PREVIC: CARLOS DE PAULA É O NOVO TITULAR

Carlos de Paula.jpg

A edição de ontem (30) do Diário Oficial trouxe, em sua Seção 2, Decreto assinado pela Presidente Dilma Rousseff que exonera a pedido José Maria Rabelo e, em seu lugar, nomeia Carlos Alberto de Paula (FOTO) para o cargo de Diretor-Superintendente da PREVIC – Superintendência Nacional de Previdência Complementar.

O Decreto é datado da última sexta-feira (27).

Carlos de Paula, que exercia até agora a  Vice-Presidência de Pessoas e Marketing do IRB Brasil RE, retorna assim à PREVIC, onde ocupou por último e  de forma marcante  a Diretoria de Análise Técnica.

O Presidente da Abrapp, José Ribeiro Pena Neto, lembra que nessa primeira passagem pela PREVIC o novo Diretor-Superintendente mostrou-se um homem do diálogo e das atitudes sempre pautadas pelo conhecimento técnico. Recorda também da importante contribuição que Carlos de Paula deu à implantação e ao desenvolvimento  dos planos instituídos. Por isso, nota José Ribeiro, deve ser apoiado.

“É uma pessoa respeitada, que conhece a previdência complementar fechada e com certeza deverá contribuir para o desenvolvimento do sistema”, acrescenta o Presidente da Abrapp.

A notícia da designação de Carlos de Paula chegou ontem mesmo, no meio da manhã, às associadas, através das páginas da Abrapp nas redes sociais.

Fonte: Diário dos Fundos de Pensão

CONFIRMADA PARA O DIA 2/7 A AUDIÊNCIA PÚBLICA NO SENADO PARA DISCUTIR O PDS 275/2012 (CANCELAR ARTIGOS ABUSIVOS DA RESOLUÇÃO 26, COMO DESTINAR SUPERAVIT AS PATROCINADORAS).

Fundos de Pensão: Confirmada para o dia 2/7 a Audiência Pública no Senado para discutir o PDS 275/2012 (cancelar artigos abusivos da Resolução 26, como destinar superavit as patrocinadoras).

Foi confirmada para 14 horas do dia 2 de julho de 2014 a Audiência Pública no Senado para discutir o PDS 275/2012 que objetiva cancelar artigos abusivos da Resolução 26/2008 que permitiu em 2010 a PREVI repassar R$ 7,5 bilhões de reservas ao Banco do Brasil.
Participarão como Debatedores Isa Musa, Presidente da FAABB e Ruy Brito Diretor da APABB do Rio de Janeiro, oportunidade em que serão entregues mais de 70 mil assinaturas pedindo apoio e aprovação do referido PDS. Estarei presente não como representante da PREVI. Entregarei 35 mil assinaturas conseguidas junto aos colegas que atenderam o chamamento. Acrescento que em maio mais de 8 mil colegas que de igual modo me acompanharam, enviaram mais de 8 mil pedidos ao Presidente e Relator da Comissão de Assuntos Econômicos, onde se encontrava parado o referido Projeto, cuja audiência já fora adiada. Organizei os pedidos por Estado e estou enviando a relação nominal para todos os Senadores, por Estado.  Reconheço que, também contribuiu para a ocorrência desta audiência o ofício assinado pelo colega BEZERRA, de Salvador, juntamente com meia dúzia de colegas. Esta atitude repercutiu.
Destacamos a importância do comparecimento dos Colegas, em especial os que residem em Brasília e Região. É importante, também, que os colegas convidem e incentivem os Senadores do seu relacionamento a comparecerem na referida Audiência.
Finalmente, ressaltamos que, conforme publicado em nossa campanha, não temos vínculos e nem compromisso políticos com partidos, sindicatos, associações ou pessoas. Nosso compromisso é com os participantes. Não abriremos mão dos nossos princípios e propósitos. Continuaremos lutando e defendendo nossas propostas de campanha, mesmo sabendo das dificuldades que iremos enfrentar. Não Estamos parados.
Fonte: blog do Carvalho (30/06/2014)

Nota da Redação: Seria muito importante nossos colegas e dirigentes ligados a fundos de pensão de telecom (Sistel, Telos, Visão e Atlântico) e residentes em Brasília juntarem-se aos colegas da Previ nesta campanha, afinal esta pode ser a saída para o superavit do PBS-A da Sistel.
Fonte Vida de Aposentado em Telecom

SISTEL: DEMONSTRATIVO DE BENEFÍCIOS DE JUNHO JÁ CONTEMPLA ADIANTAMENTO DE 50% DO ABONO ANUAL E ESTÁ DISPONÍVEL NO SITE DA SISTEL

Para acessar o Demonstrativo, basta entrar na área restrita do site da Sistel. O adiantamento de 50% do Abono Anual (13o. benefício) já está contemplado no demonstrativo. Crédito será realizado na segunda feira.

Bom usufruto!
Fonte: Vida de Aposentado em Telecom

PARA MELHOR ENTENDER E CONHECER O QUE É DÉFICIT E INSOLVÊNCIA EM FUNDOS DE PENSÃO

Entenda o conceito de déficit e suas variantes conjunturais e estruturais
Para entender os impactos de eventual déficit em plano de benefícios, é importante conhecer o conceito do termo, saber por que ele ocorre e o que deve ser feito para preservar o pagamento de benefícios.
O glossário da Coletânea de Normas dos Fundos de Pensão, publicada pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), diz que o déficit atuarial “registra a diferença negativa entre os bens e direitos (ativos) e as obrigações (passivos) apurada ao final de um período contábil”, ambos mensurados pelos seus valores da data do fechamento do Balanço.
Importante destacar que, quando se mensura o passivo, que é composto por todos os compromissos contratados com os participantes, aposentados e pensionistas, são incluídos todos os benefícios a serem pagos, até o final da vida de quem irá recebê-los. É como se o fundo de pensão tivesse que quitar, à vista, tudo que seria desembolsado ao longo de dezenas de anos, o que, de fato, não acontece, pois os desembolsos são feitos mensalmente, ao longo de muito tempo.

Diferença entre déficit e insolvência
Nesse contexto, é fundamental destacar que déficit não é sinônimo de insolvência. O fato de um plano de benefício estar negativamente desequilibrado não gera, automaticamente, falta de recursos para pagar benefícios.
O déficit é caracterizado quando, no final do exercício, o passivo do plano é maior do que a soma dos ativos, ambos trazidos a valor presente, situação que indica a necessidade de adotar medidas para retomar o equilíbrio do plano, o que deve ser feito no momento adequado, a depender da natureza do desequilíbrio.
A insolvência, por sua vez, é a falta de capacidade de pagamento de benefícios, ou seja, quando há impossibilidade de honrar os compromissos imediatos acordados no contrato previdenciário, situação muito distante da realidade da maioria dos fundos de pensão, pois o patrimônio dos planos de benefícios tem condições plenas de continuar pagando as atuais e as novas aposentadorias. Isso decorre de uma adequada gestão de ativos, que faz alocações em consonância com os prazos de pagamento dos compromissos, de tal forma que haja a liquidez necessária, permanentemente.
As avaliações atuariais da Fundação e os estudos das áreas de investimentos dão conta de que os planos são sustentáveis e a Entidade está preparada para retomar seu equilíbrio e cumprir seus compromissos com os participantes.

Conjuntural x Estrutural
Por que ocorre déficit no plano? Bem, as razões são diversas e as situações podem ser estruturais ou conjunturais. Eventualmente, as duas podem ocorrer ao mesmo tempo.
Déficit estrutural
O desequilíbrio estrutural, no que diz respeito ao passivo, acontece quando algumas das informações utilizadas para fins de estimativas, denominadas de premissas e hipóteses atuariais não refletem com o adequado nível de precisão a realidade do plano de benefícios – obsolescência de tábua de sobrevivência, por exemplo – ou quando o cadastro dos participantes não condiz com as características da massa (informações desatualizadas sobre data de nascimento do participante, dados pessoais dos dependentes, salários reais, entre outros dados dos integrantes do plano), ou quando não há observância do plano de custeio proposto.
Déficit Conjuntural
O desequilíbrio conjuntural advém do comportamento macroeconômico e dos mercados, que influenciam o portfólio de ativos, o que pode gerar retornos insuficientes para manter o equilíbrio dos planos de benefícios nos momentos adversos.
A avaliação do fundo de pensão sempre considera a expectativa de crescimento do passivo. Para minimizar esses efeitos sazonais, o fundo deve revisar anualmente as Políticas de Investimentos dos planos, buscando adequá-las também aos movimentos de curto prazo da economia.
Fontes: Funcef/AssPreviSite (30/06/2014) e Vida de Aposentado em Telecom

PLP 161: Paridade na Gestão e Superávit!

A ANAPAR informou no Boletim ANAPAR 496 que o Relator do PLP 161 na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados recomendou a aprovação do substitutivo que mantém grande parte das proposições originais.

Este Projeto de Lei é uma atualização da Lei Complementar 109 e dentre os vários avanços destacamos a Paridade nos Conselhos e na Diretoria e a proibição de devolução de superávit às patrocinadoras. A Lei é a única forma de garantir estes avanços, pois a paridade nos Conselhos, mesmo ganha no Judiciário pode ser inviabilizada por uma simples transferência do Plano Previdenciário para outra Fundação.

Precisamos que o substitutivo seja aprovado sem mais modificações, identifique os deputados do seu estado que estão na Comissão e envie e convença os seus familiares e amigos a enviarem e-mails pressionando pela aprovação.

Veja mais no Boletim ANAPAR 496!

Fonte: Site da Fenapas

PAMA-PCE A NOSSA VISÃO DOS FATOS

Os assistidos do PBS estão sofrendo grande ameaça da Sistel e de suas Patrocinadoras com relação ao plano de saúde PAMA.

Ao adquirirem as empresas do grupo Telebrás, as patrocinadoras concordaram com o Edital de Privatização, ou seja, todos os benefícios dos empregados ativos, aposentados e pensionistas do sistema Telebrás, em 31/12/1997 estariam devidamente garantidos. Dentre estes benefícios, estava o Plano Previdencial PBS e, neste, o Plano de Assistência Médica PAMA.

Em 28/12/1999, as patrocinadoras assinaram um acordo autorizando a Sistel a reestruturar o PBS em diversos Planos, sendo um deles o PBS-A, que englobaria todos os assistidos e pensionistas, na data da reestruturação, e os “Planos PBS de Patrocinadoras”, compostos pelos participantes ativos de cada patrocinadora. O PBS-A já foi criado como um plano fechado, com patrocínio solidário e proporcional aos custos dos benefícios de assistidos e pensionistas oriundos de cada patrocinadora. Nos itens 6.1 e 6.2 daquele acordo, registram-se os compromissos assumidos pelas patrocinadoras no caso de eventuais déficits no plano. E note-se: todos estes planos tinham o benefício acessório do Plano de Assistência Médica PAMA.

No ano seguinte, cada uma das patrocinadoras começou a criar o seu Plano PREV, de contribuição variável (CV) e induzir os seus empregados a migrarem para este novo Plano, que ainda permitia o benefício vitalício, porém não possuía o Plano de Assistência Médica. À medida que iam sendo criados estes Planos PREV, os novos empregados só podiam aderir ao novo plano e os Planos PBS Patrocinadoras iam sendo fechados. A verdadeira intenção na criação destes planos era diminuir a contribuição das patrocinadoras para o PAMA, pois pelo acordo elas contribuíam com 1,5% da folha dos empregados, já que todos pertenciam ao Plano. Com o novo Plano, as patrocinadoras interpretaram que a contribuição seria sobre a folha dos empregados no Plano PBS, que estava fechado e com a maioria dos participantes migrados para o novo Plano. Esta foi à estratégia inicial para acabar com a contribuição para o PAMA.

Em, 29/5/2001, foi editada a Lei Complementar 109 para disciplinar o regime da Previdência Complementar. Em seu Art. 76 estabelece que:

As entidades fechadas que, na data da publicação desta Lei Complementar, prestarem a seus participantes e assistidos serviços assistenciais à saúde poderão continuar a fazê-lo, desde que seja estabelecido um custeio específico para os planos assistenciais e que a sua contabilização e o seu patrimônio sejam mantidos em separado em relação ao plano previdenciário.”

Apesar da LC 109 ser de 2001, só em 2010 veio a Sistel cumprir o estabelecido no Art. 76, separando a contabilização e o patrimônio do PAMA, mesmo assim não obedecendo à resolução CGPC 28 de 26/11/2009, que dispõe sobre os procedimentos contábeis das entidades fechadas de previdência complementar, que estabelece em seu Art. 1º, Parágrafo único:

Sem prejuízo do disposto nesta Resolução, as EFPC que operam planos de assistência à saúde deverão seguir as instruções e a planificação contábil da Agencia Nacional de Saúde – ANS.”

Além de não cumprir a Resolução CGPC 28, a planificação contábil não previa conta para o Programa de Coberturas Especiais (PCE) do PAMA, criado em 2004, após vários embates entre as associações capitaneadas pela Fenapas e a Sistel e suas Patrocinadoras, inclusive com várias ações judiciais. Este Programa de Coberturas Especiais seria custeado exclusivamente pelos participantes do PAMA que a ele aderissem, para obtenção de benefícios adicionais ao PAMA, sendo o principal a não coparticipação do assistido em procedimentos de alto custo, como cirurgias e internações. A bandeira levantada na época pela Sistel e suas Patrocinadoras era que o PCE eliminaria uma alta despesa para o assistido no caso de uma internação e eliminaria os principais casos de inadimplência do PAMA. Mas a verdadeira intenção era suprir a falta de entrada de recursos do PAMA devido à migração dos empregados das patrocinadoras para os Planos Prev e o fechamento dos Planos PBS das Patrocinadoras, que tornaram praticamente nula a contribuição das Patrocinadoras para o PAMA.

Como a planificação contábil não previa contas para o Programa de Coberturas Especiais nunca ficou transparente para os assistidos, qual o critério de reajustes das contribuições do PCE para os que a ele aderiram. Tal fato não parecia relevante, pois os relatórios anuais da administração enalteciam a gestão do Programa. Como exemplo, podemos citar o Relatório da Administração 2009, na seção 4. Plano de Assistência à Saúde, item 4.1 Mudança na Gestão da Saúde, onde está escrito:

Destaca-se que, no mês de dezembro de 2009, o índice técnico de reajuste das contribuições do Programa de Coberturas Especiais (PCE) do PAMA, determinado por cálculos atuariais e aplicados de três em três anos, foi de 5,84%, inferior aos 5,92% aplicados pelo INSS no reajuste de seus benefícios no mesmo ano.

A gestão adequada do PAMA e de seu PCE vem permitindo reajustes inferiores aos observados no mercado de planos de saúde, como pode ser verificado a seguir:

Segue, no Relatório, um gráfico apresentando os reajustes acumulados de 2004 a 2009.

Planos de Saúde no Mercado ……….. 97,30%

Reajuste ANS ……………………………. 61,86%

FIPE – SAÚDE ………………………….. 52,76%

PAMA – PCE ……………………………. 37,25%

Podemos concluir, pelas informações prestadas pela Sistel, à época, que os reajustes inferiores das contribuições do programa PCE até 2009 foram devidos à boa gestão do Plano, tanto financeira, nas aplicações dos ativos do Plano, como gerenciais, criação de programas preventivos de saúde e da melhoria dos mecanismos de controle.

Não entendemos, entretanto, que no Informe Associação da Sistel, de 30 maio de 2014, atribua aos altos reajustes de 2012 e 2013, a fatores externos como excessivo incremento nos custos médicos, que aumentaram muito acima da inflação, o aumento da frequência de utilização dos planos, a ampliação das coberturas de serviços pela ANS e os avanços tecnológicos, que impactaram fortemente nos custos de mercado. Isto tudo é verdadeiro, mas vem ocorrendo desde a criação do PCE (2004) e não nos dois últimos anos. A série histórica da evolução dos reajustes das contribuições do PCE, reajustes estes baseados em estudos atuariais, sempre foi abaixo do reajuste do mercado, exceto nos dois últimos anos.

A Sistel quer comparar a contribuição do PCE com as dos planos de saúde no mercado. O PCE é o Programa de Coberturas Especiais do Plano PAMA, e a sua contribuição é para cobrir a não coparticipação do assistido em eventos de alto custo, sendo a outra parte coberta pelo PAMA. Está claro que a Sistel e suas patrocinadoras estão querendo que a contribuição do PCE cubra todos os custos do PAMA, ignorando que o custeio do PAMA é das Patrocinadoras.

Em nosso entendimento a mudança ocorrida na planificação contábil do Plano PAMA teve como objetivo a tentativa de justificar o aumento nas contribuições do PCE, em 2013. Vê-se que, de 2010 até 2012, período em que a Sistel começou a atender ao Art. 76 da LC 109, apresentando as demonstrações contábeis em separado, não houve abertura nas contas para representar as despesas do PCE. A mudança de 2013 apresenta as contas PAMA Tradicional e PAMA-PCE, sendo esta última 3,5 vezes maior que a conta PAMA Tradicional. Estes valores foram por nós questionados à Sistel, na Ct. 009/14-PR de 28/04/2014, correspondência que não mereceu, até hoje, a atenção da resposta da Fundação.

Faz-se assim necessário que a Sistel apresente as contas do PAMA e do Programa PCE abertas nos detalhes. Os estudos contratados devem ser disponibilizados para que possamos analisar os dados e as premissas utilizadas e verificar quais foram as causas que levaram a queda brusca do patrimônio do PAMA em 2013. De posse destas informações, poderemos propor em conjunto, se for o caso, uma solução para o PAMA, que não seja o aumento das contribuições dos assistidos que aderiram ao PCE.

A seguir é apresentada a evolução do Patrimônio do PAMA-PCE de 2005 a 2013, baseado nas Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis de 2006 até 2013 da Sistel.

 

EVOLUÇÃO DO PATRIMÔNIO PAMA – PCE
Notas explicativas às Demonstrações Contábeis de 2006 à 2013

2005

2006

2007

2008

2009

2010

2011

2012

2013

PATRIMÔNIO em R$ mil

581.255

605.633

606.637

614.298

633.738

637.291

624.977

650.783

482.462

Variação em relação ano anterior  

4,19%

0,17%

1,26%

3,16%

0,56%

-1,93%

4,13%

-25,86%

 

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA TELEBRAS VERIFICA AVALIAÇÃO ATUARIAL DE TODOS PLANOS DA QUAL A TELEBRAS PATROCINA

Na reunião do Conselho Administrativo da Telebras, realizada no último dia 03 de junho, os Conselheiros da Telebras foram informados, através de uma palestra proferida pelo Sr. Mario Rattes, da Vesting Consultoria Financeira, cujo tema intitulava-se “Sistel - Avaliação Atuarial de Benefícios Pós-Empregos”, sobre a visão geral de todos os quatro planos que a Sistel administra e da qual a Telebras é patrocinadora (PBS-A, PAMA, PBS-Telebras e TelebrasPrev).

Imaginamos que a controvertida proporção contributiva da Telebras no plano PBS-A, que a estatal alegava ser de 69%, tenha sido discutida e demonstrada na reunião.
Agora necessitamos conhecer os resultados alcançados para sabermos se finalmente será possível enxergar-se uma luz no fim do túnel que poderá definir a destinação dos superavits obtidos em 2009 à 2011 daquele plano.
Fonte: Vida de Aposentado em Telecom

DEU ZEBRA NO PACOTE DE EXAMES PREVENTIVOS

Se você  fez seus exames preventivos, fique despreocupado, pelo menos este ano.

Se você ainda não deu início ao processo, vem aí mais uma roda na bicicleta. Problemas para você! Aliás, há tempos, a APAS-RJ já sinalizava para a Sistel que havia dificuldades operacionais no processo, pois era cada vez maior  a recusa de algumas clínicas e laboratórios em realizar exames laboratoriais com requisições (prontas) sem assinatura de médico. Mas a Sistel insistiu…

Interessante observar que no site da Bradesco Saúde você encontrava estas recomendações, para quem deveria realizar exames:

“- Requisição de exames feita pelo médico (com carimbo  e assinatura do requisitante);
- Cartão de identificação do usuário;
- É obrigatório a apresentação do RG do usuário ou   responsável.”
Agora, em 28/5/14, a Fundação comunicou a todos os assistidos que a Agência Nacional de Saúde – ANS exigiu que as guias de requisição de exames contivessem a assinatura de um médico.

E, em função disso, a APAS-RJ prevê que a realização dos exames vai se tornar mais demorada, porque:

Primeiro, você marca consulta, e, de imediato, pede que o médico preencha novas guias solicitando aqueles exames (tem de ser todos!). Caso o médico concorde, poderá assinar as guias emitidas pelo Bradesco-Sistel. Tomara que você agende com um médico paciente, disponível e educado! Você providencia os exames (agenda, realiza e pega os resultados). Com os resultados, você retorna ao médico (o mesmo que fez a requisição). Lembre-se: passados 30 dias é nova consulta. Não vai ser fácil! Pior para os exames da mulher (são mais complicados e demorados).

Para que possa melhor ajustar os exames à nova realidade, a APAS-RJ espera que a Sistel não aplique sanções para quem não fizer preventivo este ano. Ou melhor: zere 2014 em termos de preventivo. Estude a operacionalidade dos exames para retomar o programa em 2015.