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| ANAPAR – Associação Nacional dos Participantes de Fundos de Pensão SCS Qd. 06 Bl. A Ed. Carioca sala 709, Brasília-DF | Fones: (61) 3326-3086 / 3326-3087 | anapar@anapar.com.br |
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| ANAPAR – Associação Nacional dos Participantes de Fundos de Pensão SCS Qd. 06 Bl. A Ed. Carioca sala 709, Brasília-DF | Fones: (61) 3326-3086 / 3326-3087 | anapar@anapar.com.br |
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A Diretora de Seguridade da Sistel, Sra. Adriana, apresentou a situação do Superávit (Sobras) do PBS-A e a situação do PAMA e PCE, temas que são as principais preocupações dos Sistelados. Sobre o Superávit fez um histórico dos acontecimentos, informando que a SISTEL havia conseguido um fato inédito: superar a exigência inicial da TELEBRÁS que queria 68,8% do superávit, correspondente à parte que lhe caberia como patrocinadora, mediante a complementação do valor pelas demais patrocinadoras. Assim, as patrocinadoras pós-privatização ficariam com 50% do total, menos os 18,8% adicionais pretendidos pela TELEBRÁS e os aposentados ficariam com 50%. Depois de tudo acertado a TELEBRÁS voltou atrás e passou a exigir 68,8% do total e não mais somente sobre a parte correspondente aos PBS-A ex-funcionários da Telebrás. A nova Diretoria da TELEBRÁS está reavaliando a situação e espera-se o seu pronunciamento após a reunião do seu Conselho de Administração, agendada para Setembro. A Sistel pleiteou junto à PREVIC a liberação de 31,2% para os participantes, mas o órgão de fiscalização não concordou, pois não existe a distribuição parcial de superávit. Ou é o todo ou não é nada! A Sra. Adriana afirmou que foi um erro da SISTEL divulgar a intenção de realizar a distribuição voluntária do superávit de 2009 antes da aprovação final do processo, pois foi gerada uma expectativa que não se concretizou e gerou uma grande frustração dos Aposentados e Pensionistas. Respondendo aos presentes, informou que o valor aproximado que caberia ao participante seria aproximadamente algo em torno de 8 suplementações, sendo 4 à vista e 4 em 35 parcelas e declarou: “A Sistel esta aguardando a posição da Telebrás e do DEST, sobre o Superávit. Não existe prazo para manifestarem-se!” Sobre o PAMA e PCE a Sra. Adriana lembrou que foram realizados altos reajustes das mensalidades em Dez/2012 (12,86%) e Dez/2013 (32,6%). Segundo ela, a criação do PAMA foi uma estratégia para possibilitar uma renovação do quadro de pessoal, pois os funcionários postergavam a aposentadoria para não ficar sem plano de saúde. O Fundo Garantidor do PAMA foi iniciado em 1991 com a contribuição das patrocinadoras de um percentual sobre a folha de pagamento. Com a privatização, as empresas reduziram drasticamente o quadro de pessoal por meio de demissões, PDV e PDI. Consequentemente, as contribuições baseadas na folha de pagamento, praticamente zeraram. De 2001 até o ano de 2012 o Fundo Garantidor do PAMA manteve-se em equilíbrio, mas em 2013 o fundo caiu quase pela metade em razão da péssima rentabilidade dos investimentos. A Diretora de Seguridade afirmou que se o assunto fosse judicializado ela não teria dúvidas de que um juiz sempre adotaria decisões favoráveis aos aposentados, mas que não se pode esquecer de que existe um Artigo no Regulamento do PAMA que autoriza a SISTEL a reduzir a rede e as coberturas. A referência foi ao Artigo 13 do regulamento, que realmente prevê essa possibilidade. Sobre a possibilidade de utilização do SUPERÁVIT do PBS-A para suprir o PAMA, ela fez as seguintes observações: - Consultaram a PREVIC e a mesma disse NÃO. São coisas diferentes que não se misturam. - Entretanto, a PREVIC afirmou que havendo uma concordância de todos isto pode ser feito. - A Sra. Adriana colocou: “Como fazer acordo com 35.000 pessoas?” - Ainda nas palavras da Sra. Adriana: “Não é uma solução simples. Alguns irão contestar. Basta uma única pessoa discordar que torna o processo de transferência inviável!. Qualquer pessoa pode iniciar uma ação judicial!” Sobre os controles do PAMA e do PCE fez as seguintes colocações: - O total de R$ 345 milhões do fundo é do todo, PAMA e PCE. - A contabilidade é a mesma e, portanto, única. - Só o gerenciamento é separado. - O PCE não subsidia o PAMA pois o perfil dos usuários é diferente, o Aposentado do PCE gasta uma média de R$ 500,00 por ano e o do PAMA menos de R$ 200,00 por ano. Associado, esta matéria não faz juízo de valor. É apenas um breve relato do que foi apresentado. Reflita sobre o assunto e, na dúvida, procure a Astelpar. Fonte: Site da ASTELPAR |
| Planos | Rentabilidade Junho 14 | Rentabilidade Ano 2014 |
| CPqDPrev | 1,12% | 3,55% | |
| InovaPrev | 1,12% | 5,66% | |
| PBSCPqD | 1,07% | 3,65% | |
| PBS-A | 1,15% | 8,39% | |
| PAMA | 0,08% | 12,10% |
No Fórum do Rio de Janeiro existe um Plantão Judiciário, 24 horas (inclusive finais de semana e feriados ) somente para resolver problemas relativos a atendimento de PLANOS DE SAÚDE.
Exemplo: Na necessidade de uma cirurgia de emergência ou colocação de prótese, e seu plano de saúde não quer liberar a cirurgia. Pode recorrer a esse Plantão Judiciário. Eles darão todas as orientações de como proceder e, se for necessário, eles mesmos farão contato com o hospital e o plano de saúde para solucionar o problema.
Anotem os telefones, e coloquem na memória dos celulares:
(21) 3133-4144 e 2588-4144
Podemos precisar a qualquer momento, ou alguém de nossa família.Repasse para seus amigos do Rio de Janeiro e de outras localidades para seguirem o exemplo
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| ANAPAR – Associação Nacional dos Participantes de Fundos de Pensão SCS Qd. 06 Bl. A Ed. Carioca sala 709, Brasília-DF | Fones: (61) 3326-3086 / 3326-3087 | anapar@anapar.com.br |
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A segunda metade do ano começa agora de verdade e a nossa agenda reflete, especialmente nesse final de julho e ao longo de agosto, a quantidade de oportunidades e desafios que vamos enfrentar nesse segundo semestre. São mudanças que envolvem ou não alterações nas normas, as vezes implicam mais no apregoar de novas atitudes, mas todas requerem discussões e o alinhamento de argumentos que as sustentem tecnicamente. Por exemplo, na próxima quinta-feira (31), acontece a primeira reunião da Comissão Mista que reúne a Abrapp, ICSS e Sindapp e está voltada para o desenvolvimento de uma proposta de autorregulação, um gesto dessa vez notadamente efetivo da parte de um sistema que muito tem crescido em sua gestão, governança e uso dos mais adequados controles.
No mesmo dia, na parte da manhã, estará reunido o CEI (Comitê de Estratégia e Integração), um fórum que favorece o alinhamento das políticas seguidas pela Abrapp, ICSS e Sindapp. Como é regularmente ressaltado, as nossas três entidades atuam sempre de forma integrada, ainda que mantendo as especificidades de seu pensamento e ações, uma vez que cada uma têm um papel diferente a desempenhar.
Ainda em agosto é esperado que a Comissão Ad Hoc de Precificação de Ativos, Passivos e Solvência da Abrapp encaminhe suas propostas e justificativas das sugestões apresentadas, como subsídio que ofereceremos aos trabalhos da Comissão Temática 4 do CNPC. Nesta última é travada uma discussão crucial para o nosso sistema, por envolver a busca de uma solução definitiva para as cobranças que sofremos, por mais que sejamos reconhecidos como voltados para o longo prazo, por conta de desequilíbrios circuntanciais como efeito de conjunturas atípicas.
Oportunidades - Agosto traz uma agenda de muitas oportunidades, chances de entender melhor tudo que acontece trocando ideias e experiências com profissionais das demais entidades e especialistas convidados para em suas palestras oferecer um olhar novo sobre questões que ainda pedem aprofundamento na análise. É que o mês que vem tem agendado três eventos em relação aos quais as expectativas são as maiores: já nos dias 11 e 12 São Paulo será sede do 9º Encontro Nacional dos Advogados das EFPCs (ENAPC); no dia 13 o Rio de Janeiro vai receber o quinto seminário A Sustentabilidade e o Papel dos Fundos de Pensão no Brasil e nos dias 26 e 27 a capital fluminense estará recebendo o seminário O Desafio da Gestão de Investimentos dos Fundos de Pensão.
As inscrições já estão abertas para o primeiro desses eventos, o 9º Encontro Nacional de Advogados das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (ENAPC), que a cada ano atrai um número crescente de profissionais do Direito. Já na abertura será oferecida uma ampla visão de como a previdência complementar figura na jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça – STJ, tema mais que fundamental no cotidiano das áreas jurídicas de nossas associadas.
Questões novas, como a forma pela qual dirigentes percebem a importância das áreas jurídicas de suas entidades, vão ser abordadas com a riqueza de informações que só a presença de tantos profissionais experientes e conhecedores da matéria torna possível. A chamada “Lei Anticorrupção”, que entrou em vigor no início deste ano, estará sendo explicada em suas muitas implicações.
Ética, transferência de riscos e ato regular de gestão também estão na grade temática, ao lado das cautelas jurídicas nos investimentos e no relacionamento com os participantes. Outros temas, já tratados em encontros anteriores, continuam muito atuais e vão merecer um novo olhar.
O 9º ENAPC está com sua programação disponível emhttp://sistemas.abrapp.org.br/educaprev/eventos/enapc.htm e conta com patrocinadores como Bocater, Camargo Costa e Silva Advogados; Bothomé Advogados Associados; Caldeira Lobo; Cruz de Oliveira; FSTK – Feiden, Salerno, Traverso e Kvitko Advogados Associados; JCM&B; Martinelli Advogados; Messina, Martins e Lencioni Advogados; Nelson Wilians; Pagliarini; Pinheiro Neto Advogados; Raeffray; Reis Advocacia, Zamari Marcondes, Mollo e Silva Sociedade de Advogados e IRB-Brasil.
No nosso caso, o evento seguinte, o 5º seminário A Sustentabilidade e o Papel dos Fundos de Pensão no Brasil , patrocinado pela BRAM – Bradesco Asset Management, assume um caráter bastante prático. Sua motivação está longe de funcionar como um espaço para mostrar boas intenções, uma vez que o nosso sistema, até por suas preocupações sociais, está mais obrigado do que outros a revelar uma imagem positiva, mas para as nossas entidades há outros tipos de razões concretas a considerar. Uma delas é que os fundos dependem de ativos sustentáveis para manterem as suas atividades no longo prazo. Outra motivação é que por sua natureza precisam estar mais alinhados às demandas da sociedade, que cada vez mais é capturada pela ideia da sustentabilidade.
E sem esquecer que diversos estudos internacionais já mostraram que investimentos em ações de empresas social e ambientalmente responsáveis produzem um retorno acima do oferecido pelos papéis de companhias que não são nem uma coisa nem outra.
O terceiro, o seminário O Desafio da Gestão de Investimentos dos Fundos de Pensão, patrocinado pela Bloomberg, BRAM, Hancock Asset e Vinci Partners, é um daqueles eventos cuja importância e oportunidade são algo evidente. Será uma chance e tanto de ampliar a visão dos gestores, no momento em que estes estão às voltas com desafios talvez nunca antes enfrentados. Embora a um prazo mais longo os fundos de pensão continuem exibindo resultados perfeitamente compatíveis com as obrigações expressas no passivo, no ano passado e neste percebe-se dificuldades conjunturais, cujas causas estão no mercado e não na gestão e que se refletem nos números contabilizados. São esses obstáculos a vencer que tornam o seminário de agosto uma oportunidade a não ser desperdiçada.
Fonte: Diário dos Fundos de Pensão
| A nova composição do Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC) e da Câmara de Recursos da Previdência Complementar (CRPC) foi publicada no Diário Oficial da União de ante-ontem (21). O CNPC continua sendo presidido pelo ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves Filho. Já a Câmara de Recursos, passa a ser presidida pelo secretário-adjunto de Políticas de Previdência Complementar, José Edson da Cunha Júnior.
São os seguintes os integrantes do CNPC: Carlos Alberto de Paula (titular/Previc), José Roberto Ferreira (Suplente/Previc), Paulo César dos Santos (Titular/SPPC), Carlos Marne Dias Alves (Suplente/SPPC), Marco Antônio de Oliveira (Titular/Casa Civil), Waldir Moyses Simão (Suplente/Casa Civil), Fernando Ligiero (Titular/Ministério da Fazenda), Manoel Joaquim de Carvalho Filho (Suplente/Ministério da Fazenda), Alano Santiago Guedes (Titular/Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão), Noel Dorival Giacomitti (Suplente/Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão), José Ribeiro Pena Neto (Titular/EFPCs), Jarbas Antônio de Biagi (Suplente/EFPCs), Nilton Molina (Titular/Patrocinadoras e Instituidores), Marcelo Macedo Bispo (Suplente/Patrocinadoras e Instituidores), José Altair Monteiro (Titular/Participantes e Assistidos) e Floriano Martins (Suplente/Participantes e Assistidos). Integram a CRPC: José Edson da Cunha Júnior (Presidente da Câmara/ SPPC), Virgílio de Oliveira Filho (Suplente/setor público), Carlos Marne Dias Alves (Titular/setor público), Sérgio Ricardo Rosa (Suplente/setor público), Fábio de Albuquerque Lima (Titular/setor público), Evelise Paffetti (Suplente/setor público), Paulino Kuzuhara (Titular/setor público), Allan Oliveira Barros (Suplente/ setor público), Newton Carneiro da Cunha (Titular/EFPCs), Nélia de Campos Pozzi (Suplente/EFPCs), Gema Ribeiro Martins (Titular/Patrocinadoras e Instituidores), José Roberto Montello (Suplente/Patrocinadoras e Instituidores), José Ricardo Sasseron (Titular/Participantes e Assistidos) e Ricardo de Castro (Suplente/Participantes e Assistidos). O CNPC tem como função regular o regime de previdência complementar operado pelas entidades fechadas de previdência. Já a CRPC aprecia e julga os recursos interpostos contra decisões da Diretoria Colegiada da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) referentes a autos de infração e aos lançamentos tributários da Taxa de Fiscalização e Controle da Previdência Complementar (Tafic). Fonte: Diário dos Fundos de Pensão |
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A APAS-RJ, em 6/6/2014, enviou carta a Sistel com os seus comentários sobre o Informe Associação de 30 de maio de 2014. Veja, abaixo, a carta na íntegra.
Rio de Janeiro, 06 de junho de 2014.
Ct: 012/14 – PR
Ao Sr.
Carlos Alberto Cardoso Moreira
Diretor Presidente da Sistel
Prezado Sr.,
Com relação ao Informe Associação, de 30/5/2014, vimos, pela presente, tecer os seguintes comentários:
De posse destas informações, poderemos propor em conjunto, se for o caso, uma solução para o PAMA, que não seja o aumento das contribuições dos assistidos que aderiram ao PCE.
Atenciosamente,
Carlos Alberto de O. C. Burlamaqui
Presidente da APAS-RJ
A Revista Carta Capital desta semana traz um artigo baseado em entrevista do incansável companheiro Rubens Tribst, da APAS-DF.
Neste artigo é apresentada suscintamente a absurda situação criada para os aposentados do Sistema Telebrás (Telebrás, Companhias de Telecomunicações Estaduais e CPqD), com a Cisão realizada pelas empresas de telecomunicações pós privatização. Na Cisão o PBS foi dividido em quinze planos sendo o patrimônio original dividido de forma inconsistente. A FENAPAS tem uma ação na Justiça do RJ contra a Cisão (válida para todo o país) e para a preservação do PAMA com Sentença Favorável da qual ainda cabe Recurso. Os aposentados até fevereiro de 2000 ficaram no denominado PBS-A, que na Cisão ficou sem nenhuma Sobra. Desde 2009 o plano vem apresentando Superávits e escudados em interpretações “convenientes” da Resolução 26/2008 (considerada ilegal) as patrocinadoras pretendem ficar com parte significativa do Superávit.
Além da ação que temos no Judiciário é necessário que pressionemos o Legislativo para que os PLP 161 ePDL 275/2012 sejam aprovados.
Veja Carta Capital Uma batalha judicial:
Fonte: Site da Fenapas