Atlântico 2015: Desrespeita os Participantes e a PREVIC

A Fundação Atlântico insiste em dar continuidade à eleição indireta, para os representantes dos participantes e Assistidos nos Conselhos Deliberativo e Fiscal. Insiste em aplicar um Regulamento Eleitoral que não garante o direito de voto dos Participantes e Assistidos, que esta cheio de inconsistências, um simulacro que se destina a perpetuar os Conselheiros que foram indicados em 2005 pela patrocinadora, que foram derrotados em eleições diretas em 2006, mas continuaram nos cargos por conta de liminar contra o Processo Eleitoral que eles conceberam e aprovaram. Talvez aí  resida o medo a Eleições Diretas!

A Fundação Atlântico em reunião na PREVIC com a ANAPAR e a FENAPAS propôs-se a negociar o Regimento Eleitoral e fazer novas reuniões na PREVIC, FALTOU à reunião com a PREVIC, lançou o “processo eleitoral” e na última reunião disse a eleição esta correndo muito bem e que será mantida!

Nesta prova renovada de Autoritarismo a Fundação Atlântico, desrespeita o seu Estatuto (Artigos 13 e 14), os PARTICIPANTES e ASSISTIDOS e a PREVIC (órgão fiscalizador!)e insiste nas eleições indiretas para os representantes dos participantes e Assistidos nos Conselhos Deliberativo e Fiscal.

A Fundação Atlântico é a prova prática de que o Setor de Previdência Complementar, não está apto à Auto Regulação como a ABRAPP, vem defendendo!

Veja o Boletim nº541 da ANAPAR.

Fonte: Site da FENAPAs

FUNDAÇÃO ATLÂNTICO: Exercício de autoritarismo, desprezo aos participantes e à PREVIC.

 

 

A empresa de telefonia Oi e a Fundação Atlântico, comandada pelo ex-presidente da Abrapp Fernando Pimentel, deram uma nova mostra de autoritarismo. Mais uma vez negam aos participantes o direito de eleger democrática e livremente os seus representantes para o conselho deliberativo e fiscal da entidade.

Deram início ao processo de escolha indireta dos conselheiros por um colégio eleitoral de menos de trinta pessoas, composto de membros escolhidos em fóruns de sindicatos e associações que servilmente compactuam com a falta de democracia e traem o legítimo direito dos participantes de eleger seus representantes. A Fundação Atlântico chegou às raias do absurdo: nas bases em que o sindicato ou associação de aposentados se negarem a fazer parte da farsa, a própria Fundação chamará reuniões para eleger representantes para o colégio dito “eleitoral”. Um processo semelhante ao das ditaduras, quando militares se arvoram no direito de substituir a vontade popular.

Além de negar aos participantes e assistidos a liberdade de escolha, Pimentel e a Fundação Atlântico desprezam a PREVIC e seus representantes. Após denúncia da Anapar e entidades de classe, apontando que a entidade descumpria o próprio estatuto e não realizava a eleição dos conselheiros desde 2006, a PREVIC determinou que a Fundação Atlântico iniciasse novo processo eleitoral. Na análise feita pela Diretoria Colegiada do órgão fiscalizador realizada em 21 de junho de 2013 consta, inclusive, o entendimento de que o estatuto da Fundação prevê eleição direta.

A Anapar, a FENAPAS (Federação das Associações de Aposentados) e a FITRATELP (em nome de muitos sindicatos) solicitaram a intermediação da PREVIC para garantir um processo democrático de escolha, a partir de sua própria determinação. No final de junho deste ano, representantes da Anapar e da FENAPAS se reuniram com o presidente da Fundação Atlântico na sede da PREVIC, reivindicando eleições diretas. Encaminharam proposta de regimento eleitoral à Fundação e à PREVIC, esperando nova postura da entidade. No último dia 19 foi chamada nova reunião pela PREVIC, mas o presidente da entidade não compareceu nem mandou representante, constrangendo os próprios representantes do órgão fiscalizador. No dia 29, em nova reunião com a Anapar e a Diretoria de Fiscalização da PREVIC, Pimentel negou a eleição direta. Resta saber se a PREVIC será conivente com a falta de democracia e aceitará passivamente a afronta contra ela própria e os participantes.

Decisões sempre contrárias aos participantes - A Anapar repudia a postura da Fundação e de seu presidente. E relembra alguns capítulos de sua obra. Sob seu comando,a Atlântico sempre colocou a pequena participação acionária que detinha na patrocinadora Oi a serviço dos interesses das famílias Jereissati e Andrade, nas disputas societárias que envolvem Previ, Petros e Funcef no outro polo. Extinguiu duas entidades – BrTPrev e Fundação 14 – por decisão monocrática, com anuência da PREVIC. Alterou planos e regulamentos em prejuízo dos participantes. Tudo com apoio dos conselheiros deliberativos indicados pela patrocinadora para representar a própria Oi e os participantes.

Fonte: Boletim ANAPAR de 30/09/2015

 

Sistel: Reunião do Conselho Deliberativo de 30/09/2015.

Colegas:

Relato dos fatos discutidos nessa REDEL, enfatizando o assunto que realmente é importante, que é a solução para o plano de saúde.

1 – A Auditoria Interna apresentou o follow up de seus trabalhos: Como fator importante destaca-se que haverá alterações no Regulamento do PAMA.

2 – Política de Investimentos: Nada a destacar neste item.

3 – Apresentação pela RODARTE das premissas do PAMA (Avaliação especial): A RODARTE apresentou o resultado da aplicação das premissas atuariais aprovadas na REDEL anterior. Pelos cálculos revisados, o PAMA necessita de R$ 3.042.254.749,86. Neste cálculo, como melhoria foram introduzidos dois procedimentos: FACETOMIA  (cirurgia de catarata), sem coparticipação e manutenção do valor da mensalidade do PCE para o cônjuge sobrevivente. As correções anuais serão baseadas na inflação. A GAMA validou os estudos da RODARTE. O referido estudo foi aprovado por maioria, com abstenção de voto dos Conselheiros Ezequias e Cleomar, pelos motivos da matéria ser complexa, sem tempo hábil para análise e deliberação.

4 – AVALIAÇÃO ESPECIAL DO PBS-A: A SISTEL decidiu cumprir a sentença da Ação do PAMA, de 2003, aprovando a desconstituição do fundo de revisão do plano referente aos exercícios de 2009, 2010 e 2011, este superávit  será transferido para um fundo que hoje não existe (FUNDO DE COMPENSAÇÃO E SOLVÊNCIA) que dará suporte às necessidades do PAMA.

Os Conselheiros Burlamaqui, Cleomar e Ezequias, votaram contra a proposta, pois os recursos do PBS-A irão cobrir as necessidades de outros planos, não haverá redução de mensalidades do PCE, não haverá reativação dos planos de Saúde cancelados ou suspensos, quem tem somente o PAMA permanecerá com o plano até que tenha que passar por um procedimento médico mais complexo e de alto custo, etc. Veja as muitas razões da não aprovação, abordadas detalhadamente no manifesto dos Conselheiros Deliberativos Eleitos Burlamaqui, Cleomar e Ezequias. A Sistel apressou-se em enviar um Informe para os Assistidos e para os Presidentes de Associações.

Maiores considerações serão realizadas posteriormente.

Fonte: Site Fenapas

SUPERAVIT PBS-A: CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA TELEBRAS SOLICITA CONTRATAÇÃO DE EMPRESA DE CONSULTORIA PARA APOIAR DECISÃO QUANTO AOS SUPERAVITS DO PBS-A E ROMBO DO PAMA

Segundo a Telebras, a proposta de alteração do regulamento do plano PBS-A para permitir a destinação dos superavits de 2009 à 2011, sugerida pela Sistel há tempos atrás, já foi devidamente aprovada tanto pela Diretoria Executiva, como pelo Conselho de Administração da Telebras.
Agora e somente agora, estas proposta e aprovações seguirão para o DEST para autorização definitiva via Minicom.

Pelo que se entende da enigmática ata do Conselho de Administração da Telebras abaixo, de 23/09/2015, somente agora a Telebras tomou conhecimento do rombo do PAMA e pretende contratar, junto com as demais patrocinadoras da Sistel (não menciona patrocinadoras do PBS-A), uma consultoria para dar suporte as futuras deliberações do Conselho de Administração da Telebras quanto a esses assuntos.

Com isso pode-se concluir que ainda não estamos próximos de qualquer solução para os impasses da destinação dos superavits do PBS-A e de saneamento do PAMA.

O que é certo é que a data de início do déficit do Fundo Garantidor PAMA se aproxima muito rapidamente (últimas previsões para o final deste ano), e a partir desta data a responsabilidade pela cobertura deste déficit passa a ser integralmente das patrocinadoras dos planos previdenciais PBSs associados ao PAMA e de forma proporcional ao contingente de assistidos e usuários oriundos das empresas de origem, quando ativos (tem-se a impressão que a Telebras está desistindo de sua ideia inicial de ser patrocinadora única do PBS-A para fugir desta cobertura), razão pela qual todas patrocinadoras devem estar correndo para tentar transferir o mais rápido possível os superavits do PBS-A ao PAMA e desta forma eximirem-se da responsabilidade individual de cobertura deste rombo crescente, onde as despesas mensais são quase o triplo das receitas e inexistem reservas do Fundo Garantidor PAMA para garantir estas diferenças.

Segue trecho da Ata acima mencionada e publicada no site da Telebrás:

Fonte: Telebras e Aposentelecom (28/09/2015)

SUPERAVIT PBS-A: PRESIDENTE DA TELEBRAS, EM CARTA, SE DIZ SOLIDÁRIO COM OS ASSISTIDOS E ESFORÇA-SE PARA SOLUCIONAR IMPASSE JUNTO A PREVIC, SISTEL E DEMAIS PATROCINADORAS

Em resposta ao assistido Rubens Tribst, do plano PBS-A da Sistel, o presidente da Telebras, Jorge Bittar, compromete-se em solucionar o problema dos assistidos daquele plano o mais breve possível.

Veja a íntegra da carta resposta recebida pelo atuante assistido, que sempre agiu em defesa de toda a massa de assistidos e participantes da Sistel:

“Prezado Sr. Rubens Tribst,
Vimos por meio deste fazer os seguintes esclarecimentos:
  A solução para a distribuição do superávit PBS-A da Sistel não depende apenas da Telebras, mas também das demais patrocinadoras e dos próprios assistidos, que são representados por diversas entidades.
Temos realizado sucessivas reuniões com a SISTEL e com as patrocinadoras para encontrar consenso sobre a distribuição do montante superavitário.
Ciente e solidária com a situação de relevante urgência em que se encontram os assistidos vinculados ao Plano PBS-A, a Telebras vem envidando todos os esforços, inclusive junto à PREVIC (órgão regulador do setor), para a solução mais rápida da questão.
Esperamos ter uma notícia alvissareira dentre em breve.
Atenciosamente,
Jorge Bittar
Presidente
Telecomunicações Brasileiras S.A.  – TELEBRAS
Setor Comercial Sul – Quadra 09 - Torre B - Sala 301 a 305
Edifício Parque Cidade Corporate”
CEP: 70308-200
+ 55 (61) 2027-1056
+ 55 (61) 9554-1933
Nota da Redação: Parabéns ao assistido Rubens Tribst por sua iniciativa em questionar todos dirigentes que devem uma explicação aos assistidos, que por sua vez aguardam há quase cinco anos pela solução de liberação de seus superavits do plano PBS-A, solução esta que não é assumida por nenhuma empresa, autarquia ou fundação.
Vamos verificar até que ponto podemos confiar nos esforços da Telebras e de seu presidente recém empossado, ex-colega de muito destes assistidos.
Fonte: Vida de Aposentado em Telecom

APEP (ASSOC. DAS ENTIDADES E PATROCINADORAS PRIVADAS) BRIGA NO STJ PELA VALIDADE DO REGULAMENTO VIGENTE NA ELEGIBILIDADE AO BENEFÍCIO PARA CONCESSÃO DO BENEFÍCIO INICIAL

A Associação prestou subsídios ao Tribunal, que vai decidir sobre o regulamento aplicável ao participante para fins de cálculo da renda mensal inicial do benefício previdenciário

A Associação dos Fundos de Pensão de Empresas Privadas (APEP) marcou presença, na última segunda-feira (31/08), em uma audiência pública promovida pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília, cujos desdobramentos serão decisivos para o sistema fechado de previdência complementar. Representada por seu 1º vice-presidente, Marcelo Macêdo Bispo, porta-voz dos patrocinadores no Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC), e o advogado Renato Mandaliti, da Mandaliti Advogados, a APEP fez sua manifestação oral e entregou parecer jurídico como subsídio para julgamento do Recurso Especial de nº 1.435.837, sob o rito de repetitivos, ajuizado pela Fundação Banrisul de Seguridade Social contra decisão do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul. A ação que deu origem ao recurso é movida por um aposentado que reivindica o recebimento de benefícios com base no regulamento vigente à época de sua adesão, no final da década de 1970, a um plano de benefício definido (BD) mantido pela Fundação, em desacordo com a legislação atual.

“O tema é de crucial importância para os fundos de pensão e os patrocinadores, pois a decisão do STJ poderá ter efeito repetitivo, ou seja, tornar-se parâmetro para demais disputas do gênero”, comenta Bispo. Por isso mesmo, a APEP foi enfática na defesa de que, por óbvio, deve-se seguir o que a legislação atual estabelece (artigo 202 da Constituição Federal e artigos 17 e 68 da Lei Complementar 109/2001, além de decisões anteriores do STJ), no sentido de que o regulamento aplicável ao participante é aquele vigente quando o participante cumprir os requisitos de elegibilidade a um benefício de aposentadoria. Para reforçar seu ponto de vista, a APEP entregou ao STJ um parecer, elaborado pela Mandaliti Advogados. “Nossa argumentação é forte e muito bem embasada. Estamos confiantes de que a decisão do STJ garantirá a sobrevivência do sistema fechado de previdência complementar”, assinala o 1º vice-presidente da APEP.

A audiência pública, uma iniciativa da 2ª Turma do STJ, ocupou todo o dia e contou com 26 apresentações, sendo 14 favoráveis à tese da APEP, entre as quais as do Ministério Público Federal (MPF), da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), da Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (ABRAPP), de atuários e diversas EFPCs. Na mesma linha da APEP, as argumentações destes manifestaram preocupação com a higidez e sustentabilidade do sistema caso viesse a prosperar a tese contrária, de que prevaleceria o regulamento do momento da adesão do participante ao Plano, defendido por representações de participantes, baseada na Súmula 288 do Tribunal Superior do Trabalho (TST). Tal retrocesso, além de subordinar a legislação previdenciária às relações trabalhistas, poderia vir a inviabilizar a previdência complementar, seja pelo engessamento do sistema sem que se pudesse adequar os regulamentos às variações financeiras, econômicas e biométricas durante o contrato previdenciário, que é de longa duração, seja pelos problemas de solvência que essa prática traria aos planos previdenciários.

Para conferir a apresentação da APEP na Audiência Pública, basta encaminhar solicitação para o e-mail secretaria@apep.org.br

Fonte: Apep/AssPreviSite (08/09/2015) e Vida de Aposentado em Telecom

Fundação Atlântico divulga processo eleitoral 2015 e mantém eleições anti-democráticas.

Fundação Atlântico não atende solicitação das associações de aposentados em fazer eleições diretas para os seus órgãos estatutários e mantém eleições através de colégios eleitorais estaduais.  Veja a convocação abaixo:
  • A Fundação Atlântico deu início ao processo eleitoral para a escolha dos membros dos Conselhos Deliberativo e Fiscal representantes dos Participantes e Assistidos.As eleições se darão por meio de Colégios Eleitorais, formados por Delegados eleitos nas Assembleias convocadas pelos Sindicatos e pelas Associações dos Aposentados, que façam parte do grupo de Participantes e Assistidos da Fundação Atlântico.

    A convocação das Assembleias está prevista para 30/10/2015 e a realização para 30/11/2015.

    No seu site, estão disponíveis todas as informações referentes ao processo eleitoral, tais como Edital, Regulamento, Calendário, Lista de Associações e Sindicatos e o Termo de Candidatura.

    Clique Aqui para baixar a correspondência encaminhada a todos os Participantes e Assistidos.

Fonte: Site da Fundação Atlântico

PAMA X SUPERAVIT PBS-A: PORQUE AINDA NÃO FOI POSSÍVEL UM ACORDO PARA O SALVAMENTO DO PAMA COM RECURSOS EXCLUSIVOS DOS SUPERAVITS DO PLANO PBS-A DA SISTEL

Conforme já devidamente comunicado pela FENAPAS aos assistidos dos planos PBS da Sistel, as negociações para transferência dos superavits do plano PBS-A para salvamento do PAMA, conforme defendido até hoje pela Sistel, patrocinadoras e uma única associação de aposentados, não progrediram devido ao posicionamento contrário e sempre em defesa dos assistidos demonstrado pelos três conselheiros deliberativos eleitos e apoiados pela Fenapas.

Na visão deste Blog a proposta de transferência, conforme formulada e discutida no grupo de trabalho, formado por conselheiros eleitos e designados, pelos representantes das patrocinadoras e pela Sistel, prejudicaria os assistidos do plano PBS-A, conforme os 12 motivos abaixo relacionados, independentemente dos aspectos legais envolvidos e que não serão mencionados:

- abriria a porteira para utilização pela Sistel dos superavits do PBS-A de 2009 à 2014 (R$ 3,3 bilhões), alem dos futuros que vierem a existir, colocando inclusive em possível risco o plano PBS-A no futuro, caso os superavits cessarem ou sua regulamentação seja modificada;

- a perenidade do PAMA não estaria garantida;

- somente o plano PBS-A, com 18.197 assistidos no início deste ano, arcaria com o custeio emergencial do PAMA, plano assistencial utilizado por 34.443 usuários, tanto oriundos de planos PBS geridos pela Sistel (158 assistidos, exceto os do PBS-A), como de planos PBS geridos pela Fundação Atlântico (1.508 assistidos do PBS-Telemar) e pela VisãoPrev (495 assistidos de seus 3 planos PBS), mesmo sendo alguns destes planos também superavitários e que não contribuiriam com o PAMA. Teríamos então quase 2.200 assistidos ou cerca de 10% do total de assistidos PBSs beneficiados, sem contar com os da patrocinadora TIM;

- as grandes patrocinadoras, que são as reais e legais responsáveis pelo PAMA, seguiriam não contribuindo e se responsabilizando com o PAMA;

- não se preservaria os superavits dos assistidos do PBS-A que não utilizam o PAMA;

- não se garantiria, por parte da Sistel, uma maior transparência na contabilização total ou separada do PAMA e PCE;

- não se permitiria o retorno dos inadimplentes devido aos últimos reajustes abusivos do PCE e, mesmo assim, seus superavits seriam utilizados para cobertura do déficit do PAMA;

- não se revogaria os reajustes anuais exorbitantes já concedidos no PCE;

- não se acabaria ou reduziria as coparticipações do PAMA e as contribuições do PCE;

- não se forneceria garantia de ampliação ou melhoria da rede de atendimento;

- não se garantiria reajustes futuros no PAMA de mesmo valor que os benefícios concedidos;

- implicaria na desistência de todas ações judiciais já iniciadas referentes ao PAMA.

As únicas melhorias alcançadas no grupo de trabalho PAMA (quase todas questionáveis quanto a sua validade já nos dias de hoje) foram:

- alívio temporário do PAMA e dos próximos reajustes do PCE;

- permanência automática do(a) pensionista no PAMA, nas mesmas condições quando do falecimento do assistido(a);

- possibilidade de desistência do PCE e volta automática ao PAMA puro sem encontro de contas, caso o assistido tenha contribuído por mais de 2 anos;

- contribuição única para o casal sistelado (somente 81 casais);

- isenção de cobrança somente para o procedimento ambulatorial de catarata.

Finalmente concluímos, da mesma forma como já fizeram os conselheiros eleitos apoiados pela Fenapas, aquela Federação e suas Associações de Aposentados filiadas, que além de colocarmos em risco o futuro do plano PBS-A (existem estudos na Previc para reduzir a reserva de contingência dos planos para 10% da Reserva Matemática, em vez dos 25% atuais), seriam entregues R$ 3,3 bilhões para a Sistel gerir o déficit atuarial do PAMA (que não foi demonstrado e divulgado), o qual foi gerado nesta última década exatamente pela absoluta falta de contribuições das patrocinadoras que monopolizam o conselho deliberativo da Sistel.

Alem disso, ter-se-ia um dos planos de saúde mais caros do mercado brasileiro, com pouco retorno adicional para seus usuários.

Fonte: Vida de Aposentado em Telecom

ANAPAR FOI CONVOCADA NA CPI DOS FUNDOS DE PENSÃO E FEZ A REAL DEFESA DE QUEM PROTEGE OS INTERESSES DOS PARTICIPANTES E ASSISTIDOS

Presidente da Anapar depõe na CPI e defende melhorias na gestão dos fundos, paridade nos conselhos e diretorias das EFPCs, assunção e pagamentos de dívidas das patrocinadoras e proibição de apropriação de superavits pelas patrocinadoras

A Presidenta da Anapar, Cláudia Ricaldoni, foi convocada a depor, na condição de testemunha, na CPI dos Fundos de Pensão, em andamento na Câmara dos Deputados. Prestou seu depoimento no último dia 20 e foi lá defender os participantes e assistidos.

O ponto central do depoimento foi a defesa de mudanças no modelo de gestão das entidades fechadas de previdência complementar, com o estabelecimento da paridade de representação em todos os órgãos de governança – diretoria executiva, conselho deliberativo e conselho fiscal. Mostrou que somente o equilíbrio entre patrocinadores e participantes na gestão das entidades pode trazer maior segurança ao patrimônio dos associados, tanto em relação aos direitos e benefícios previstos nos planos quanto em relação à aplicação dos recursos e aos aspectos de risco, retorno, segurança e rentabilidade dos investimentos. A principal garantia de que os investimentos atenderão aos legítimos interesses dos participantes é a sua presença na gestão das entidades.

Defendeu a aprovação dos projetos de lei de autoria dos deputados Maria do Rosário (PT-RS) e Chico D’Ângelo (PT-RJ) e da Senadora Ana Amélia (PP-RS), que contemplam a paridade na gestão e vários outros pontos de interesse dos participantes.

Indagada sobre o caso Postalis, que tem um déficit de R$ 5,6 bilhões, Cláudia mostrou que esta é uma das exceções, não a regra do sistema. Mostrou que parte do déficit é decorrente de investimentos irregulares que impuseram prejuízos ao patrimônio dos participantes e que outra parte se refere a alterações de premissas atuariais e a dívidas que deveriam ser pagas pela empresa patrocinadora.

Mostrou as várias punições já aplicadas pela Previc a ex-dirigentes e funcionários do Postalis responsáveis pelos investimentos irregulares e que isto deve ser feito sempre, para proteger o patrimônio dos participantes.

Cláudia criticou a Resolução CGPC 26 e o tratamento dado aos desequilíbrios dos planos, tanto em relação ao déficit quanto ao superávit. Falou sobre as iniciativas da Anapar contra a devolução de superávit aos patrocinadores, inclusive sobre a Ação Direta da Inconstitucionalidade ajuizada no Supremo Tribunal Federal e defendeu a mudança na legislação para proibir que as empresas se apropriem de superávit. 

Quanto ao tratamento do déficit previsto na CGPC 26, Cláudia defendeu que o prazo para cobertura seja alongado, de maneira a evitar desembolsos desnecessários tanto pelo patrocinador como por participantes e assistidos. Mostrou que a situação deficitária de alguns planos de previdência é conjuntural, pela queda de rentabilidade de alguns ativos, mas que a situação econômica pode se reverter, cobrindo o déficit atual com retorno maior no futuro.

Fonte: Anapar (26/08/2015) e Vida de Aposentado em Telecom

INSS: GOVERNO VAI ADIANTAR 50% DO 13º EM DUAS VEZES (SET E OUT) AOS APOSENTADOS E PENSIONISTAS

O Ministério da Fazenda confirmou que a antecipação do 13.° salário de aposentados e pensionistas do INSS será paga, de forma parcelada, em setembro e outubro. Em cada parcela, será creditado 25% do total que o beneficiário tem direito a receber. Os outros 50% entram na folha de pagamento de dezembro.

A medida é uma saída para evitar o desgaste ao governo de não fazer o adiantamento, além de diminuir o comprometimento no fluxo de caixa federal com o pagamento concentrado em um só mês. Com o aperto das contas, o Executivo havia optado por não pagar em agosto o adiantamento.
Apesar de não ser obrigatória, a antecipação de 50% do valor do 13.° tem sido feita desde 2006, após acordo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com centrais sindicais. Durante a semana, ministros se mobilizaram para convencer a presidente Dilma Rousseff a mudar de ideia.

Fonte: Agência Estado (24/08/2015) e Vida de Aposentado em Telecom