Entrevista do candidato ao Conselho Fiscal da Sistel Sergio Girão

Leia, a seguir, a entrevista do candidato ao CF da Sistel, Sergio Ellery Girão Barroso,  apoiado pela APAS-RJ, concedida ao jornalista João Carlos Fonseca.

 

  J.C.FONSECA – Poderia nos dar seu nome e atual posição

Girão  -  Meu nome é Sérgio Ellery Girão Barroso. Sou engenheiro eletrônico, formado em 1966 pelo Instituto de Tecnologia da Aeronáutica – ITA, atuário (2003) e estatístico (2005) formado pela UFRJ. Atualmente, sou membro do Conselho Fiscal da Fundação Sistel de Seguridade Social (SISTEL). Meu mandato, iniciado em 2012, expira em 2015. Sou candidato a um novo mandato.

J.C.FONSECA – Fale-nos um pouco de seu passado acadêmico

Girão-  Sou natural de Fortaleza, no Ceará. Fiz mestrado em Pesquisa Operacional no ITA, em 1969. Fui professor daquele estabelecimento de ensino superior, em cursos de Pesquisa Operacional,  Probabilidade e Estatística.

J.C.FONSECA – Um pouco de sua vida profissional.

Girão – Em 1973, me transferi para a Companhia Telefônica Brasileira – CTB, que acabou virando Telecomunicações do Estado do Rio de Janeiro –Telerj e onde permaneci até 1998, depois da privatização.

J.C.FONSECA – Sua  atuação na Telerj.

Girão – Iniciei como engenheiro no Departamento de Processamento de Dados, na Gerência de Pesquisa Operacional, encarregada, à época, de desenvolver sistemas de otimização para telecomunicações.  Basicamente, fiquei nessa área, a que fui acrescentando trabalhos de estatística.

J.C.FONSECA – O Sr.  se sente à vontade em dados econômicos e  financeiros? 

Girão -  Sinto-me bem à vontade, exatamente. E também em atuária que é um item muito importante para analisar o comportamento e desempenho  da Sistel.

J.C.FONSECA – Sua  gestão no Conselho Fiscal da Sistel.

Girão – Além de participar da fiscalização dos elementos puramente contábeis, eu achei por bem entrar no mérito da parte atuarial  da Sistel. Fazia falta no Conselho Fiscal alguém que entendesse de estatística e atuária, que são dois elementos fundamentais no funcionamento da Sistel.

J.C.FONSECA –  O plano PBS-A dos aposentados da Telerj é de Benefício Definido?

Girão – Isso é bom para o assistido Ele cria um comprometimento maior da Sistel, que passa a ter uma responsabilidade explícita a respeito de rentabilidade, algo que em Planos de Contribuição Definida normalmente não existe de forma tão forte.

J.C.FONSECA – O Conselho Fiscal da Sistel tem muita responsabilidade?

Girão – Tem. Ele deve julgar a parte contábil e, no meu entender, também as partes estatísticas e atuariais da Fundação.

J.C.FONSECA – Ser do Conselho Fiscal é um cargo político?

GirãoÉ um cargo principalmente técnico, de grande responsabilidade.

J.C.FONSECA – Que dados o Conselho Fiscal utiliza?

 Girão – No caso da Sistel, são dados financeiros que têm uma transparência razoável e os dados e análises  estatísticas e atuariais que, em minha opinião, não apresentam  o mesmo nível de transparência.

J.C.FONSECA – Depois de reeleito, o que pretende fazer?

Girão – Pretendo dar continuidade ao trabalho que venho empreendendo, solicitando explicações sobre a parte atuarial  e sobre a parte estatística, além da área financeira e previdencial.

J.C.FONSECA – O que está acontecendo com nosso Plano de Saúde?

Girão – O Plano de Saúde é algo fundamental para nós. Há, todavia, várias dúvidas sobre a qualidade das informações do Plano de Saúde.  Estamos trabalhando para vê-las esclarecidas.

J.C.FONSECA – Nosso Plano de Previdência.

Girão – Também  há dúvidas quanto a escolha de alguns de seus  parâmetros. A questão foi levantada e não foi ainda totalmente resolvida pela Sistel.

J.C.FONSECA – Poderia explicar mais.

Girão – A Sistel está utilizando tábuas de mortalidade – um instrumento importante em atuária – que não são totalmente justificadas.

J.C.FONSECA – Há paridade no Conselho Fiscal?

Girão – São dois representantes dos assistidos e quatro das patrocinadoras. Todavia, o Conselho Fiscal, por ser um órgão mais técnico e menos político, exibe uma colaboração muito maior entre seus membros, o que não sucede, por exemplo, no Conselho Deliberativo.

J.C.FONSECA – Que razões o levaram a  se candidatar ao Conselho Fiscal?

Girão – Basicamente, para defender os interesses dos Participantes e dos Assistidos junto à Sistel.  Da minha parte, pelo menos, com um foco maior na parte estatística e atuarial.

J.C.FONSECA – A parte estatística e atuarial  é importante?

Girão – Sim. Dependendo da escolha dos parâmetros pode se decidir, por exemplo, se haverá, ou não, superávit.

J.C.FONSECA – Tudo isso não é muito teórico?

Girão-  São mecanismos por vezes sutis e nem por isso de efeitos menos contundentes. No caso do PAMA e do PAMA-PCE, a questão é a de seu financiamento, o que   tem a ver com a tábua de mortalidade adotada.

J.C.FONSECA – O  Conselho Fiscal tem seus pedidos  atendidos pela Sistel?

Girão Em alguns casos, sim em outros, não. Vamos continuar insistindo. 

J.C.FONSECA –  Desculpe a pergunta,  o  Sr. entende de  atuária? .

GirãoAo longo de minha vida profissional fui obrigado a aprender atuária, que hoje exerço profissionalmente. Participei  durante dez anos da equipe da Telos,  que é a Fundação de Previdência dos empregados da Embratel,e cuja alteração de plano,  ao final dos anos 80, serviu de modelo para a proposta de PRV da Sistel, elaborada em 1989, cuja adaptação levou à atual versão do PBS.

J.C.FONSECA – Algo mais?

GirãoMuito Obrigado.

PAMA e PCE: FENAPAS entra com Agravo de Instrumento!

A FENAPAS entrou com Ação Contra o Reajuste Abusivo do PCE, praticado pela Sistel, contra o cancelamento ilegal do PAMA por motivos de inadimplência do Assistido no PCE ou no PAMA, pela cobrança do custeio do PAMA das patrocinadoras de acordo com o Regulamento do PBS e do PAMA e pelo retorno dos Suspensos ou Cancelados ao PAMA. Na Primeira instância tivemos a Gratuidade de Justiça reconhecida, no entanto o Juiz quis ouvir a Sistel antes de decidir-se pela Liminar de suspensão do reajuste do PCE.

Considerando a situação aflitiva dos Assistidos com a cobrança do Reajuste Abusivo no PCE, nos Contra-Cheques de Janeiro de 2015 e nos Boletos vencendo em 12/02/2015, os nossos Advogados (Equipe da Dra. Marcelise) entraram no dia 28/01/2015 com o Agravo de Instrumento com PEDIDO DE EFEITO SUSPENSIVO (Tutela Antecipada ou Liminar) do Reajuste Abusivo da Contribuição Mensal por Grupo Familiar do PCE. O Agravo de Instrumento já foi distribuído e o Desembargador designado. Aguardamos o julgamento.

Para melhor defender os seus direitos é necessário que o Aposentado se Associe e que a sua Associação se una à FENAPAS!

A SUA, A NOSSA FORÇA É A UNIÃO!

Veja:

O Fale Conosco do Colega Nazir M. Zaire [Blog Aposentelecom]

O desabafo da Colega de São José do Rio Preto [Blog Aposentelecom]

Sempre será possível um Acordo que respeite os direitos dos Assistidos e que eles possam decidir!

Fonte: Site da Fenapas

Entrevista do candidato ao Conselho Deliberativo da Sistel Carlos Alberto Burlamaqui

Leia, a seguir, a entrevista do candidato ao CD da Sistel, Carlos Alberto Burlamaqui,  apoiado pela APAS-RJ, concedida ao jornalista João Carlos Fonseca.

 J.C.FONSECA – O Sr. poderia dar seu nome e posição?

Burlamaqui  -  Meu nome é Carlos Alberto de Oliveira Castro Burlamaqui. Atualmente sou Presidente da APAS-RJ – Associação dos empregados, aposentados e pensionistas do setor de telecomunicações do Estado do Rio de Janeiro.

J.C.FONSECA – Poderia resumir seu currículo?

BurlamaquiSou carioca. Tenho 76 anos de idade. Sou  engenheiro metalúrgico pela Universidade Federal Fluminenses (UFF), turma de 64. Casado, pai de três filhos e avô de cinco netos. Deixei a Telerj para me aposentar.

J.C.FONSECA – A essência de sua carreira  profissional.

Burlamaqui – Durante três décadas (66-96) trabalhei na Telerj, ascendendo de Chefe de Seção a Chefe de Departamento de Gestão de Investimentos da Diretoria Técnica.

J.C.FONSECA – O que fazia nesse Departamento?

Burlamarqui – Fui responsável pelo planejamento  dos investimentos em expansão da Diretoria Técnica da Telerj.

J.C.FONSECA – Por que  quer ser Conselheiro da Sistel?  

Burlamaqui -  O Conselho é um lugar-chave para a defesa dos interesses dos participantes e assistidos. Com a experiência que acumulei, acho que posso influir positivamente nas decisões que afetam os sistelados.

J.C.FONSECA – A que experiência se refere?

Burlamaqui -  Como diretor da APAS RJ desde seu início e como seu atual presidente  bem como fundador e ex-diretor da FENAPAS

J.C.FONSECA – Há ameaças aos interesses dos Participantes e Assistidos?

Burlamaqui – Sim, principalmente no tocante ao nosso Plano de Saúde – algo vital para nós – e que, segundo a Sistel, estaria se tornando deficitário.

J.C.FONSECA – Qual a diferença entre PAMA e PCE?

Burlamaqui – O  PAMA é um Plano de Saúde para todos os assistidos dos Planos PBS´s da Sistel. Paga-se uma coparticipação pelos serviços médico-hospitalares efetivamente realizados. No caso de internação e tratamentos de alto custo, o pagamento desta coparticipação pode se tornar  inviável. Já o PCE  é um programa do plano PAMA  para “coberturas especiais”. Quem aderiu ao PCE paga uma mensalidade, além de uma coparticipação nas despesas. Mas não paga nada nas internações, radioterapias e afins.

J.C.FONSECA – Onde reside a ameaça?

Burlamaqui -  De algum modo, seria a extinção, do Fundo Garantidor do PAMA  cujo custeio é de responsabilidade das Patrocinadoras..

J.C.FONSECA – Isso afetaria o  PCE?

Burlamaqui – O programa PCE é pago integralmente pelos assistidos. A Sistel está impondo  aumentos abusivos no que devemos pagar, sem as devidas justificativas. Esta é a razão pela qual a APAS-RJ ajuizou uma Ação Civil Publica para impedir este aumento.

J.C.FONSECA – Mais algum esclarecimento?

Burlamaqui – Nosso entendimento é que a Sistel está transferindo a responsabilidade do custeio do PAMA das patrocinadoras para os participantes do programa PCE, visto que o aumento das contribuições mensais do PCE são exageradamente superiores ao necessário para o pagamento dos benefícios adicionais do programa.

J.C.FONSECA – Quando vão ser as eleições? 

Burlamaqui – As eleições começam as 08:00 horas da  2ª feira, dia 16 de março e se encerram às 18:00 horas de 4ª  feira do dia 25 de  março.

J.C.FONSECA – Alguma recomendação?

Burlamaqui – Sim. Para votar será necessário utilizar uma senha que a Sistel já enviou aos assistidos. É muito importante guardar bem essa senha. A votação será por telefone gratuito e por internet.

J.C.FONSECA – Como ocorreu sua indicação para candidato?

Burlamaqui -  Fui indicado, por unanimidade, em reunião conjunta da Diretoria e dos Conselhos Consultivo e Fiscal da APAS-RJ.

J.C.FONSECA – Quais os pontos relevantes, que pretende na sua plataforma?

BurlamaquiA continuidade do plano assistencial (PAMA) para o beneficiário, em caso de falecimento do titular nas mesmas condições do titular; a simplificação e agilização do processo de concessão do benefício de pensão por morte; isenção de coparticipação para as cirurgias de internação para os participantes do PCE; e melhoria da quantidade e da qualidade da rede credenciada do PAMA.

J.C.FONSECA – O que pensa sobre o superávit?

Burlamaqui – O superávit é um direito do assistido previsto na Lei e nos Regulamentos. Há uma posição polêmica quanto à distribuição desse superávit. Um posicionamento radical da Telebrás — uma empresa estatal — vem impedindo a distribuição desse dinheiro.

J.C.FONSECA – Por que é importante ser representante dos assistidos na Sistel?

Burlamaqui – Além de tomar conhecimento de toda a gestão da Fundação Sistel  é possível atuar – ainda que minoritariamente – em todas as decisões que atingem o assistido e o participante.

J.C.FONSECA – Somos minoria?

Burlamaqui – Os participantes e  assistidos participam do Conselho Deliberativo com quatro membros e as Patrocinadoras com oito. Estamos sempre em minoria. Dificilmente podemos vencer qualquer caso que  nos favoreça.  

J.C.FONSECA – Poderemos conseguir a paridade?

Burlamaqui -  A Lei Complementar nº 108, de 29.05.2001, dispõe sobre a relação entre as entidades públicas e sua previdência complementar. A Sistel utiliza essa Lei 108, em casos exclusivos de seu interesse. Essa Lei prevê paridade entre os membros dos assistidos e das patrocinadoras. Se a Telebrás é parte integrante da Sistel e é uma empresa estatal, a Lei  108 deveria  nortear esse relacionamento.

J.C.FONSECA – O diálogo fará parte de sua atuação?

Burlamaqui -  Vamos estar em contato permanente não só com os gestores da Sistel como  com os demais representantes das Patrocinadoras. É importante para estabelecer um diálogo e chegar a um acordo satisfatório para as partes.

J.C.FONSECA – Como é atualmente o relacionamento da APAS RJ com a Sistel?

Burlamaqui -  Nós sempre atuamos e pretendemos atuar em  parceria com a Sistel. Isso não impede que tenhamos posições divergentes, mas para tanto, podemos recorrer à Justiça sempre que necessário,

J.C.FONSECA – Suas palavras finais

Burlamaqui – Tenho o compromisso com todos, depois de eleito, para atuar sempre no interesse dos participantes e assistidos. Vou trabalhar com entusiasmo e querendo colaborar efetivamente, apesar das dificuldades que venham a ser encontradas. Vou utilizar o meu mandato em defesa dos participantes e assistidos, com a maior transparência. Darei publicidade através da APAS-RJ, aos interessados sobre todas minhas decisões, atuando sempre dentro dos valores éticos. 

FENAPAS faz carta ao presidente do CD da SISTEL cobrando providências sobre comportamento de Conselheiro.

Ao tomar conhecimento, através de Associações Afiliadas à FENAPAS, que a ASTEL-ESP estava enviando e-mails a sistelados de outros Estados, contendo informações alarmantes e catastróficas sobre a situação atuarial do PAMA e do seu Programa PCE, antes de qualquer deliberação por parte do Conselho Deliberativo da SISTEL e que nestes e-mails registram-se textos difamatórios, contra a SISTEL e seus ex-gestores e como o presidente da ASTEL-ESP é conselheiro da SISTEL e responsável por estas publicações, a FENAPAS enviou ao Presidente do Conselho Deliberativo da Sistel a Ct.001/2015, em 22/01/2015, solicitando o enquadramento deste Conselheiro aos dispositivos regulamentares pertinentes.

Fonte: Site da FENAPAS

FENAPAS PUBLICA LISTA DOS CANDIDATOS AOS CONSELHOS DA SISTEL APOIADOS PELA FEDERAÇÃO

Na AGE da FENAPAS de 14 e 15/01/2015, considerando os momentos críticos pelos quais todos nós sistelados estamos passando, foi deliberado e decidido, por maioria absoluta das Associações presentes que indicaram, após amplo debate, os candidatos que deverão ser apoiados institucionalmente pelas Associações filiadas e por esta Federação.

Os Delegados das Associações Afiliadas, democraticamente aprovaram o apoio às candidaturas dos Colegas Joseph Haim (APOS-CPqD), Carlos Burlamaqui (APAS-RJ), Cleomar Gaspar (ASTELPAR) e Ezequias Ferreira (APAS-DF) candidatos ao Conselho Deliberativo da Sistel, e às candidaturas dos Colegas Sergio Girão (APAS-RJ) e Flordeliz Rios (ASTAPTEL) candidatos ao Conselho Fiscal da Sistel, cada um deles representando a sua respectiva Região.

Fonte: FENAPAS (28/01/2015) e Aposentelecom

ELEIÇÕES SISTEL 2015

O processo eleitoral para os Conselhos Deliberativo e Fiscal já foi instalado pela Sistel.  Foi estabelecido um novo processo eleitoral que eliminou o sistema de “chapa”, implantando em seu lugar a escolha individual, cabendo ao Estado do Rio de Janeiro uma vaga para o  Conselho Deliberativo, ao Estado de São Paulo outra e mais duas vagas distribuídas entre os demais Estados do Brasil. No caso do Conselho Fiscal, são duas vagas, uma a ser disputada entre Rio e Janeiro e São Paulo e outra  contemplando os demais Estados.

Diante disso, a Diretoria da APAS-RJ decidiu apoiar os colegas Carlos Alberto Burlamaqui como candidato, para a vaga de Conselheiro Deliberativo, e Sérgio Ellery Girão para o Conselho Fiscal.

Burlamaqui, atual presidente da APAS-RJ, é estudioso dos problemas da Previdência Privada e conhecedor dos problemas dos Assistidos da Sistel.  E Sérgio Ellery Girão é expert em atuária e atual Conselheiro da Sistel (eleito pelos assistidos) e também membro do Conselho Consultivo da APAS-RJ.

Esperamos contar com seu voto para que possamos ter representantes sérios, com passado ilibado, e atuação firme, voltada para nossos problemas.

A Sistel está enviando senha e instruções de como votar. Oportunamente enviaremos esclarecimentos adicionais, mas, por ora, como ainda faltam bastante dias para a eleições (16 a 25 de março), recomendamos que se guarde a senha, pois sem ela é impossível se votar.

Razões da candidatura do Joseph Haim ao Conselho Deliberativo da Sistel

A Fenapas confirma que na sua AGE de 15/01/2015, os Delegados aprovaram o apoio à candidatura do Colega Joseph Haim ao Conselho Deliberativo da Sistel à vaga do Estado de São Paulo. Recomendamos aos eleitores deste Estado que votem no Joseph, pela conduta Ética e Democrática que ele tem demostrado, no debate de todas as questões referentes aos Planos de Previdência e de Saúde administrados pela Sistel, independente de patrocinadora, quer sejam o PBS-A, o PAMA e seu PCE, os Planos do CPqD, os Planos da Telebrás, etc.

Por estas razões acreditamos que o Joseph Haim como Conselheiro Eleito por SP, unido com os demais Conselheiros Eleitos fortalecerá a representação dos Participantes Ativos e Aposentados. A seguir  publicamos a declaração do candidato Joseph para reflexão:

domingo, 25 de janeiro de 2015

Eleições Sistel: Conheça as razões que levaram este redator, Joseph Haim, a candidatar-se ao Conselho Deliberativo da Sistel como representante dos participantes de SP

PORQUE e COMO resolvi me candidatar a representante dos participantes ativos e assistidos de SP no Conselho Deliberativo (CD) da Sistel

·         primeiramente por ter sido recentemente convidado por dois conselheiros atuais da Sistel, pelo SINTPq – Sindicato dos empregados da Fundação CPqD, com apoio da FITTEL, e pela FENAPAS – Federação das Associações de Aposentados em Telecom, mesmo sendo a Associação que dirijo (APOS) não filiada a FENAPAS. Nestes três convites o apelo sempre foi o mesmo: buscar uma harmonização entre conselheiros representantes dos participantes para fortalecer a união e posição dos participantes junto ao Conselho;

·         dois outros fatores importantes contribuíram para postular minha candidatura ao Conselho: a possibilidade de utilizar minha experiência adquirida na defesa dos direitos dos assistidos e no trato com os diferentes planos da Sistel, e a impossibilidade que surgiu de última hora para o atendimento pleno pela Sistel da proposta de saneamento do PAMA formulada pela Astel-SP, que antes parecia ser a saída do impasse tanto do superavit do PBS-A, como do PAMA;

·         em seguida a APOS (Assoc. dos Aposentados da Fundação CPqD e suas empresas coligadas), que a princípio manter-se-ia neutra nas eleições, prontamente manifestou seu apoio a minha candidatura;

·         convites anteriores foram formulados, ainda em 2014, tanto pela base de apoio da FENAPAS (para candidatura ao CD por SP), como pela ASTEL-SP (para o CF por SP-RJ), mas todos foram prontamente recusados na ocasião sob a alegação de não querer me envolver em trocas de acusações como as ocorridas na campanha anterior (2012), de manter a neutralidade em relação as duas correntes antagônicas que se formaram na representação dos participantes e principalmente pela possibilidade de obter-se a curto prazo uma solução negociada junto a Sistel, tanto para o PBS-A, como para o PAMA, baseada na proposta da Astel;

·         desde a reunião de agosto de 2013 do Conselho Deliberativo da Sistel, a unidade da representação dos participantes naquele Conselho (são apenas quatro conselheiros eleitos para oito designados pelas patrocinadoras) foi quebrada tornando nossa representação fragilizada devido a este rompimento entre nossos representantes. Durante este último ano e meio, várias tentativas de reconciliação, em nome da união dos participantes, foram tentadas, inclusive de minha parte, mas todas infelizmente mostraram-se infrutíferas;

·         para seguirmos tendo uma representação respeitada, eficiente e mais eficaz nos Conselhos da Sistel é imperativo a união entre os representantes dos participantes ativos e assistidos, e é exatamente isto que minha candidatura visa, a integração e a volta da unidade de nossa representação;

·         para evitar os mesmos problemas das duas últimas eleições aos Conselhos da Sistel, pretendo realizar minha campanha de forma limpa e respeitosa com meus concorrentes, transparente, sem ofensas a qualquer parte e sempre de forma pró ativa, tentando na medida do possível esclarecer os eleitores sistelados, da mesma forma como venho fazendo há seis anos através de meu Blog Aposentelecom e assim espero que meus concorrentes de SP façam o mesmo, visando somente o interesse e respeito aos participantes de SP e de todo Brasil;

·         a representação dos participantes ativos e assistidos da Sistel no Estado de São Paulo dá-se através de duas Associações de Aposentados (ASTEL, que abrange os assistidos dos planos PBS-A e PAMA, e a APOS, que abrange os assistidos dos planos PBS-A, PAMA, PBS-CPqD, CPqDPrev e InovaPrev) e de um Sindicato de Trabalhadores em Pesquisa que trabalham no CPqD (SINTPq, que abrange mais de mil participantes ativos dos planos PBS-CPqD, CPqDPrev e InovaPrev). O fato de ter o apoio de duas destas três entidades e de possuir leitores apoiadores e simpatizantes  espalhados pela capital, litoral e interior de SP me motivaram a encarar este novo desafio de ser representante de SP no Conselho Deliberativo da Sistel;

·         mesmo sendo o PBS-A o maior plano previdenciário da Sistel, tanto em número de participantes como em reservas acumuladas, e todos conselheiros representantes dos participantes já eleitos no passado terem pertencido exclusivamente a este plano, observamos que os maiores problemas deste plano (destinação dos superavits), e de seu acessório, o plano assistencial PAMA (déficit iminente), não foram resoltos até hoje, fato que bem demonstra a desnecessidade de termos representantes unicamente do PBS-A nos Conselhos. Pelo contrário, quando propostas de soluções exigem capacidade de negociação e respeito aos contratos e as legislações, representações mais diversificadas e mais atualizadas poderão se somar e contribuir muito mais nesta busca de resolução aos impasses;

·         nesta minha postulação, desejo empregar toda experiência adquirida nestes últimos 35 anos no trato com a Fundação Sistel, com seus colaboradores e dirigentes, com todos conselheiros eleitos atuais (com quem sempre mantive um bom relacionamento, independentemente de suas posições) e com os inúmeros participantes com quem tive a oportunidade de conhecer pessoalmente ou mesmo distância, através de meu Blog, na formulação de ações que visem o interesse e direitos destes sistelados;

·         a experiência acima mencionada iniciou-se como participante dos planos PBS, PBS-CPqD e CPqDPrev, posteriormente como dirigente da APOS na proteção tanto dos direitos adquiridos dos ativos e assistidos dos planos já mencionados e do PBS-A e PAMA, como das reservas do plano CPqDPrev por ocasião da migração para o plano InovaPrev e, em paralelo, como redator e responsável pelo Blog Aposentelecom, onde tive a oportunidade de conhecer mais de perto a visão dos participantes sobre todos os planos da Sistel e de todas modalidades: Benefício Definido (PBSs), Contribuição Variável (PREVs) e Contribuição Definida (InovaPrev);

·         importante relembrar que foi justamente o Blog Aposentelecom, desde o início de 2013, através deste redator, que primeiro estudou a situação do plano PAMA e que publicou e anunciou publicamente, pela primeira vez, que seu déficit ocorreria em mais três ou quatro anos, confirmação esta que só foi corroborada publicamente pela Sistel um ano após, ou seja em 2014;

·         igualmente o processo de não destinação do superavit do plano PBS-A até a data de hoje foi detalhadamente noticiado e explicado em detalhes através do Blog Aposentelecom, demonstrando o grande interesse que este postulante a representante dos participantes de SP sempre teve com os planos PBS-A e PAMA, mesmo sem a eles pertencer;

·         informar participantes sempre esteve no espírito deste candidato e foi justamente devido a precariedade de informações por parte da Sistel que nos assolava nos anos de 2008 e 2009, que resolvi criar o Blog Aposentelecom, primeiro veículo de comunicação entre assistidos sistelados de todo Brasil que hoje mantém um acervo gigantesco de informação úteis para consulta de todos participantes da Sistel;

·         importante também lembrar que se desejamos manter nossos planos previdenciários e assistencial até o fim de nossas vidas e de nossos beneficiários é importante fortalecer a Fundação Sistel, gestora de todos nossos planos. Para isto é importante prestigiarmos também os novos planos com novos ingressos, pois são exatamente estes participantes ativos mais jovens que garantirão o futuro da Sistel e consequentemente de nossos planos. Para tanto é importante que pelo menos um representante de participantes que conheça também estes novos planos da Sistel (CV e CD) tenha pelo menos um assento nos Conselhos da Sistel para melhor defender toda massa de participantes ativos e assistidos;

·         em grande fundos de pensão como a Previ e Petros existem Conselheiros eleitos que criaram Blogs específicos destinados a difundir informações importantes a todos participantes e é isso que pretendo seguir fazendo caso seja eleito, utilizar esta minha experiência de anos para melhor informar os participantes, sempre com a responsabilidade e respeito às informações sensíveis que não poderão ser publicadas ou compartilhadas e que devem ater-se exclusivamente ao Conselho Deliberativo.

Por estas razões, decidi colocar minha candidatura a disposição de todos participantes ativos e assistidos, residentes no Estado de São Paulo, de todos planos da Sistel.

Em breve estarei publicando minha plataforma de ações para que melhor conheçam o que pretendo realizar como conselheiro representante dos participantes.

Para conhecer meu envolvimento e minhas ações praticadas em defesa dos participantes, sugiro visitar meu Blog Aposentelecom (http://aposentelecom.blogspot.com) ou consultar um dirigente de sua Associação de Aposentados ou seu Sindicato de trabalhadores.

Caso vc. decida apoiar-me nesta eleição, meu número como candidato de SP ao Conselho Deliberativo da Sistel será 3.

Não esqueçam de guardar em lugar seguro sua senha para votação que a Sistel enviará a sua residencia já a partir da próxima semana, lembrando que a votação será somente entre os dias 16 e 25 de março de 2015.

Mais informações sobre a eleição e de como votar serão fornecidas posteriormente pela Sistel e através do Blog Aposentelecom.

Grato a todos e conto com vosso voto.

[Fonte BlogAposentelecom  25/01/2015]

Fonte: Site da Fenapas

Esclarecimentos sobre o Demonstrativo de Pagamento de Janeiro

Desde a semana passada, quando a Sistel enviou para os assistidos que aderiram ao PCE o Demonstrativo de Pagamento com o benefício de Janeiro, os telefones da APAS-RJ e seu e-mail de comunicação com seus associados, não param de receber reclamações referentes ao aumento da contribuição para usufruir dos benefícios adicionais do PAMA.

A APAS-RJ esclarece que o aumento absurdo das contribuições do PCE de 61,01%, informado pela Sistel, em 12/12/2014, passou a vigorar a partir de Dezembro de 2014. Assim, a diferença que se observa no valor da contribuição do PCE, no Demonstrativo de Pagamento de Janeiro,  corresponde à nova contribuição de Janeiro, acrescida do aumento referente ao mês de Dezembro.

A Associação vem desde 2012 questionando a Sistel com relação aos reajustes do Programa PCE. O aumento nos três últimos anos atingiu 141%, sendo 12,86% em Dez 2012, 32,6% em Dez 2013 e, agora, 61,01% em Dez 2014.

A APAS-RJ, depois de tentar de todas as maneiras, obter junto à Sistel informações de como estes aumentos eram calculados, e, por não concordar com eles, em 11/12/2014, deu entrada no Fórum do Rio de Janeiro, numa ação civil pública contra a Sistel (nº do Processo: 0477346-66.2014.8.19.0001) que, entre outros pedidos, solicita que seja sustado o aumento de 61,01% enquanto a Sistel não apresentar a forma como eles foram calculados.

Agora, temos que aguardar decisão do Juiz quanto à concessão da liminar que susta este aumento.

Esclarecimento aos assistidos do PAMA

Caros Associados e Assistidos dos Planos PBS´s,

A ASTEL-ESP está enviando e-mails aos assistidos da Sistel, inclusive para associados da APAS-RJ, com informações distorcidas sobre o plano de saúde PAMA, que não condizem com a realidade.

Todos sabem que, tanto pelos Regulamentos dos PBS´s, quanto pelo Regulamento do PAMA, o custeio do plano de saúde PAMA é exclusivo das Patrocinadoras, não cabendo aos Assistidos qualquer ônus, a não ser a coparticipação nos eventos médico-hospitalares, que sempre existiram e serviam como forma de moderar a utilização. Logo, se o PAMA vai mal, se os recursos do fundo garantidor do PAMA estão se esvaindo, são as Patrocinadoras que têm obrigação de alocar recursos no Plano e não os Assistidos. A ASTEL-ESP parte do principio de que as Patrocinadoras não têm que alocar recursos no Plano, exatamente como pensa a Diretoria Executiva da Sistel. A Fenapas e as demais Associações exigem que os regulamentos sejam cumpridos, mesmo que para isso tenham que utilizar a via judicial.

O histórico da ASTEL-ESP não traduz os fatos ocorridos. Em 2001, a Sistel propôs um novo Plano, que passaria parte do custeio para os Assistidos. A Fenapas e todas as Associações foram contra e conseguiram impedir na Justiça a criação desse novo Plano. Permaneceu, assim, o PAMA como único plano de saúde para os Assistidos dos PBS´s.

O acordo que a referida Associação se refere nada tem a ver como solução para os problemas do PAMA.  Ele foi idealizado para proteger os Assistidos quando da utilização em eventos de alto custo. Nestes casos, o valor da coparticipação poderia ser tal que o Assistido não tivesse condições de pagar e fosse excluído do Plano por inadimplência. Este acordo nada mais foi que a criação do Programa PCE, um programa opcional para os usuários do PAMA, onde se criaram facilidades para a coparticipação em eventos de alto custo. Não existe plano PAMA-PCE como afirmado pela ASTEL-ESP. Os Assistidos dos PBS´s têm um único plano que é o PAMA.  Os usuários do PAMA, em boa parte, aderiram ao programa PCE, incentivados pela Fenapas e demais Associações, por ser um programa que, de forma mutualista (pagamento mensal independentemente do uso do serviço), antecipava as coparticipações nos eventos de alto custo, evitando, para estes usuários que aderiram, o desembolso da coparticipação por ocasião da utilização de um evento de alto custo.

Deve ficar bem claro que todos os participantes do PAMA não devem pagar pelos serviços médico-hospitalares, pois os mesmos são custeados pelas Patrocinadoras, colaborando apenas com coparticipação como fator moderador do uso. Os que aderiram ao programa PCE pagam mensalmente uma contribuição para não terem coparticipação em eventos de alto custo.

Os conselheiros eleitos jamais poderiam deixar de questionar quanto ao aumento das mensalidades do Programa PCE que atingiram um total de 141% nos últimos três anos, ou seja: 12,86% em Dez/2012; 32,6% em Dez/2013 e, agora, 61,01% em Dez/2014. Está claro que a Sistel está transferindo para os Assistidos que aderiram ao programa os custos do PAMA, que, pelo Regulamento, são de responsabilidade das Patrocinadoras.

Com o aumento apresentado acima, um(a) viúvo(a) que optar agora pelo PCE, por exemplo, pagará R$ 1.204,03, para não pagar a coparticipação em eventos de alto custo. Isto é correto? Quanto as Patrocinadoras alocaram para o PAMA nos últimos 3 anos? Este questionamento a ASTEL-ESP não faz? Por quê? A proposta dela é utilizar o superávit do PBS-A para custear o PAMA, ou seja, passar a obrigação do custeio do PAMA das Patrocinadoras para os Assistidos do PBS-A. Esta proposta é muito parecida com a proposta que a Sistel apresentou, em 2001, que a Fenapas e as Associações rejeitaram.

O PBS-A está superavitário. O PBS-A pode ajudar as Patrocinadoras a honrar seus compromissos com o plano de saúde, mas nós da APAS-RJ não vamos permitir a transferência do custeio do PAMA das Patrocinadoras para os Assistidos, como foi proposto em 2001 e está sendo também agora pela ASTEL-ESP.

Estamos abertos ao diálogo, para viabilizar soluções referentes ao plano de saúde, e à colaboração com as Patrocinadoras para que sejam honrados, por elas, os compromissos com o PAMA. Para isso, precisa haver transparência na gestão do PAMA.

É necessário que as receitas e despesas do programa PCE estejam separadas das receitas e despesas do PAMA. Precisamos também saber da Sistel as razões do acréscimo de 141% nas mensalidades do programa PCE nos últimos três anos, já que não houve aumento, neste período, das contribuições das Patrocinadoras.

Os Assistidos do PAMA não aceitam reajustes abusivos e propostas fora da realidade.

Respeitamos a ASTEL-ESP, mas seu comportamento desagregador em nada contribui para a solução dos problemas do PAMA. Não concordamos, inclusive, que somente ela defenda os interesses dos assistidos, pois a Fenapas e demais Associações também vêm trabalhando no sentido de resolver o problema, protegendo os interesses dos assistidos.

Assim, repudiamos as atitudes intempestivas, desagregadoras e inverídicas expostas e divulgadas.