FENAPAS: CANDIDATO INDEPENDENTE DESISTE DA DISPUTA À PRESIDÊNCIA DEPOIS QUE PRAZO PARA INSCRIÇÕES FINDOU E VÊ MANOBRAS EM DATAS PARA INVIABILIZAR SEU INTENTO

A questão, não é ser candidato, mas, tentar evitar “manobras”, diz Tiago Mendes ao anunciar renúncia a presidência da FENAPAS
Tiago Mendes diretor da Associação dos Aposentados do Setor de Telecomunicações no Distrito Federal – APAS-DF, anunciou nesta sexta-feira(10/5), sua renúncia à disputa pela presidência da Federação Nacional das Associações de Aposentados e Participantes em Fundo de Pensão do Setor de Telecomunicações – FENAPAS.
“Os acontecimentos das últimas horas, apresenta (sic) evidências de “manobras”, com objetivo de inviabilizar nossa candidatura. Diante disso resta afastar-me da disputa”, diz nota divulgada por Tiago Mendes.
Veja a íntegra do comunicado de Tiago Mendes:
Após ter lançado meu nome à disputa pela presidência da Federação Nacional das Associações de Aposentados e Participantes em Fundo de Pensão do Setor de Telecomunicações – FENAPAS, no dia 7º de maio de 2013, em menos de 24 horas – fui surpreendido com recebimento de e-mail, com o título “Assembleias FENAPAS”, no anexo encontrava-se o Edital da Assembleia Geral Ordinária marcada para o dia 22 de maio de 2013, ou seja, uma manobra diante da exigência de se realizar o registro de chapa para concorrer à eleição, com quinze (15) dias de antecedência da data da eleição.
Aliás, em Brasília  – aqui na sede da APAS-DF, a eleição aconteceria em Brasília, não se sabia ainda a data, até o dia 7º de maio. Por que, o edital de 22 de abril de 2013, não foi publicado no site da FENAPAS, ou, em Blogs. Para exigir mais transparência no processo eleitoral da FENAPAS, com sua publicação de anúncio no Diário Oficial, e em jornal de grande circulação, para caracterizar o ato jurídico perfeito. O objetivo não contribui para o debate democrático na FENAPAS, e demais associações.
Eu vou além, a chapa divulgada pelo blog aposentelecom.blogspot.com.br, no dia 10, tem  irregularidades na sua inscrição se contestarmos na Justiça – vamos provar que eles estão errados. Tudo não passa de uma manobra articulada – daí, a questão, não é ser candidato, mas, tentar evitar “manobras”.
Sendo muito consciente da seriedade deste trabalho, convido a todos para participar do  Movimento Nacional em Defesa do PBS-A.
Registro, que venho recebendo através do e-mail: tiagomendesv@bol.com.br –  ruidosas manifestações  sobre  atendimento ou do serviço prestado aos aposentados, a exemplo da sistelada aposentada – Sra. Aldenice Franco da TELPE, que espera apoio de uma assessoria jurídica, e já algum tempo tenta resolver um problema  – uma solução que pode beneficiar muita gente.
Brasília, 10 de maio de 2013.
Saúde e Sorte a todos. Até breve!
Tiago Mendes Vieira –  tiagomendesv@bol.com.br
Assistido Matrícula nº. 374-3 e Diretor  Apas-DF” 

Fonte: site Justiça em Foco (11/05/2013) e Vida de Aposentado em Telecom

FENAPAS: PRAZO PARA INSCRIÇÃO DE CHAPAS PARA AS ELEIÇÕES NO DIA 22/MAIO FOI ENCERRADO E SOMENTE UMA CHAPA CONCORRE E SERÁ ELEITA

Conforme este blog já informou em primeira mão, a chapa União, encabeçada pelo atuante colega Aramburo, atual diretor da Astelpar (PR) e vice presidente Sul da Fenapas, foi a única a postular a Diretoria Executiva e o Conselho Fiscal da Fenapas para o próximo triênio. A chapa União, formada por consenso entre as 13 Associações de Aposentados da Fenapas, estava inscrita na Junta Eleitoral formada com este propósito, desde o dia 24 de abril de 2013. Só não entendemos porque não houve divulgação alguma sobre esta postulação, fato este que poderia ter evitado tantos desgastes entre assistidos, como os ocorridos nos últimos dias.
Desta forma, como a postulação da possível candidatura do Sr. Tiago e sua respectiva chapa não chegou a ser formalizada na Junta Eleitoral criada regimentalmente pela  Fenapas para este fim, entendemos que a chapa União é a vencedora e tomará posse a partir do dia 22 de maio de 2013, data de realização da Assembleia Geral Extraordinária da Fenapas, em local ainda ignorado por este redator.
A nova diretoria da Fenapas ficará então assim constituída:

Parabenizamos e esperamos que a nova diretoria da Fenapas seja mais atuante e faça um excelente trabalho de representação da vontade de todos participantes de fundos de pensão de telecom, representados pelas respectivas Associações de Aposentados filiadas e que o atuante assistido Tiago Vieira venha a juntar suas forças a esta nova diretoria, em prol do bem comum.
Por falar em Associações filiadas da Fenapas, existe uma intenção clara e já manifestada por pronunciamentos passados, por parte das duas maiores Associações de Aposentados de telecom do Brasil (APAS-RJ e ASTEL-SP), alem da Associação que mantem o maior percentual de adesão entre seus assistidos (APOS – Campinas), para que estas três Associações postulem suas filiações à Fenapas proximamente.
É exatamente desta união de todas Associações que agora estamos necessitados para podermos revindicar com mais força e clareza nossos direitos, tanto junto as Entidades Fechadas de Previdência Complementar ligadas a telecom, como junto às Patrocinadoras, Previc e aos três poderes republicanos, quando necessário.
Para iniciar os trabalhos da nova diretoria executiva da Fenapas, este Blog já deixa como primeira sugestão a reformulação imediata e completa do site da Fenapas, com sua atualização constante para que o mesmo sirva como fonte de informação e referência a todos assistidos, principalmente aqueles que são filiados as diversas Associações que não têm recursos para manter um site ou blog com as informações requeridas por estes.
Como última mensagem, coloco este Blog a disposição da nova diretoria para a divulgação daquilo que for de interesse dos participantes assistidos de fundos de pensão de telecom.
Fonte: Aposentelecom e site da Astelpar (PR)

Tiago Mendes diz que pode disputar presidência da Fenapas

DE BRASÍLIA - O ex-presidente do Conselho Regional de Administração do Distrito Federal, disse ao site Justiça em Foco, que pode disputar a presidência da Federação Nacional das Associações de Aposentados e Participantes em Fundo de Pensão do Setor de Telecomunicações – FENAPAS, que irá definir o sucessor de Aldenôra Barbabella.

Mendes, que é integrante da APAS-DF – Associação dos Aposentados do Setor de Telecomunicações no Distrito Federal, já exerceu a chefia de exportações de serviços e equipamentos de telecomunicações da Telebrás, ex-presidente do Conselho Fiscal das Telecomunicações do Piauí por 8 anos – além de ter sido o primeiro Assessor Parlamentar da Telebrás – por 10 anos. “Meu nome está em discussão, mas, para ser candidato, não é só querer. Tem de ter apoio dos assistidos e associações”.

Tiago Mendes, afirmou que solicitou informações sobre o processo que consiste na escolha do presidente da Fenapas, e uma cópia do estatuto digitalizado – até hoje não disponibilizado no site da Federação. O assistido disse ainda que “Não dá para esperar mais nenhum minuto. Estamos lidando com pessoas adoecidas, que estão morrendo ou sofrendo e convivem com a dúvida se receberão seus direitos ainda em vida”, disse Tiago.

Aproveitamos este momento, para entrevistar Tiago Mendes, pré-candidato a presidente da Fenapas.

Justiça em Foco: Candidato, qual a sua expectativa caso eleito presidente? 

Tiago Mendes: Acredito que o conjunto de ações, com apoio da imprensa e do Congresso Nacional. Através dos debates iremos construir um plano de lutas para a Fenapas, onde a sua direção e todas as associações tenham compromisso com nossa entidade, para fazer a Fenapas crescer, e viabilizar o envio de processo a instância superior.  Não podemos esperar ver assistidos morrendo para tomar atitudes.

Justiça em Foco: Quais as principais propostas de sua candidatura?  

Tiago Mendes: Em primeiro lugar, vamos respeitar as decisões deliberadas nas reuniões, trabalhar para conquistar  uma sede própria na capital da República – demonstrar a importância da Fenapas à sociedade. 

Vamos levar a nossa luta do PBS-A para o Congresso Nacional, faremos com que a nossa Fenapas cresça, e fique cada vez mais forte. Pois só assim atingimos o nosso sucesso.

A nossa Fenapas deve estar presente nas lutas de seus assistidos, sem distinção, porque a Fenapas é de todos nós. A Fenapas não precisa distorcer informações só para tentar agradar A, B ou C, que fez recentemente em seu site atingindo a divulgação, no blog Aposentelecom de uma suposta entrevista. É por estes motivos que defendemos uma nova Fenapas.

Fonte: http://justicaemfoco.com.br/?pg=desc-noticias&id=71973


FUNDOS DE PENSÃO: TENTATIVA DE SENADOR PARA ANULAR A RESOLUÇÃO CGCP 26 (DISTRIBUIÇÃO DE 50% DO SUPERÁVIT ÀS PATROCINADORAS) É BARRADA POR OUTRO SENADOR

Leiam teor da mensagem enviada por um assistido da Previ (Edison de Bem e Silva) ao senador José Pimentel que por sua vez barrou no Senado a tramitação do senador Paulo Bauer que tinha com finalidade anular a Resolução CGPC 26, que destina 50% do superávit às patrocinadoras, no caso o Banco do Brasil:

—– Original Message —–
From: edisondebem
To: josepimentel@senado.gov.br
Cc:
Sent: Sex 3/05/13 15:03
Subject: JUDAS VOLTA A ATACAR
Ementa: Susta disposições acerca da apuração do resultado e da utilização de superávit dos planos de benefícios de entidades fechadas de previdência complemen… 30/04/2013 CCJ – Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania Encaminhado à Secretaria-Geral da Mesa para atender a solicitação constante do Oficio nº 989/2013, da Presidência do Senado Federal, referente a requerimento de audiência da Comissão de Assuntos Econômicos, formulado pelo Senador José Pimentel (fl. 10). À SSCLSF. 30/04/2013 SSCLSF – SUBSEC. COORDENAÇÃO LEGISLATIVA DO SENADO Situação: AGUARDANDO LEITURA DE REQUERIMENTO
Recebido neste Órgão, às 19h45. Aguardando leitura de requerimento de audiência da CAE, do Senador José Pimentel. TOTAL: 1

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José Barroso Pimentel – Infeliz Senador da República-
Você não merece tratamento especial, nem senhoria, muito menos excelência.  Sinceramente nós, aposentados da PREVI, nos sentimos enojados de saber que você, Pimentel, foi ou ainda é funcionário do Banco do Brasil. Os mais idoso, os mais pobres, alguns que não ganham nem R$ 800,00 estão sendo espoliados por você sua Resolução indecente, ilegítima e condenados a permanecer nesta situação, se não ocorrer algo ainda pior, saída dessa sua cabeça. Judas perto de você é santo e milagroso. Não chega o que já fez aos seus “colegas”: da ativa, aposentados e às pensionistas, criando, em conluio com outros de seus pares, a ilegal e imoral Resolução n° 26/2008? Agora, sorrateiramente como fazem os ratos, na calada da noite, aproveitada pelos larápios para se esconder,  tenta retardar a ação do Verdadeiro Senador da República, Paulo Bauer. Este homem público, justo, que ouviu os nossos clamores e tenta limpar o lixo de seu trabalho, agora é obstruído na sua ação por mais uma de suas traições.          Você não sente nenhum remorso por isso, Pimentel?  Que verdadeiro monstro criamos em nosso meio e ainda o alimentamos para nos engolir! Quando olhar para sua família, se é que tem, você os encararia para dizer: ” eu traí os meus colegas de trabalho e a mim mesmo? Resolvi subir por cima das costas de idosos, aposentados e pensionistas, com quem convivi, em troca de poder, de notoriedade dentre o clã dominante, por ter sido o “verme” que descobriu fórmula mágica, conseguindo dinheiro fácil e barato para o Governo? Você consegue se olhar no espelho? Pois é, na minha justa aversão pelas suas atitudes, tinha muita coisa para dizer, porém refleti, mais um pouco, e conclui que você não é merecedor de mais uma palavra minha ou de meus colegas, especialmente aqueles lá do Ceará. Alguns até acreditaram em você, infelizmente. Mas, fico na certeza de que MEUS irmãos Cearenses, especialmente os MEUS colegas jamais voltarão a apoiar você, nem para disputar eleição para síndico de prédios.
EDISON DE BEM E SILVA Aposentado PREVI- Pelotas (RS)
Fonte: Blog Acorda BB (06/05/2013) e Vida de Aposentado em Telecom (06/05/2013)

SUPERÁVIT PBS-A: POLÊMICA BILIONÁRIA RELATIVA AS RESERVAS DE 4 FUNDOS DO PBS, A DISTRIBUIÇÃO DOS SUPERÁVITS E A COMPOSIÇÃO DOS CONSELHOS DA SISTEL É PUBLICADA NO JORNAL DE BRASÍLIA

Leia com exclusividade a reportagem publicada no Jornal de Brasília de ontem (6/mai/20113):

A polêmica bilionária sobre a divisão do superávit do Plano de Benefícios da Sistel Assistidos (PBS-A) está ganhando espaço na esfera federal. Os lucros do fundo previdenciário estão sendo disputados por assistidos e empresas patrocinadoras.

Enquanto parte dos aposentados quer a reversão total dos valores para os benefícios, as empresas querem ter acesso a 50% do montante,  que beira R$ 2,2 bilhões, segundo a Fundação Sistel de Seguridade Social, responsável pela gestão do PBS-A e de outros planos.

Representação
Um grupo de assistidos entrou com representação no Tribunal de Contas da União (TCU). O PBS-A nasceu durante a privatização do antigo sistema público Telebrás de comunicações, em 1999. O fundo surgiu da segregação do antigo plano PBS, junto com a criação de outros 14 fundos menores que foram destinados para as novas empresas do setor.
Segundo um dos assistidos responsáveis pelo ofício, Tiago Mendes Vieira, existem indícios de que houve movimentações financeiras indevidas em quatro reservas do PBS-A. As operações teriam sido feitas na Reserva de Contingência de Benefícios, na Reserva para Ajuste do Plano de Benefícios, na Reserva de Provisão Contingencial e na Reserva de Fundos Previdenciários.
Com as correções, Mendes calcula que os valores hoje chegariam à casa dos bilhões de reais. “Queremos que estes valores voltem para o PBS-A e tudo seja sanado antes de qualquer discussão sobre a repartição do superávit”, afirmou Mendes. Paralelamente, os assistidos começaram um trabalho de aproximação no Congresso Nacional.

Audiências públicas
“Queremos fazer audiências públicas com deputados, senadores e todos os entes envolvidos”, explicou Mendes. Além da discussão sobre a criação do PBS-A e a divisão dos lucros, os assistidos também vão questionar a composição do conselho da Fundação Sistel. De acordo com Mendes, as operadoras sempre possuem dois terços das cadeiras da instituição, enquanto os assistidos ficam com um terço.
Os assistidos questionam as posições da Sistel e a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), órgão responsável pela regulação do setor, por autorizar a divisão dos lucros. Segundo os assistidos, a Lei 6.435 de 1977 não autoriza a divisão do superávit. Com base neste princípio, dois assistidos conseguiram uma decisão liminar do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, no Rio Grande do Sul, suspendendo qualquer ação neste sentido.
Fonte: Jornal de Brasília, com formatação exclusiva do Blog Aposentelecom (06/05/2013)

SUPERÁVIT PBS-A: SISTEL RESPONDE SOBRE DISPUTA POR LUCROS ENTRE EMPRESAS PATROCINADORAS E APOSENTADOS, QUE VIROU CASO NO TCU

Leia com exclusividade a reportagem publicada no Jornal de Brasília de ontem (6/mai/20113):

Do outro lado da controvérsia sobre os lucros do fundo PBS-A, a diretoria da Sistel é categórica ao afirmar que não há qualquer irregularidade. A Fundação questiona o fato de grande parte das ações serem representadas por um número reduzido de associados e considera que os atrasos na repartição dos lucros está prejudicando o repasse dos benefícios para todas as partes envolvidas, associados e empresas.
Segundo o diretor de Investimentos e Finanças da Sistel, Carlos Alberto Cardoso Moreira, a ideia é repassar  50% do benefício adicional, vindo do superávit, à vista. O restante viria em 35 parcelas. Moreira explicou que as patrocinadoras também contribuíram com o fundo. As empresas tiveram 68% de participação contra 32% dos assistidos, e repassaram 18% aos aposentados”, acrescentou.

Moreira defende que as ações da Sistel são calçadas juridicamente pela resolução do Conselho de Gestão da Previdência Complementar (CGPC) 26, de setembro de 2008 e a Lei Complementar 109, de maio de 2001 e não há contradição com a Lei 6.435.

Sobre o direito das patrocinadoras terem acesso a este lucro, Moreira acrescentou que as empresas foram e ainda são obrigadas a arcar com os custos de qualquer déficit no fundo.
No que se refere ao ofício enviado ao TCU, Tarcísio Fontenele, gerente jurídico da Sistel, afirma que “não é verdadeira a alegação de que houveram movimentações indevidas na criação do PBS-A. Todo o processo de segregação foi submetido e fiscalizado”, reforçou.

O diretor contou que em 2005 um texto semelhante chegou até o TCU. Segundo ele, o órgão determinou o arquivamento do caso.
Quanto a liminar concedida no Rio Grande do Sul, a Fundação considera que a ação judicial mistura fatos e ainda espera reverter a liminar.
Fonte: Jornal de Brasília, com formatação exclusiva do Blog Aposentelecom (06/05/2013)

SISTEL: ACABA OBRIGAÇÃO ANUAL, NO MÊS DE ANIVERSÁRIO DO PARTICIPANTE, DO RECADASTRAMENTO NA SISTEL

 Comunicado que a Sistel está enviando a todos participantes aniversariantes comunicando que não é mais necessário o recadastramento anual:

“A partir do mês de maio, não será necessária a realização do Recadastramento Anual. Isto porque, a Sistel em parceria com a Dataprev – Previdência Social, firmou um acordo para que as informações sejam atualizadas automaticamente. Fique tranquilo que seu benefício será pago normalmente.

Esta é mais uma ação promovida pelo Projeto Novo Olhar, que visa facilitar a sua vida dentro da Sistel, uma busca constante para aperfeiçoar o nosso compromisso com a qualidade no atendimento.

Para qualquer dúvida ou sugestão, entre em contato conosco. Estamos à disposição pelo telefone 0800 887 7005, horário de atendimento de 2ª. a 6ª. das 7h as 19h ou pelo Portal Sistel: www.sistel.com.br acessando o Fale Conosco

Adriana Meirelles

Diretora de Seguridade”
Fonte: Vida de Aposentado em Telecom

PREVIC: Entidade não pode impedir demandante de se candidatar

03/05/2013 – Ano XIII – Nº 449

PREVIC: Entidade não pode impedir demandante de se candidatar

A Diretoria Colegiada da Superintendência Nacional da Previdência Complementar (PREVIC) acatou recurso interposto pela ANAPAR e reconheceu que deve ser aceita a candidatura de participante que tenha movido processo contra a entidade de previdência complementar.

A PREVIC acatou duas outras teses defendidas pela ANAPAR. Só podem ser feitas exigências e pré-requisitos de candidatos se houve previsão no estatuto da entidade e recomenda que não haja segregação de votos entre ativos e assistidos nas eleições para escolha dos representantes dos participantes.

O recurso refere-se à Eletros Fundação Eletrobrás de Seguridade Social, entidade patrocinada pela Eletrobrás. A ANAPAR denunciou o processo eleitoral 2012 à Diretoria de Fiscalização da PREVIC, apontando as três irregularidades. A Diretoria de Fiscalização não acatou a denúncia e a ANAPAR recorreu da decisão à Diretoria Colegiada da PREVIC, que acatou parcialmente o recurso.

“A decisão da PREVIC consolida teses importantes e refere-se ao processo eleitoral de um fundo de pensão. Mas mostra o caminho para continuarmos combatendo irregularidades semelhantes praticadas por outras entidades”, observa Cláudia Ricaldoni, presidente da ANAPAR.

Entidades atentam contra a democracia – Muitas EFPC fazem exigências ilegais e irregulares, com objetivo claro de impedir a eleição de participantes que têm representatividade junto a seus pares. Visam, principalmente, impedir sindicalistas e dirigentes de associações de aposentados de se elegerem para administrar e fiscalizar o patrimônio dos trabalhadores.

Há entidades que impedem a candidatura de quem demanda judicialmente contra ela. A PREVIC reconhece que esta exigência contraria o princípio “do amplo acesso ao Judiciário disposto no artigo 5º, inciso XXXV, da Constituição Federal”. O direito de demandar é garantido pela Constituição e não pode ser eliminado por um regimento eleitoral ou estatuto de fundo de pensão.

Há entidades que atribuem parte das vagas nos conselhos deliberativo e fiscal para representantes de participantes ativos e parte para representantes de assistidos. Esta divisão não é irregular, mas a PREVIC recomenda que “o processo eleitoral seja o mais amplo” possível. As vagas podem ser segregadas, mas recomenda que os votos não sejam segregados. Entendemos que se o dirigente eleito vai administrar um patrimônio que pertence tanto aos participantes ativos quanto aos assistidos, o participante ativo deve ter o direito de escolher um candidato aposentado e o assistido, um candidato da ativa, se assim lhes aprouver.

Há entidades de previdência que adicionam, no regimento eleitoral ou no edital das eleições, exigências e pré-requisitos que não constam de seu estatuto. São normalmente exigências casuísticas, com o propósito de impedir candidatos que gozam de grande prestígio entre os participantes e que têm visão crítica da gestão da entidade. A PREVIC condena esta prática e aponta que só podem ser feitas exigências e estabelecidos pré-requisitos que constem do estatuto da EFPC, pois é isto o que prevê a Resolução CGPC 07, de 2002.

Fonte:Anapar

PLANOS CPqD: PROCESSO SOBRE JUROS DO SINTPQ E VOTO CONTRÁRIO DOS CONSELHEIROS ELEITOS SOBRE MUDANÇAS DO CPqDPREV PREOCUPA SISTEL

Dois fatos marcantes vieram a tona esta semana com relação ao plano CPqDPrev da Sistel:

  • O voto contrário, e infelizmente vencido, dos quatro Conselheiros eleitos da Sistel relativo as alterações que a Sistel e o CPqD querem promover no Regulamento do plano CPqDPrev, que acarretará a perda de direitos adquiridos dos participantes que aderiram ao Regulamento original do plano lançado em 2000 e que vigorou até 2006. Nele consta que os assistidos não participariam da cobertura de déficits do plano. Depois de muita luta da APOS (Assoc. dos Aposentados da Fundação CPqD) e sua vitória junto a Previc, conseguiu-se que somente os participantes elegíveis a aposentadoria até 2006, quando aposentados, ficarão isentos de tal cobertura. Porem vários participantes ainda ficaram fora desta isenção, mesmo tendo aderido a um plano que mencionava expressamente o direito a esta isenção. O voto vencido dos Conselheiros foi no sentido de permitir a todos que ingressaram no plano até 2006, que tivessem também o direito a não participar da cobertura de déficits no plano. Porem a maioria dos votos (8) no Conselho Deliberativo da Sistel é das patrocinadoras e a injusta quebra do direito adquirido dos participantes persistirá. O pronunciamento do voto dos quatro Conselheiros eleitos da Sistel encontra-se neste link;
  • A denúncia aberta pelo SinTPq (Sindicato dos Trabalhados em Pesquisa, Ciência e Tecnologia), em conjunto com a Anapar, junto a Previc, sobre a redução irregular dos juros atuariais do plano CPqDPrev que vem ocorrendo desde 2009, mesmo estando presente no Regulamento atual do Plano (Art. 51), datado de 2008, que a taxa de juros atuarial do plano é de 6%. O sindicato denuncia que a Sistel não poderia reduzir os juros sem alterar o Regulamento do plano e que esta redução causou prejuízos a todos participantes que se aposentaram desde 2009, com benefícios menores, em desacordo com o Regulamento do plano. Em paralelo, os quatro Conselheiros eleitos da Sistel solicitaram formalmente esclarecimentos à Diretoria Executiva da Sistel sobre as possíveis irregularidades ocorridas, que mais uma vez prejudicaram parte dos participantes. A solicitação de esclarecimentos, assim como a denúncia do SinTPq e da Anapar encontram-se neste link.
Mais uma vez fica evidente a importância da existência e da escolha correta pelo voto dos Conselheiros eleitos nos Conselhos Deliberativo e Fiscal da Sistel. Eles foram eleitos para serem os fiéis representantes dos participantes de todos planos da Sistel e, felizmente, estão agindo desta forma.
Esta aproximação e relacionamento democrático dos Conselheiros eleitos com as Associações de Aposentados tem facilitado muito o entendimento de nossos representantes quanto a diversidade de planos que a Sistel possui, assim como das diferentes características destes.
Lamentável somente ainda não possuirmos a paridade nos Conselhos (número igual de representantes das patrocinadoras e participantes), para que as decisões nestes Conselhos sejam realmente democráticas e justas.
Se as patrocinadoras desejam metade dos superávits dos planos (desejar não é ter direito), porque elas não aceitam também modificar o Estatuto da Sistel para que tenha metade dos Conselheiros de cada lado da mesa?
Fonte: Vida de Aposentado em Telecom (aposentelecom.blogspot.com)

INVESTIMENTOS: REFLEXÕES SOBRE O QUE FAZER

Os rendimentos da renda fixa cairam e, diante disso, a solução é diversificar e correr mais risco. A receita é esta e sobre a direção a seguir não existe propriamente discussão. Mas, restam algumas dúvidas como, por exemplo o ritmo em que se deve caminhar. Para Marcelo Nazareth, Diretor da NetQuant, empresa que oferece ferramentas analíticas para sustentação de decisões de investimentos, o cenário atual é “tão nebuloso”, que não se recomenda assumir nesse momento maiores riscos. Enfim, o caminho é esse, mas passos maiores devem ser evitados nas circunstâncias atuais. Já François Racicot, líder em consultoria em investimentos da Mercer, nota que os brasileiros devem ficar atentos ao crescimento das aplicações no exterior por parte de fundos de pensão de vários países.

Nazareth define como “consolidação de uma tendência iniciada em 2012” os investimentos que os fundos de pensão brasileiros estão fazendo preferencialmente em renda variável descolada dos principais índices da BM&FBOVESPA. “Alocação de recursos em fundos de small caps e de dividendos, entre outros, consolida uma opção feita no ano passado”, nota Nazareth, que no entanto recomenda a partir de agora esperar mais até a neblina dissipar um pouco.

Já Racicot, da Mercer, chama a atenção para outro aspecto: “O olhar para o exterior está crescendo”. Ele observa que entre as vantagens de investir fora das fronteiras do país está não apenas a diversificação em si, mas também a menor correlação com a bolsa brasileira, uma vez que o pregão brasileiro nem sempre está automaticamente alinhado ao movimento das bolsas globais.

Racicot nota que no final do ano passado os investimentos dos fundos de pensão (AFPs) chilenos no exterior já alcançou 38% dos ativos totais, sendo 11% em renda fixa (com foco nas taxas mais altas pagas pelos países emergentes) e 27% em variável. Claro, trata-se de um sistema de previdência complementar que atingiu um tamanho desproporcionalmente grande na comparação com a dimensão modesta da economia, mas mesmo assim um percentual tão avantajado de ativos alocados no estrangeiro ainda surpreende. Dentro do Chile, o forte dos investimentos está canalizado para a renda fixa (45%) local, ficando as ações com não mais de 15%.

O Canadá, assinala Racicot, um país que a exemplo do Brasil tem uma bolsa com negócios bastante  concentrada em poucas empresas e setores, oferece aos brasileiros um outro tipo de exemplo. Os investimentos no exterior já alcançam 28% do total dos ativos, sendo 26% na renda variável e 2% na fixa, e as alocações alternativas já alcançam 23%, distribuídos entre private equity, infra estrutura e muito em imóveis.

Na Inglaterra, 28% dos ativos estão no estrangeiro. E mesmo num país de economia forte, como os EUA, os fundos de pensão têm 14% dos recursos no exterior, quase tudo (13%) em renda variável. A questão dos investimentos no exterior será um tema de uma das plenárias do Seminário de Previdência Privada da Mercer, marcado para o próximo dia 8, das 8h30 às 17h30 no Grand Hyatt, em São Paulo. Conduzida por Carolina Wanderley, consultora sênior de Previdência, e por François Racicot, líder da área de investimentos, a plenária promete oferecer reflexões úteis sobre os atuais cenários.

Fonte: Diário dos Fundos de Pensão (2/5/2013)