9,5%

Os 3 planos exclusivos do CPqD e suas coligadas (PBS-CPqD, CPqDPrev e InovaPrev) tiveram um rendimento no mês de outubro de 1,2%, enquanto a meta mensal deles (INPC + 4,38% aa) era de 0,8%.

No acumulado no ano, até o final de outubro, PBS-CPqD e CPqDPrev tiveram uma rentabilidade de 9,5% (meta de 7,3%), enquanto o InovaPrev teve um rendimento acumulado de 6,9%, abaixo da meta de 7,3%.

CPqDPrev e PBS-CPqD tiveram um rendimento nesse ano 30% superior a sua meta, enquanto o InovaPrev ficou 5% abaixo da meta até outubro.

Os planos PBS-A e PAMA tiveram um rendimento em outubro de 1,1%, quando a meta era de 0,8% e 0,7%, respectivamente. No acumulado do ano os rendimentos ficaram, respectivamente, 20% e 44% acima da meta.

Chama a atenção a defasagem de 44% entre o que foi previsto como meta para o plano previdenciário PAMA e seu rendimento obtido até outubro deste ano. Uma demonstração que os valores previstos e transferidos dos superávits integrais de 2009 a 2011 e parcial de 2012 do plano PBS-A a esse plano foram além dos necessários.

Fonte: Blog Aposentelecom

EM RECUPERAÇÃO JUDICIAL, OI DILAPIDA PATRIMÔNIO DEIXADO PELA TELEBRAS – PREJUÍZO DE R$ 1,3 BI NO 3º TRIMESTRE

Resultado fraco é decorrente da queda na base da rede fixa e móvel

Em recuperação judicial, a Oi segue com dificuldades de registrar números positivos em seus balanços. O grupo de telecomunicações reportou nesta quarta-feira prejuízo líquido de R$ 1,335 bilhão no terceiro trimestre, montante 25 vezes maior que o prejuízo de R$ 19 milhões de um ano antes. O balanço é um somatório de um resultado financeiro negativo e piora operacional.

O fraco resultado também atingiu as ações da operadora nesta quarta-feira. Por volta das 12h, as ações ordinárias da Oi caíam 4,7% e as preferenciais cediam 1,3%. O Ibovespa, referência do mercado acionário brasileiro, mas que não têm os papéis da operadora em sua composição, subia 0,35%.O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado, ou de rotina, somou R$ 1,459 bilhão, queda de 9,1% em relação ao mesmo período do ano anterior. A margem Ebitda ajustada, na mesma comparação, caiu 0,3 ponto percentual, para 26,6%.

A receita líquida total recuou 8,1%, para R$ 5,481 bilhões, com a receita no Brasil registrando queda de 8,2% na mesma comparação. A empresa explicou que a queda na receita na comparação anual reflete o impacto do reajuste das tarifas concedido em julho de 2017, mas que a tendência é de melhora na comparação com o trimestre anterior. Em relação ao segundo trimestre, a receita líquida total da Oi recuou 1,2%.

“A comparação sequencial mostra uma melhoria de tendência, com desaceleração de queda, principalmente em função da boa performance da mobilidade, que apresentou o maior crescimento sequencial de receita líquida de clientes do mercado”, justificou a Oi no material de divulgação do balanço.

Interpretação do mercado
“O desempenho da Oi seguiu fraco neste terceiro trimestre com queda tanto na base da rede fixa quanto da rede móvel”, destacou a equipe da corretora Coinvalores em nota a clientes, chamando atenção também para a queda no uso de dados, pressionada principalmente pela significativa retração no número de clientes da categoria pré-pago.

Os custos e as despesas operacionais caíram 7,7%, para R$ 4,022 bilhões. A Oi destacou que considerando a inflação em 12 meses de 4,5%, as despesas recuaram 11,9% em termos reais ante o terceiro trimestre de 2017.

De acordo com o balanço, o resultado financeiro consolidado ficou negativo em R$1,455 bilhão, ante resultado positivo de R$ 17 milhões no terceiro trimestre de 2017 e resultado negativo de R$ 1,199 bilhão no segundo trimestre.

Segundo a Oi, a piora na base anual decorre de receitas financeiras contabilizadas no terceiro trimestre de 2017, quando o item ‘resultado cambial líquido’ ficou positivo em R$ 857 milhões devido à valorização do real ante o dólar, ante resultado negativo neste ano de R$ 279 milhões.

Operações internacionais
No terceiro trimestre, os investimentos (capex) consolidados, considerando as operações internacionais, somaram R$ 1,526 bilhão, alta de 13,4% na comparação anual. As operações brasileiras apresentaram um capex de R$ 1,5 bilhão— alta de 12,2% ante o terceiro trimestre de 2017.

A companhia fechou o trimestre com caixa de R$ 5,161 bilhões e uma dívida líquida de R$ 10,976 bilhões. A dívida recuou 75,1% em relação a igual intervalo do ano passado, em consequência da conclusão do processo de recuperação judicial, mas subiu 9,5% frente ao segundo semestre de 2018.

A operadora justificou que a evolução da dívida líquida é decorrente, principalmente, do aumento da dívida bruta no período. “Vale ressaltar que no terceiro trimestre de 2018 a companhia iniciou os pagamentos de credores trabalhistas, em linha com o estabelecido no plano de recuperação judicial, tendo sido pagos o total de R$ 70 milhões no período.”

Fonte: Blog Aposentelecom