APAS-RJ DISCUTE SITUAÇÃO DO PLANO DE SAÚDE – PAMA

 ”Já está sendo distribuída a seus associados  a nova edição do Informe APAS-RJ (Jan/mar/2014). Para antecipar o assunto PAMA-PCE, preocupação recente dos assistidos PBS e motivo de e-mails de todos os recantos do Brasil, publicamos, abaixo, texto-resumo de reunião de Diretoria da APAS-RJ sobre o caso PAMA-PCE e que você pode ler da pág. 3 do jornal ou na edição on line, em nosso site”.

APAS-RJ DISCUTE SITUAÇÃO DO PLANO DE SAÚDE

 A Diretoria da APAS-RJ, em sua reunião mensal (fevereiro último), analisou a situação do PAMA-PCE, considerando as informações dadas pela Diretora de Seguridade da SISTEL, Adriana Meirelles, em reunião na APAS-RJ (ver pág. 3) os dados disponibilizados pela Fundação e as considerações e estudos de algumas Associações. O Diretor de Previdência da APAS-RJ, Ailton Reis, presente àquelas reuniões, preparou um trabalho sobre a situação de nosso Plano de Saúde, que foi apresentado com detalhes. Foram vários comentários, todos convergindo para um ponto: a APAS-RJ discorda, em princípio, de que o Plano de Saúde (PAMA) estaria deficitário e teria sobrevida para 3 ou 4 anos. Depois da apresentação, diversos argumentos foram apresentados por alguns Diretores:

Ailton – Pessoal, sabemos que em 2012, para não cobrar aumento tão alto, a Sistel dividiu o acréscimo em duas parcelas, ou seja, 12,5% em 2012 e 12,5% a ser aplicado em 2013. Só que agora em 2013, com o mesmo argumento, e novamente sem apresentar nenhum estudo, foi imposto um aumento de 32,6%. Vejam: em 2 anos, o aumento chega a 49,2%! Para analisar este aumento, contamos apenas com os balancetes do PAMA. Isto causa preocupação nos assistidos. E a pergunta permanece no ar: o Plano PAMA está insolvente? Alguns estudos e modelos simplórios foram apresentados na internet concluindo que em aproximadamente 3 anos os recursos do Plano acabariam. Será isto verdade? E a Sistel, pessoal, diante destes fatos o que diz? Bem, como sabemos, porque participamos diretamente na elaboração do texto, Burlamaqui, como Presidente da APAS-RJ, fez uma correspondência à Sistel cobrando explicações quanto ao aumento de mais 32,6% em 2013. Dias após, em 05/02/2014, a Diretora da Sistel, Adriana Meirelles, esteve em nossa sede, e tentou justificar o aumento através do uso maior dos serviços médicos e a marcação a mercado dos recursos que o Plano tem em renda fixa. Recentemente, foi solicitado à Sistel o estudo atuarial em que a Fundação se baseou para aplicar o aumento e a Diretora de Seguridade informou que já tinha contratado outra empresa para validar ou não o estudo atuarial e que disponibilizaria todos os estudos, assim que estivessem concluídos.

Burlamaqui – Bem, acho que a APAS-RJ deve aguardar estes dados. Ailton, reconhecemos a importância de sua análise geral sobre o caso PAMA. Por ora, devemos analisar algumas proposições, como a da ASTEL-ESP, que propõe que se destinem os recursos do Superávit para o PAMA. Este segmento é defendido pelo Ítalo, mas, pelo que sabemos, não tem a concordância de outros Conselheiros eleitos. Volto a dizer: é preciso que tenhamos uma só opinião e para isso cabe à FENAPAS a direção dos estudos.

Ailton – Talvez a proposta do Ítalo, apresentada aqui para nós, não seja uma má ideia, mas é necessário um estudo mais profundo a respeito, para que possamos tomar uma decisão.

Moreira – Acho que todos concordaram com o Burlamaqui e com o Ailton, mas quero lembrar que a distribuição do superávit vem se arrastando há diversos anos, e parece que as patrocinadoras estão achando muito difícil colocar a mão nestes 50% do Superávit. Não será a transferência da totalidade do superávit para o PAMA uma boa para as patrocinadoras? Assim, se livrariam de um possível aporte de recursos no PAMA, caso sejam necessários aportes de recursos para manutenção do Plano de Saúde. Mas também concordo que, sem analisar os estudos atuariais do Plano, nenhuma medida deva ser tomada.

Paulo Longo – O que foi dito foi por todos tem coerência. Quero alertar que no ano de 2013 registrou-se, nas contas do PAMA, uma queda acentuada em seu “caixa”. O que aconteceu? Nós até já discutimos esta ocorrência e consideramos que o ano de 2013 foi muito atípico para o Plano de Assistência Médica ao Aposentado (PAMA), pois os valores de investimento em renda fixa foram diminuídos de R$ 186,6 milhões. Os assistidos, como sempre, não tiveram uma explicação. A realidade é que em Dez/2012 tínhamos no ativo em renda fixa R$ 577,8 milhões e agora em Dez/2013 apenas R$ 391,2 milhões. Esta diferença tem que ser questionada aos gestores do Plano, pois  uma perda de 32,3%, em um ano, em renda fixa, não pode ter justificativas tão simplórias.

Burlamaqui – A Sistel, na verdade, não nos explicou convincentemente esta queda acentuada nos investimentos. Todos aqui na APAS-RJ consideram que as justificativas, com base em aumentos devidos a serviços médicos e marcação a mercado dos Ativos, têm que ser melhor explicadas pela Sistel, pois nos anos anteriores esses fatores também ocorreram, e, no período, Dez/2011 à Dez/2012, os investimentos em renda fixa passaram de R$ 561,9 milhões para R$ 577,8 milhões, ocasionando um acréscimo de R$ 15,9 milhões. Mas não sabemos o que provocou esta redução.

Ailton – Burlamaqui, para tentar descobrir o que ocorreu em 2013, com os dados disponíveis, devemos comparar, no Balancete, o item 3 – “Gestão Previdencial” com os anos anteriores, 2011 e 2012. O estudo que fiz permitiu que observasse que a estrutura do plano de contas foi modificada. Até 2012, as despesas do PAMA eram abertas por operadora (Bradesco e Abet) e detalhados os serviços médicos prestados nas subcontas consultas, internações, exames, etc… Já em 2013, as despesas do PAMA foram abertas em “PAMA Tradicional” e “PAMA-PCE”, e foi mantida a abertura por operadoras, mas não apareceram detalhados os serviços médicos prestados. Esta abertura, na verdade, é um fechamento, pois agora não temos como analisar quem são os ofensores dos custos dos serviços médicos e essa divisão estranha de PAMA Tradicional e PAMA-PCE não está justificada, nem sabemos por qual motivo foi adotada.

Burlamaqui – É realmente estranha esta abertura em PAMA Tradicional e PAMA-PCE. Todos nós, assistidos do PBS-A, temos plano de saúde ligados ao PAMA. Uma parte desses assistidos aderiu ao Programa de Coberturas Especiais (PCE), criado em 21/11/2003. O programa PCE, pelo que se sabe, foi criado para cobrir uma parte dos serviços médicos não cobertos pelo PAMA (ex: nas internações, o PAMA cobre aproximadamente 60% e o PCE cobre os restantes 40%). Tenho dúvida se isto está sendo considerado corretamente. No Balancete 2013, como é claramente registrado, a conta Pama Tradicional teve despesas de R$ 34,5 milhões, já a conta Pama PCE apresentou despesas de R$ 121,3 milhões. Ora, se  o PAMA cobre a maioria dos serviços médicos do Plano, acredito que esta divisão não está correta. Em 2012, as despesas do PAMA foram de R$ 137,6 milhões (total das despesas médicas), já em 2013, este total foi R$ 34,5 + R$ 121,3 = 155,5 milhões, ou seja, um acréscimo de 13%, bem inferior ao “rombo” na renda fixa.

Ailton – Chamo atenção que, na parte de “Adições”, não houve alteração nas contas do Plano de Contas. Mas, se na conta de “Deduções” foi criada a conta PAMA-PCE, deveria também ser criada em “Adições” as contas Contribuições PAMA Tradicional e Contribuições PAMA-PCE e, dentro de ambas, as contas de co-participação nos serviços médicos. Na análise, chamo também atenção dos companheiros, que a conta “Outras Adições Assistenciais”, no valor de R$ 21 milhões, registra R$ 8,1 milhões no item “Correções” e R$ 12,9 milhões no item “Recuperação de Despesas Assistenciais”. O que é isso?

Elton – Outra observação, Ailton, com relação à conta “Provisões para Devedores Duvidosos” no valor de R$ 11 milhões, vê-se que em 2012 foram R$ 5,8 milhões e, em 2011, foram  R$ 4,6 milhões. Terá sido o aumento de quase 100% em relação ao ano anterior devido ao reajuste de 32,6% das contribuições?  Também vejo que na conta “Constituição/Reversão de Contingências”, há um crescimento, identificado, devido a dois autos de infração: PIS 2009 e CONFINS 2009, que totalizam R$ 9,9 milhões.

Burlamaqui – Gostaria de ter argumentos sólidos para explicar aos associados da APAS-RJ este resultado negativo na conta do PAMA. Do jeito que nos foi apresentado, é difícil. Diria até que é inaceitável. Acredito que o principal fator dos resultados negativos de 2013 está na conta “Fluxo dos Investimentos”, com uma perda de R$ 53,3 milhões. Na comparação com os anos anteriores, estes sempre foram positivos. Em 2011, tínhamos R$ 80,5 milhões e, em 2012, R$ 140,4 milhões.

Ailton – Uma diferença, no ano, de R$ 193,3 milhões! Isso precisa de esclarecimentos detalhados por parte da Sistel.

Moreira – Gostaria de lembrar que na última reunião da Diretoria da APAS-RJ, Burlamaqui e os demais companheiros de Diretoria, mostrando-se preocupados, foram unânimes quando discutimos a situação do PAMA. Temos que cobrar da Sistel a situação real do PAMA.

Burlamaqui – Anotem isso e peçam para o Renato colocar no Informe o que discutimos nesta reunião, para que todos fiquem sabendo, pois é verdade que só com os balancetes não podemos saber da saúde do Plano. É preciso um sério estudo atuarial. Depois, temos de, juntos com as demais Associações e coordenados pela FENAPAS, nos posicionar com relação ao futuro do Plano.

INSS: SEGURADOS DO INSS SÃO ASSEDIADOS POR ASSOCIAÇÕES QUE TENTAM EXTORQUIR E DAR GOLPES EM APOSENTADOS E PENSIONISTAS

Aposentados e pensionistas que continuam sendo importunados por correspondências de entidades e associações desconhecidas têm como se proteger do assédio. O INSS do Rio informou que o segurado deve procurar uma agência do instituto e formalizar a queixa. Muitos reclamam que não sabem como dados e endereços caem nas mãos dessas associações que enviam cartas oferecendo serviços jurídicos e falsas promessas de que os aposentados teriam direito a revisões de benefícios e atrasados.

Mas para que os segurados possam se beneficiar dos serviços, eles precisam se associar e pagar taxas mensais. Há casos em que o aposentado já recebe o boleto bancário juntamente com a correspondência que assegura as benesses.

“O segurado que se sentir assediado deve ir a uma agência do INSS e dar entrada formal na reclamação para que possamos encaminhá-la à procuradoria do instituto. Assim, o órgão terá condições de interpelar essas associações. O objetivo é saber como elas conseguem os dados cadastrais e endereços dos segurados”, explica Flávio Souza, gerente-executivo da Gerência Centro do INSS.

Ele ressalta que a denúncia também pode ser feita na Ouvidoria do INSS por meio da Central 135 e do site www.previdencia.gov.br. “É o caso também de o aposentado procurar a Polícia Federal para que seja aberto inquérito para investigar os remetentes. O segurado precisa formalizar a denúncia com provas de que foi assediado. As correspondências servem de comprovação”, orienta o gerente-executivo.
A coluna tem recebido reclamações de aposentados que pediram para não se identificar com medo de algum tipo de retaliação. Uma das entidades que insiste em enviar correspondências é a Associação dos Beneficiários da Previdência Social do Rio de Janeiro (Abeprev).
Em geral, a carta pede que o segurado do INSS compareça ao escritório que fica na Rua Gonçalves Dias, no Centro do Rio, para que seja feito levantamento gratuito sobre um valor a receber. Eles ofereceram serviço jurídico mediante pagamento de cinco parcelas de R$ 219,20. A quitação pode ser feita no boleto ou no cartão.
A presidenta da Federação das Associações de Aposentados e Pensionistas do Estado do Rio de Janeiro (Faaperj), Yedda Gaspar, disse que também tem recebido muitas reclamações sobre a mesma questão. Lembra que ela mesmo já foi alvo de cartas da Abeprev. “Abri e rasguei em seguida”, conta a dirigente.
Fonte: O Dia (05/03/2014) e Vida de Aposentado em Telecom

PLANOS CPQD: PREVIC CONFIRMA QUE BENEFÍCIOS DO CPQDPREV CONCEDIDOS ENTRE ABRIL 2010 E OUTUBRO 2013 DEVEM SER MAJORADOS UTILIZANDO A TAXA DE JUROS DE 6 E 5,75%

Aposentados entre abril de 2010 e dezembro de 2012 terão seus benefícios recalculados a maior com taxa de juros atuarial de 6% e entre janeiro e outubro de 2013 com 5,75%.

Decisão da PREVIC ainda desrespeita Contrato Previdenciário (regulamento do plano) para alguns participantes elegíveis a aposentadoria que aposentaram-se em 2013.

Apesar da Sistel ter recorrido, a PREVIC deu ganho de causa à ANAPAR e SINTPq, que revindicavam que a Sistel não poderia alterar a taxa de juros sem alterar o regulamento do plano CPqDPrev que estabelecia, até outubro de 2013, uma taxa de juros fixa em 6%, diferentemente de outros planos da entidade.
Segundo a Sistel, a taxa de juros de todos seus planos esteve fixada em 6%, até março de 2010.
Em abril de 2010 a Sistel, com aprovação do seu Conselho Deliberativo, começou uma redução progressiva da taxa para 5,75%, em 2011 para 5,50%, em 2012 para 5,25% e em 2013 para 3,8%.
A redução da taxa de juros atuarial tem como reflexo a redução dos benefícios concedidos a partir daquela data, assim como a elevação das reservas matemáticas de benefícios concedidos e a conceder. Desta forma, todos que aposentaram-se a partir de 2010 tiveram seus benefícios calculados a menor e não conforme ao regulamento do plano vigente até outubro de 2013.
No Informe abaixo reproduzido e hoje divulgado pela Sistel, nota-se que a Sistel menciona no terceiro parágrafo, que a PREVIC acatou parcialmente o recurso da Sistel. Melhor explicando, quem aposentou-se em 2013 (até outubro), terá o recalculo do benefício baseado na taxa de juros de 5,75% e não 6%, segundo decisão da PREVIC.
Não ficou claro a razão desta decisão, pois o regulamento do plano determinava a taxa de juros de 6% até outubro de 2013, apesar do CNPC ter determinado, através da Resolução 9, de novembro de 2012, a redução da taxa para 5,75% em 2013.
Com esta questionável decisão da PREVIC abre-se um precedente perigoso em que as Resoluções do CNPC passam a prevalecer sobre os direitos adquiridos e acumulados de participantes elegíveis a aposentadoria, constante do Contrato Previdenciário ou regulamento do plano em vigor.
No mesmo parágrafo do Informativo, logo no seu início, nota-se que há um erro de grafia trocando 28 de fevereiro por 28 de dezembro.
Vamos aguardar um pronunciamento mais claro da Sistel e da PREVIC a este respeito, para entender melhor esta decisão.
Por enquanto, quem aposentou-se pelo plano CPqDPrev entre abril de 2010 e outubro de 2013 terá seus benefícios majorados em até 90 dias, mas retroativo a data da aposentadoria, utilizando as reservas já provisionadas para este fim.

Fonte: Vida de Aposentado em Telecom

Retorno da APAS-RJ à FENAPAS!

Coroando um período considerável de valiosa e continuada parceria entre a APAS-RJ e a FENAPAS, quer seja nas Eleições da Fundação Atlântico, no Processo de Destinação do Superávit do PBS-A, na defesa do PAMA e PCE e na recuperação do Histórico de Ações Judiciais da FENAPAS no Rio de Janeiro, finalmente a APAS-RJ retornou à FENAPAS.

O retorno de uma das Fundadoras da FENAPAS, além de ser um fato histórico extremamente significativo, fortalecerá a luta de todos os Aposentados e Pensionistas do Setor de Telecomunicações, não somente pela expressão do seu quadro Associativo, mas principalmente pela tradição de luta na defesa dos Aposentados.

A Diretoria da FENAPAS e a Presidência do Conselho de Representantes tem o prazer de manifestar as Boas Vindas aos companheiros da APAS-RJ!

Aramburo/Presidente da FENAPAS.

Fonte: Site da FENAPAS

PAMA e PCE: Nível de satisfação dos Assistidos!

Em recente pesquisa realizada a respeito da satisfação dos aposentados quanto ao Plano de Saúde Bradesco – Sistel, o índice de aprovação em relação à qualidade do plano foi de 94%, ou seja, baseado neste resultado a Sistel, embora contestado pelos Conselheiros Eleitos, quanto a esse inexplicável nível elevado de satisfação, entende que está oferecendo um plano que satisfaz os anseios dos Aposentados.

Não é o que se observa no nosso dia-a-dia, visto que as Associações, Brasil afora, têm recebido inúmeras reclamações, principalmente, em relação à rede credenciada, agravado pelos recentes aumentos das mensalidades, sempre acima da inflação e, consequentemente, dos reajustes anuais dos benefícios.

A FENAPAS, OS CONSELHEIROS ELEITOS E AS ASSOCIAÇÕES ESTADUAIS estão sempre envidando esforços para obter melhorias na rede e na redução das mensalidades pagas pelos aposentados, mas, infelizmente, nossas reivindicações são sempre rebatidas pela Sistel, com o argumento de que os resultados das pesquisas, demonstram que o plano atende as necessidades dos Aposentados. Diante dessas inconsistências, estamos solicitando à SISTEL mais dados a respeito das pesquisas realizadas, para que possamos avaliar possíveis distorções dos resultados.

Paralelamente, continuamos buscando soluções para que o plano de saúde atenda plenamente seus objetivos, ou seja, dar segurança, qualidade de atendimento, preço justo e bem estar para os participantes e assistidos. Aguardamos o estudo econômico-atuarial prometido pela SISTEL para a segunda quinzena de março.

Conselheiros Eleitos

Fonte: Site da FENAPAS

PLANO PAMA DA SISTEL: MUDANÇA NA SISTEMÁTICA DE REEMBOLSO DE DESPESAS MÉDICAS

A Sistel emitiu o seguinte comunicado aos assistidos que possuem o plano PAMA:

Brasília, 26 de fevereiro de 2014
A partir de 1º de março de 2014 a regra de pagamento de reembolso efetuado pela operadora Bradesco Saúde sofrerá alterações. O percentual de coparticipação nas despesas de cada assistido passará a ser descontado pela Sistel.
Portanto, a Bradesco pagará o valor total do reembolso, conforme tabela de convênio e quando a Sistel receber o faturamento da despesa reembolsada, processará a cobrança do percentual de coparticipação do assistido.
No Extrato de Despesas Médicas Sistel o assistido notará a mudança na forma de apresentação das despesas de reembolso. Agora aparecerá o valor da coparticipação, antes, o valor era zero justamente porque a Bradesco efetuava o reembolso apenas da parte de responsabilidade da Sistel.
Importante esclarecer que não houve redução nos valores de tabela de convênio para reembolso.
Simplificando:
Reembolso Antes
Reembolso a partir de 1º/3/2014
Pedido feito na Bradesco
Pedido feito na Bradesco
Bradesco avalia valor a pagar, conforme regras do plano e tabela de convênio
Bradesco avalia valor a pagar, conforme regras do plano e tabela de convênio
Valor de tabela pago era deduzido do percentual de coparticipação
Será pago o valor de tabela sem desconto da coparticipação
No ‘Extrato de Despesas Médicas’, a despesa era apenas demonstrada, sem cálculo da coparticipação
No ‘Extrato de Despesas Médicas’, a despesa será demonstrada e a parte que lhe cabe (coparticipação) será descontada pela Sistel
Veja a seguir um exemplo de como era e como ficou o reembolso:
Como era antes:
Valor Nota Fiscal R$ 1.500,00
Valor tabela convênio R$ 1.400,00
Coparticipação despesa R$ 100,00
Valor reembolsado R$ 1.400,00 – R$ 100,00 = R$ 1.300,00
Valor cobrado pela Sistel R$ 0,0 (Zero)
Como será a partir de 1º março:
Valor Nota Fiscal R$ 1.500,00
Valor tabela convênio R$ 1.400,00
Valor reembolsado R$ 1.400,00
Coparticipação na despesa R$ 100,00
Valor cobrado pela Sistel R$ 100,00

Fonte: Sistel (26/02/2014) e Vida de Aposentado em Telecom

SISTEL: DEPOIS DE INFORMAR A TODOS ASSISTIDOS QUE OS DEMONSTRATIVOS DE IR DE 2013 ESTAVAM DISPONÍVEIS NO SITE, SISTEL É OBRIGADA A RETIRA-LOS DO AR DEVIDO A ERROS GRAVES NOS INFORMES

Tão logo a Sistel publicou o Informe abaixo, a respeito da disponibilização em seu site do Demonstrativo de Rendimento de 2013 para o Imposto de Renda de 2014, um grande número de assistidos procurou este redator para informar que o número de CPF que constava no Informe de Rendimentos de 2013, gerado pela Sistel, não correspondia a seu CPF.

Em diversos chamados abertos no Fale Conosco da Sistel, a data de resolução do problema estendia-se a 07/03, prazo este que levantou uma grande preocupação entre estes assistidos, pois a Sistel poderia também ter enviado estes dados errôneos à Receita Federal, fato este que poderia levar estes assistidos a ter suas declarações rejeitadas pela Receita e consequentemente caírem na Malha Fina.
Pela reação da Sistel, ainda nesta noite, de ter providencialmente retirado do ar (site) estes Informes, é muito provável que não venhamos a ter nenhum prejuízo com este erro.
Esta não é a primeira vez que a Sistel comete enganos na emissão dos Informes Anuais de Rendimentos. Lembro bem que os Informes enviados pelo Correios não batiam com aqueles disponibilizados no site, em anos anteriores.
O melhor que temos a fazer por enquanto é aguardar um pouco mais pelo posicionamento oficial da Sistel quanto ao ocorrido e conferir manualmente todos os valores dos Informes que receberemos, com os valores de nossos demonstrativos mensais.

Fonte: Vida de Aposentado em Telecom

SUPERÁVIT – SISTEL RESPONDE À APAS-RJ

O Presidente da Sistel, Wilson Delfino, respondeu à carta da APAS-RJ sobre demora na distribuição do Superávit. Veja abaixo o documento na íntegra.

 

CT – 100/013/2014                                                        Brasília-DF, 10 de fevereiro de 2014

 

Sr. CARLOS ALBERTO DE O. C. BURLAMAQUI

PRESIDENTE DA APAS – RJ

Av. Nilo Peçanha, 50, Grupo 717, Centro

RIO DE JANEIRO – RJ                                  20020-906

Senhor Presidente,

Em atenção à sua correspondência Ct. 004/14-PR, de 29.01.2014, recebida nesta Fundação em 03.02.2014, vimos manifestar nossa compreensão quanto à insatisfação dessa Associação em relação à condução do processo de distribuição do superávit do Plano PBS-A.

Conforme é do seu conhecimento, a SISTEL, desde que o processo foi iniciado em 2010, vem envidando seus melhores esforços visando possibilitar a distribuição do superávit, cujos valores estão devidamente segregados e contabilizados, de maneira que, eventuais ações protelatórias, certamente não podem ser imputadas à gestão da Fundação.

Entretanto, a revisão do Regulamento do Plano, medida necessária para a distribuição do superávit, depende da aprovação pelo órgão regulador das entidades de previdência complementar fechadas, qual seja a Previc que, por sua vez, deve atentar para os ditames legais, dentre eles a necessária aprovação da proposta de revisão regulamentar por todos os patrocinadores do PBS-A.

De maneira que a oposição formalizada pela Patrocinadora Telebras, quanto à proposta de alteração do Regulamento do Plano, por entender que a totalidade do superávit cabível aos patrocinadores deve ser integralmente repassada à referida empresa, na verdade representou um impasse no processo, impedindo o atendimento de requisito essencial à submissão da revisão do Regulamento do PBS-A junto à Previc.

Importante lembrar que a distribuição do superávit do PBS-A decorre da necessária revisão do Plano (alteração do Regulamento), sendo que somente após o seu implemento será possível a adoção das medidas nele contempladas, de forma que não há como dar tratamento diferenciado ou mesmo fazer distribuição prévia de parte dos valores de superávit aos assistidos, sob o argumento de que constituiriam “parcela incontroversa”. Tal procedimento, inclusive, não é admitido pela Previc.

No que diz respeito à reunião havida entre a Diretoria da Sistel e o Sr. Superintendente da Previc, no mês de dezembro de 2013, em que foi tratado sobre o posicionamento adotado pela Telebrás quanto à proposta de distribuição do superávit do PBS-A, embora não tenha havido uma manifestação formal daquela Superintendência quando da reunião, o referido órgão encaminhou ofício à Sistel em janeiro passado, no qual reiterou a manutenção do arquivamento do processo, indicando entretanto, a possibilidade de mediação das controvérsias no âmbito da Comissão de Mediação, Conciliação e Arbitragem da Previc – CMCA, desde que acionada por comum acordo entre os interessados, assistidos e patrocinadores do PBS-A.

A questão agora será levada à apreciação pelo Conselho Deliberativo da Sistel, em sua próxima reunião no dia 25 de fevereiro.

 

Atenciosamente,

WILSON CARLOS DUARTE DELFINO

Diretor Presidente

APAS-RJ QUESTIONA SISTEL SOBRE DEMORA DO SUPERÁVIT

No dia 29 de Janeiro passado, a APAS-RJ enviou ao Presidente da Sistel, Sr. Wilson Duarte Delfino, a carta abaixo, questionando a situação da distribuição do superávit e ao mesmo tempo solicitando solução definitiva para o caso. Veja a íntegra:

Rio de Janeiro, 29 de janeiro de 2014.

Ct. 004/14 – PR

Ao Sr.

Wilson Duarte Delfino

Presidente da Sistel

Assunto: Distribuição de Superávit 2009/2011

Prezado Senhor,

É com perplexidade, angústia e decepção que temos acompanhado a evolução do processo de distribuição dos superávits relativos aos exercícios de 2009, 2010 e 2011.

De acordo com a legislação vigente, é obrigatória a distribuição do superávit após três anos consecutivos, e, no entanto, o mesmo não ocorreu até a presente data, estando a Sistel, desta forma, descumprindo os ditames legais.

Estamos percebendo que existem, nitidamente, ações protelatórias, que estão impedindo a distribuição dos valores correspondentes, o que vem acarretando consideráveis prejuízos aos participantes do PBS-A, inclusive com o falecimento de quase 1.000 assistidos, que não mais poderão usufruir de tal benefício.

Lembramos que em reunião do Conselho Deliberativo da Sistel foi aprovada a distribuição dos superávits na razão de 50% para os assistidos e 50% para as patrocinadoras, o que não ocorreu até o presente.

Entendemos, portanto, que a parte incontroversa dos 50% dos assistidos deve ser distribuída de imediato dando, desta forma, cumprimento à legislação pertinente.

Por oportuno, indagamos de V. Sª. qual foi o resultado da reunião entre a PREVIC e a SISTEL, realizada em 20/12/2013, relativa à surpreendente e contraditória posição da TELEBRÁS.

Pelo exposto, solicitamos uma solução efetiva e urgente, por parte da Sistel, no sentido de distribuir, de imediato, os valores incontestáveis, e, assim, cumprir o que determina a legislação, evitando possíveis futuros questionamentos na esfera judicial, por parte dos assistidos prejudicados.

Atenciosamente,

 Carlos Alberto de O. C. Burlamaqui

 Presidente

                                                                                             

 

 

 

APAS-RJ solicita esclarecimento da Sistel sobre o PAMA

Em 15 de janeiro de 2014, a APAS-RJ enviou à Sistel a correspondência abaixo, que foi motivo de comentários da Diretora de Seguridade da Sistel, Adriana Meirelles, quando de sua visita à APAS-RJ, dia 5 passado (Veja no site da APAS-RJ, Notícias).

 

AoSr. Wilson Duarte Delfino

Presidente da Sistel

Prezado Senhor,

Com relação à situação financeira atual do Plano de Saúde – PAMA/PCE e aos aumentos das contribuições dos assistidos do PBS, que tem ocasionado grande ansiedade e incertezas nos assistidos do Plano, colocamos os seguintes pontos/questões, para os quais solicitamos sua melhor atenção e efetivo posicionamento:

  1. Quando da implantação do PCE, em 2003 foi feita uma avaliação atuarial para se chegar aos resultados obtidos?
  2.  É de nosso conhecimento que apenas as contribuições dos assistidos não são suficientes para a completa cobertura das despesas operacionais do Plano. Existe, para tanto, o fundo garantidor do mesmo, cujos rendimentos, somados às contribuições, devem ser suficientes para viabilizar financeiramente o plano.        Tanto é assim, que por ocasião da criação do PCE, o então Diretor de Seguridade da Sistel, da época, afirmou que, com as contribuições estabelecidas, o Plano de Saúde estaria viabilizado até o final da vida do PBS.                                        Tendo em vista a insistente alegação que o PAMA/PCE estaria deficitário – inclusive com o significativo aumento das contribuições dos assistidos – solicitamos que nos seja informado:                                                                       a)   se foi feita a correspondente avaliação atuarial que fundamentou tais acréscimos para o suposto equilíbrio do plano; e                                                      b)    qual o total de recursos necessários à manutenção do mesmo em níveis confortáveis.
  3.  Ao analisarmos a demonstração da manutenção do ativo líquido (jul/13 x dez/12) do PAMA, verificamos que o resultado dos rendimentos das aplicações financeiras do patrimônio passou de R$ 140,4 milhões, em dez/13 positivos, para R$ 36,5 milhões, negativos em jul/13.

Em vista do exposto, solicitamos que nos sejam esclarecidas quais as razões que motivaram esta acentuada queda, já que as aplicações dos recursos do fundo são todas em Renda Fixa e que, nos últimos anos, não houve nenhuma mudança de critério na valoração dos investimentos.

Finalizando, enfatizamos a importância de uma resposta urgente da Sistel às nossas indagações, a fim de que possamos esclarecer aos nossos associados e a todos os assistidos do PBS as verdadeiras  razões que motivaram o acréscimo das contribuições, bem como, dirimir dúvidas quanto a interpretações desencontradas que estão sendo divulgadas pela Internet.

Atenciosamente,

                                              Carlos Alberto de O. C. Burlamaqui

                                                                       Presidente