Comunicado Distribuição Superávit 2016 | PBS-A – 13.4.2023

Foi publicada no Diário Oficial da União de hoje, 13/04/2023, a portaria nº 249 da PREVIC, Superintendência Nacional de Previdência Complementar, que aprova a distribuição do Superávit 2016 do plano PBS-A.
E estamos felizes em poder iniciar de imediato o pagamento da 1ª parcela. Assim, neste mês de abril, juntamente com o benefício mensal, será paga a primeira das 36 parcelas mensais da renda adicional temporária deste superávit.

Todas as informações detalhadas estarão disponíveis na área restrita do Portal Sistel, onde os assistidos do plano PBS-A poderão acessar com matrícula e senha, no Menu “Superávit”, a partir do dia 28 de abril.

Agradecemos mais uma vez pela confiança. Cuidar do que é importante para você está no nosso DNA.

Um forte abraço do time Sistel!

Diretoria Executiva

SISTEL: SEM AVISO AOS PARTICIPANTES, PRESIDENTE DO CONSELHO DELIBERATIVO DA SISTEL É TROCADO. PARTICIPANTES DA SISTEL PREOCUPAM-SE COM POSSÍVEL POLITIZAÇÃO DA FUNDAÇÃO

Novo presidente do conselho deliberativo da Sistel é o atual político (deputado federal) e ministro das Comunicações, José Juscelino Resende Filho (União Brasil – MA), que ocupa o lugar da Sra. Stella Dantas Segundo matéria publicada no final do ano passado pelo site Convergência Digital, o deputado eleito pelo MA não tem nenhuma tradição com o setor de telecom, fato que preocupa os participantes da Sistel com uma possível politização da Fundação Sistel, que nunca antes foi comandada por políticos e sempre esteve isenta de qualquer ingerência política, tanto em sua gestão, como nos investimentos que realiza.

Por outro lado, é de se estranhar a falta de comunicação direta aos participantes de todos planos da Sistel, relativa a troca de comando do CD. Essa informação da troca foi achada por acaso no site da Sistel. Vide imagem abaixo.

Ao mesmo tempo, em (30/01/2023) o prestigioso site Tele.Síntese publicou a seguinte matéria, mencionando o Estadão:

Emenda de Juscelino no orçamente secreto da Câmara foi para a Prefeitura comandada por sua irmã e favoreceu seu próprio imóvel, diz o Estadão

Apuração do Estadão aponta que ministro destinou R$ 5 milhões para obra de asfaltamento na rua de sua própria fazenda. Ministério das Comunicações não comentou o caso.

O ministro das Comunicações, Juscelino Filho, foi um dos beneficiados pelo orçamento secreto nos últimos anos e teria destinado R$ 5 milhões em emendas para asfaltar trecho de estrada de terra que corresponde ao endereço de uma fazenda registrada em seu nome, em Vitorino Freire (MA), município onde sua irmã atua como prefeita. É o que aponta apuração do Estadão, em reportagem publicada nesta segunda-feira, 30.

O Tele.Síntese  questionou o MCom se haverá declaração sobre o caso, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem.

De acordo com a publicação, o então deputado federal teria recebido pelo menos R$ 50 milhões. Deste valor, encaminhou R$ 16 milhões para Vitorino Freire, município gerido por sua irmã e que tem seus familiares revezando o poder desde os anos 1970.

A obra de asfaltamento teve parecer autorizado por um engenheiro indicado pelo grupo político do parlamentar à Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) e é alvo de processo por suspeita de receber R$ 250 mil em propina em um caso de corrupção investigado no município.

Ainda conforme a apuração do Estadão, o total da obra foi estimado em R$ 7,5 milhões, dos quais R$ 5 milhões foram para o trecho de 19 km em frente às terras de Juscelino.

No município em questão, Vitorino Freire, 42% da população não tem calçamento na frente de casa. A cidade tem um IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) de 0,570, segundo a última medição do IBGE, considerado baixo.

A emenda para o asfaltamento teria sido indicada em 2020. Mas foram identificados outros valores do orçamento secreto atribuídos ao atual ministro nas vésperas da eleição no ano passado, no valor de R$ 1,5 milhão.

O “orçamento secreto” foi declarado inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em dezembro do ano passado.  Trata-se das já extintas emendas de relator, RP9, criadas em 2019 para o Orçamento de 2020, usadas para favorecer integrantes da base governista por meio da liberação de recursos em troca de apoio no Legislativo.

Em tese, as emendas seriam uma forma do parlamentar auxiliar no custeio de projetos de interesse público nos estados que representam, no entanto, o entendimento firmado é o de que o termo “emendas de relator”, acabou por ocultar a identidade dos parlamentares beneficiados, além da quantia recebida.

Em 2021, Juscelino Filho, então deputado federal pelo DEM,  foi o relator da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2022, e manteve em seu parecer a previsão do orçamento secreto para o ano seguinte.

Fonte: Tele.Síntese (30/01/2023) e blog Aposentelecom

APAS-RJ repudia atitude da FENAPAS

A APAS-RJ enviou e-mail ao presidente da FENAPAS protestando contra a atitude da Fenapas em aceitar verba da SISTEL para o reembolso das despesas da FENAPAS com a realização da AGE de 26/09/2022, em Brasília, que aprovou a retirada da ação da cisão do PBS.

Veja abaixo, a integra do e-mail:

 Assunto: Reembolso à FENAPAS

Ao Sr. Ezequias Ferreira – Presidente da FENAPAS

Tomamos conhecimento na AGO de 20/11/22, da FENAPAS, que a SISTEL reembolsou a mesma, em cerca de R$ 53.000,00, referente às despesas efetuadas, pela FENAPAS na AGE de 26/09/22.

Ressaltamos que tal procedimento, representa a nosso ver, uma atitude antiética, porque prejudica a independência da FENAPAS, que muitas vezes necessita tomar atitudes contrárias à SISTEL, para defender os interesses de seus assistidos, inclusive com a eventual necessidade de impetrar ações judiciais contra a Fundação.

Serve a presente para registrar o protesto da Diretoria da APAS-RJ com relação a tal atitude, solicitando à V. Sa. que evite no futuro, a repetição do procedimento.

Atenciosamente,

Paulo Sergio Longo

AÇÃO DA CISÃO – PROPOSTA DE ACORDO SISTEL

1 – HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS

1.1 – Pagamento de Honorários dos advogados patronos da Fenapas na  Ação Judicial/FENAPAS, correrão por conta das Patrocinadoras/Sistel.

Impacto Liquidez:  Valor negociado de R$ 280 mil reais.

1.2 -    NOTA: Dr. CARLOS se compromete, por meio de contrato, continuar              como advogado para defesa da FENAPAS ao longo dos próximos 5 anos,              dentro do período prescricional, caso haja existência de eventuais Ações                Judiciais promovidas por iniciativas de assistidos ou participantes, contra a realização deste ACORDO.

 

2 – PLANO ASSISTENCIAL PAMA.

2.1. Aplicar 25% de redução sobre o percentual de coparticipação somente para os usuários do PAMA sobre todas suas despesas médicas, ambulatoriais e hospitalares (de até 43% para até 32%);

2.2. Impacto Atuarial: Conforme parecer técnico , com base nas premissas           atuariais de dezembro/21 , o custo adicional para o PAMA será em torno de R$ 140 milhões de reais.

2.3. Acrescentar 3 itens nos Exames Preventivos (Ureia/Urina/Creatinina) – (PAMA – PCE)

2.4. Impacto Atuarial:  Não há impacto, no curto prazo, nas Provisões Matemáticas                                            Atuariais pelo custo adicional dos exames.

 

3 – PECÚLIO POR MORTE.

3.1. Liberação de 50% ou 100% do PECÚLIO por opção voluntária do assistido, desde  que a Previc aprove revisão do Regulamento do Plano.

3.2. Impacto Atuarial: Por já estar  contemplado o valor do pecúlio na Reserva Matemática dos Planos PBS, não há impacto adicional na Reserva. De acordo com o regulamento, deve ser realizado o desconto atuarial no caso da antecipação do PECÚLIO.

3.3. Impacto de Liquidez: Haverá impacto na liquidez do Plano se todos os aposentados solicitarem a antecipação em um curto período de tempo.

3.4. Avaliação Jurídica:  Necessidade de alteração regulamentar pelos tramites legais e da governança da Sistel. A Sistel reterá o Imposto de Renda no caso de antecipação.

 

4 – SUPERÁVITS.

4.1. Atuação da Sistel junto à PREVIC, para que promova a liberação imediata do inicio dos processos de pagamentos dos superávits em 36 meses.                        (Planos PBS-A, PBS-Telebrás e TelebrasPrev).

4.2. Destinação de toda Reserva Especial de forma voluntária, com inicio no ano subsequente ao superávit, desde que respeitado o cronograma dos vencimentos dos ativos fixados na CURVA, não apresente risco de solvência e liquidez para o Plano, condicionado ainda à aprovação pela Previc;

4.3. Distribuição do superávit pendente na Previc;

4.4. Impacto atuarial: Não há impacto atuarial para o Plano.

4.5. Impacto legal/liquidez: A Sistel utiliza o limite legal de 3 anos (distribuição compulsória), após a ocorrência do superávit, para iniciar o seu pagamento. Pode utilizar a prerrogativa   de antecipar o seu pagamento para o ano subsequente a ocorrência do superávit (distribuição voluntária) por decisão do Conselho Deliberativo.

4.6. Ponto de atenção : Necessidade de estudo de liquidez para cada distribuição voluntária.

 

5 – CONVÊNIOS DE DESCONTOS EM FOLHA DE ASSISTIDOS.

5.1. Constar nos Convênios (Sistel x Associações) cláusula impedindo a rescisão unilateral dos referidos documentos, estabelecendo um prazo de duração de 05 anos, salvo em caso de justo motivo.

5.2. Impacto: Medida administrativa de interação entre Sistel e as Associações de Participantes e Assistidos.

 

           Requisitos básicos para o acordo

  1. Inclusão como “anuentes” das patrocinadoras que não integram a demanda:  Telebrás e Fundação CPqD;

2. Ciência/Interveniência da Previc no acordo

3. Ciência/Interveniência do MP Federal no acordo;

4. Aprovação do ACORDO pela AGE da FENAPAS.

SISTEL: QUAL A RELAÇÃO ENTRE A NÃO LIBERAÇÃO DE SUPERÁVITS E A AÇÃO JUDICIAL DA FENAPAS SOBRE A CISÃO DO PBS?

  

Fica difícil entender a relação entre os 2 processos. A Sistel e a Previc necessitam explicar isso melhor! Uma ação judicial da Fenapas contra as patrocinadoras de planos da Sistel contestando o processo de Cisão do antigo plano PBS, inclusive já ganha em 2 instâncias na Justiça Cível do RJ, a meu ver, não pode obstaculizar o processo absolutamente legal e obrigatório de distribuição de superavits de 3 planos da Sistel, direito estabelecido na Lei Complementar 109 que rege o funcionamento dos fundos de pensão.

O motivo da ação da Fenapas contra as patrocinadoras da Sistel foi a evidente desobediência ao Edital de Privatização do Sistema Telebrás firmado em 1998,  quando essas novas teles adquirentes, na sua maioria estrangeiras, assinaram sua concordância com o Edital. 

Constava do Edital e no Acordo feito entre as patrocinadoras, que o antigo plano BD vitalício PBS não poderia, principalmente, ser alterado para os participantes remanescentes tanto na modalidade de plano, como na perda da solidariedade entre as novas adquirentes, garantia sempre necessária em casos de eventuais cobertura de déficits, mas elas, juntamente com a Sistel, fizeram exatamente o contrário.

Criaram 15 novos planos quando, com menos de 1 ano de seus lançamentos, 14 deles (todos menos o PBS-A) iniciaram a migração para outros novos planos com alteração ilegal de modalidade (de BD para CV ou CD), levando muitos participantes do antigo PBS a uma situação de risco inédita, ainda mais nos dias de hoje em que a maior patrocinadora da Sistel encontra-se em recuperação judicial e onde qualquer outra poderá se encontrar um dia.

Alem disso, alguns novos planos previdenciários, todos cindidos do PBS, deixaram de ser vitalícios e passaram a ser puramente financeiros, isto é, acabou a reserva individual do participante, cessou sua aposentadoria complementar, sem a mutualidade antes existente entre participantes.

E foi justamente por esse descalabro das patrocinadoras adquirentes do leilão que a Fenapas ingressou com uma ação judicial em 2005, inclusive com o apoio das diferentes vertentes de representação dos sistelados, ação esta que já foi vitoriosa em duas instancias da Justiça.

As patrocinadoras, vendo que sua derrota na Justiça Cível do RJ era iminente, arrumaram um jeito de adiar ad eternem sua derrota definitiva, apelando à Justiça federal e envolvendo a Previc na ação.

Concomitantemente e para prejudicar ainda mais os participantes e assistidos da Sistel, as distribuições legais de superávits recentes, relativas a 3 planos da Sistel, foram arbitrariamente suspensas pela Previc, desde 2020.

No intuito de abrandar a situação daqueles sistelados prejudicados, muito deles com direito iminente a receber sua parte dos novos superavits, a Fenapas propôs à Sistel e às patrocinadoras, no início deste ano, um Acordo formal propondo sua desistência da ação da Cisão (hecatombe), em troca de algumas condições que até hoje não foram integralmente divulgadas, e da qual,  segundo informações oficiais da própria Fenapas, a Sistel e as patrocinadoras o ignoraram por completo.

Visto o grande interesse das patrocinadoras em adiar eternamente o resultado definitivo da ação da Cisão e a necessidade urgente de liberar os superávits represados, o melhor que a Fenapas tem a fazer agora é ingressar imediatamente na Justiça federal com uma liminar para restabelecer urgentemente os direitos retirados e cassados de todos sistelados prejudicados pelas patrocinadoras.

Fonte: Blog Aposentelecom

ELEIÇÕES FUNDAÇÃO ATLÂNTICO

A Fundação Atlântico enviou ontem à noite (14/03), por e-mail, a senha provisória para as eleições de amanhã (16/03) dos delegados que comporão os colégios eleitorais.

Se você não recebeu a sua senha, envie e-mail para eleicoes2022@fundacaoatlantico.com.br com seu nome, CPF e  e-mail que deseja cadastrar para receber a senha.

É de suma importância que se elejam candidatos comprometidos com os reais interesses dos assistidos. Por isso, pedimos seu voto para AILTON CESAR FERREIRA REIS.

Não deixe de votar amanhã. Seu voto é muito importante.

DIRETORIA DA APAS-RJ

Governo volta a atacar trabalhadores e fundos de pensão

Por Marcel Barros e José Ricardo Sasseron (artigo publicado no Reconta Aí)

O jornal Valor Econômico noticiou, na última semana, que o Ministro da Economia, Paulo Guedes, prepara projeto de lei a ser apresentado ao Congresso Nacional pelo presidente Bolsonaro para permitir a participantes de fundos de pensão – patrocinados por empresas ou órgãos públicos – que escolham entre aderir ao plano de previdência da entidade fechada de previdência complementar (EFPC) patrocinada ou ao plano de uma entidade aberta, ou seja, de um banco privado.

Segundo a matéria, seria aberta a alternativa de portar, ou seja, retirar os recursos das entidades fechadas e levá-los para os bancos. O objetivo seria permitir aos participantes fugirem de “interferências políticas”.

Interferência política é abrir a porteira para a boiada dos banqueiros passar e abocanhar cerca de R$ 550 bilhões – hoje administrados pelos fundos de pensão (EFPC) patrocinados por empresas estatais ou por órgãos de governo. O projeto, se aprovado, beneficiaria os bancos e causaria enormes prejuízos aos participantes destes fundos, que são patrocinados por empresas como o Banco do Brasil, Petrobras, Caixa, Eletrobras e muitas outras, e pelo Governo Federal, governos estaduais e municipais.

A falácia dos argumentos citados na matéria não se sustenta e o contraponto vem dos dados publicados recentemente pelo próprio Ministério da Economia. O Relatório Gerencial de Previdência Complementar relativo ao 4º bimestre de 2021 aponta que, de 2012 até agosto de 2021, as EFPC brasileiras tiveram uma rentabilidade média de 162,1% e cobram taxa de administração média de 0,27% ao ano para gerir o plano de previdência complementar do participante. Os planos abertos, administrados pelos bancos, tiveram uma rentabilidade média de 108,8% no mesmo período e cobram taxa de administração média de 1,3% ao ano.

Os bancos cobram taxas de administração quase cinco vezes maiores para entregar resultados muito menores. Em outras palavras, se tiver seu dinheiro administrado pela previdência aberta de um banco, o participante da EFPC terá um patrimônio menor e um benefício de aposentadoria no mínimo 33% menor. A diferença fundamental é que a EFPC administra o patrimônio do participante sem visar lucro, enquanto os bancos brasileiros estão entre os mais lucrativos do mundo, engordando seu caixa sugando dinheiro dos seus clientes.

Não custa lembrar ao distinto leitor que Paulo Guedes foi um dos fundadores do Banco BTG e assessorou a privatização da previdência chilena, administrada pelos bancos, que deixou mais de 60% dos idosos daquele país sem aposentadoria e os bancos com os cofres abarrotados de dinheiro dos trabalhadores.

Não custa lembrar, também, que vários prejuízos foram causados aos fundos de pensão brasileiros por gestores de ativos ligados a grandes bancos, como por exemplo a filial brasileira do BNY Mellon, um dos maiores gestores de recursos de terceiros do mundo, que causou prejuízo monumental a um dos grandes fundos de pensão estatais.

Os prejuízos que poderiam ser causados pelo projeto não param por aí. O projeto extingue a obrigatoriedade de representação paritária entre participantes e patrocinadores na gestão da EFPC, bastando para isto que ela administre um minúsculo plano de benefícios de empresa que não seja estatal. Além de permitir a entrega do patrimônio do participante aos bancos, o projeto quer impedir o trabalhador de interferir na gestão de seus recursos.

Outro prejuízo evidente: se o participante transferir suas reservas para a administração de um banco, libera a empresa patrocinadora da cobertura de qualquer insuficiência ou déficit de seu plano de previdência.

Fica evidente que o atual governo defende os interesses dos bancos, em vez de proteger o interesse dos participantes, conforme prescrevem as atuais leis complementares 108 e 109, promulgadas em 2001, e que seriam alteradas pelo referido projeto de lei.

Os trabalhadores precisam lutar contra mais uma tentativa do atual governo de destruir seus direitos.

* José Ricardo Sasseron foi presidente da Associação Nacional de Participantes de Fundos de Pensão e de Beneficiários de Planos de Saúde de Autogestão (Anapar), diretor eleito de Seguridade da Previ e diretor do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região.

* Marcelo Barros é vice-presidente da Anapar e representante dos participantes de fundos de pensão no Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC). Foi diretor eleito de Seguridade da Previ

Eleições Atlântico 2022, como Votar

No dia 16 de março, das 9 às 18 horas, pela Internet você poderá eleger o Delegado do seu Estado que participará dos Colégios Eleitorais da Atlântico. Para votar, siga as orientações::

Na semana da votação, você receberá no seu e-mail cadastrado na Atlântico, uma SENHA PROVISÓRIA, para você iniciar o processo de votação, ANOTE-A. Se não tiver recebido, veja abaixo em PROBLEMAS e SOLUÇÕES. 

1-Em 16 de março acesse: https://fundacaoatlantico.eleicaonet.com.br/ e clique em CLIQUE AQUI PARA VOTAR. Digite o seu CPF e a SENHA PROVISÓRIA e clique em CONFIRMAR. 

2-Na tela seguinte, crie a sua SENHA DE VOTAÇÃO, que deve ter apenas letras e números, no mínimo 6, sendo no mínimo 1 número, ANOTE-A! Clique em CONFIRMAR. 

3– A seguir, você terá acesso às instruções para a votação. Depois de ler, clique em VOTAR: 

O candidato pelos Aposentados do Rio de Janeiro, apoiado pela APAS-RJé o nosso colega Ailton Cesar Ferreira Reis, que desde 2006, trabalha conosco na defesa dos direitos dos aposentados. 

3.1-As cédulas de todos os candidatos da sua UF estarão disponíveis. Clique no espaço indicado em verde da cédula do nosso candidato. Caso precise alterar clique em CORRIGIR, após corrigido, clique em CONFIRMAR. Caso queira finalizar o voto, digite o seu CPF e a sua SENHA DE VOTAÇÃO e clique em CONFIRMAR. 

3.2-Ao CONCLUIR você terá acesso a tela de COMPROVANTE DE VOTAÇÃO, que tem o seu CPF, Nome, nº do comprovante, endereço de IP, data e hora da votação. Você também receberá um e-mail com o seu nº do comprovante.

 

PROBLEMAS e SOLUÇÕES:

1-Caso não tenha recebido, o e_mail com a SENHA PROVISÓRIA verifique sua caixa de spam/ lixo eletrônico de seu e-mail. 

2- Caso você não tenha e-mail cadastrado na Fundação, envie um e_mail, com seu nome, CPF e e-mail que deseja cadastrar ou alterar, para eleicoes2022@fundacaoatlantico.com.br  

3- Caso não tenha recebido ou tenha esquecido sua SENHA PROVISÓRIA, acesse a plataforma digital https://fundacaoatlantico.eleicaonet.com.br/ e clique em VOTAÇÃO. Digite o seu CPF e clique em RECUPERAR SENHA, digite seu e-mail e automaticamente uma nova senha será encaminhada. 

Contamos com o seu voto. 

DIRETORIA APAS-RJ

Eleições Fundação Atlântico

No dia 16 de março, Fundação Atlântico fará eleição, nos Estados, para escolha dos Delegados (um representante dos ativos e um representante dos assistidos) para compor os Colégios Eleitorais que irão eleger os Conselheiros Deliberativo e Fiscal da Fundação.

Assistidos, isto é, Aposentados só podem votar em candidatos a Delegado Assistidos (Aposentados).

A eleição dos Conselheiros Deliberativos é indireta, os Conselheiros Deliberativos e Fiscal serão escolhidos e votados entre os Delegados eleitos nos estados.

Essa votação será através de plataforma digital operacionalizada pela Fundação Atlântico. Até agora não temos informação de como isso será feito, divulgaremos tão logo seja definido.

O candidato a Delegado pelo Rio de Janeiro para representar os Aposentados (Assistidos) apoiado pela APAS-RJ é o nosso colega Ailton Cesar Ferreira Reis, que desde 2006 tem trabalhado conosco na defesa dos direitos dos Aposentados.

O seu voto é importante. É um direito seu, que na situação atual, precisa ser exercido!

No dia 16 de março vote em Ailton Cesar Ferreira Reis.

Diretoria da APAS-RJ